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sexta-feira, 12 de abril de 2013

Bad Girls: Férias prolongadas... Será?!


Hoje quem estreia MundoLinden.Net no nosso já antigo SL Blog é a nova colunista Scarlatt, acompanhem sua nova coluna aqui.


Olá amiguinhos do Blog Mundo Linden. Vamos falar sobre o talkshow mais famoso do Second Life brasileiro, o "Bad Girls". Pois então, férias prolongadas ou o talkshow será cancelado?

Conversei com a diva Athena Felicci pelo Facebook, fiz esta pergunta a  ela, que me respondeu que não sabe, pois os três integrantes do talkshow (Athena Felicci, Satine Lusch e Uriel Aeon) estão muito ocupados na RL. =(

O talkshow não é atualizado desde 27/10/2012. No YouTube, o canal, tem cerca de 15.113 visualizações. “5- Bad Girls com Athena Felicci – Entrevista com Vedra Bernard” é o vídeo de maior sucesso do programa, assista abaixo:

 
Caso o vídeo não funcione clique aqui.

Então é isso amiguinhos, voltem sempre! Nos vemos no Second Life!!!

Scarlatt
Colunista

Origem: www.mundolinden.net
"Second Life Fácil"

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Bad Girls - Boletim especial de Notícias 001


Olá amigos do MundoLinden.Net. Hoje temos novamente o vlog Bad Girls, neste programa temos o debate sobre a polêmica entre dois residentes bem conhecidos da comunidade brasileira no Second Life, Niav Ansome e Rodrigo Toxx, que falam das suas diferenças, boatos e historias.


Assista agora:

 
Caso o vídeo não funcione clique aqui.

Nos vemos no Second Life!!!

Jean Liberato
Editor Chefe

Origem: www.mundolinden.net
"Second Life Fácil"

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Bad Girls - Especial, Promoters no Second Life


Olá amigos do MundoLinden.Net. Continuando com a nova parceria que temos com o vlog Bad Girls, segue o programa desta semana, que debate sobre a polêmica profissão de promoter no Second Life.


Assista agora:

 
Caso o vídeo não funcione clique aqui.

Nos vemos no Second Life!!!

Jean Liberato
Editor Chefe

Origem: www.mundolinden.net
"Second Life Fácil"

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Saramago questiona o Second Life

Na última sexta feira perdemos um dos maiores pensadores e escritores de nossos tempos, José Saramago. Resolvi homenageá-lo publicando um vídeo onde Saramago questiona a "segunda vida" e argumenta sobre esta existência paralela (em espanhol e português luso).

por Jean Liberato "Lindman"

Entrevista exclusiva de José Saramago ao portal RadioCable.com, feita em 27/10/2006. Saramago é indagado sobre o que pensa desta vida paralela, deste mundo virtual que estava se iniciando, principalmente por ter descrito em seus livros "A Caverna" e "O homem duplicado" a importância e a ansiedade humana em encontrar lugares de fuga.


Caso o vídeo não funcione clique aqui.

Nos vemos no Second Life!!!

Jean Liberato
Editor

Origem: www.mundolinden.net
"Second Life Fácil"

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Second Life, Mundos Virtuais e Sustentabilidade

Assista agora a palestra que aconteceu em S. Paulo no último dia 2/12/09 no Design na Brasa, que é uma referência mundial no debate da sustentabilidade.

Publicamos aqui no blog os vídeos, da palestra "Second Life, mundos virtuais e sustentabilidade", que foi ministrada por Jean Liberato, editor do nosso blog MundoLinden.Net.

Assistam e comentem!


Parte 1:


Caso o vídeo não funcione clique aqui.



Parte 2:


Caso o vídeo não funcione clique aqui.


Parte 3:


Caso o vídeo não funcione clique aqui.


Parte 4:


Caso o vídeo não funcione clique aqui.


Parte 5:


Caso o vídeo não funcione clique aqui.


Nos vemos no Second Life!!!

Jean Liberato
Editor

Origem: www.mundolinden.net
"Second Life Fácil"

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

"A segunda pele", entrevista com o criador do Second Life

Encontrei na comunidade portuguesa, essa grande reportagem com Philip Rosedale incorporado em seu avatar Philip Linden, feita por nossos patrícios Ricardo Oliveira Duarte (jornalista) e Herlander Rui (sonoplasta). Ambos fazem parte da CCV (Comunidade Cultural Virtual), uma iniciativa que pretende ampliar as experiências culturais para a comunidade lusófona imersa no Metaverso da Linden Lab.

A conversa discorre de forma interessante, partindo do ponto onde Philip diz como teve a ideia de conceber sua mais incrível criação, o Second Life. O melhor de tudo, é que a entrevista é feita em nossa língua portuguesa, com respostas de Rosedale legendadas. Assista agora:


Caso o link não funcione, clique aqui


Origem: http://www.mundolinden.com/

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quinta-feira, 3 de julho de 2008

Entrevista com o professor Paulo Frias, Universidade do Porto

Um belo trabalho universitário que aborda de forma inteligente o tema Second Life.

O entrevistado é o professor Paulo Frias um dos maiores especialistas em Second Life em Portugal. No Metaverso é responsável pelo avatar Palup Ling e tem um dos blogs de melhor conteúdo sobre o SL (Discursos do outro mundo), primando pela seriedade e inteligência no debate deste tema.

Assista agora ao vídeo:


Caso o link não funcione, clique aqui


Origem: Discursos do outro mundo

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sábado, 10 de maio de 2008

Para criador do SL, acadêmicos são pioneiros dos metaversos

Professores e pesquisadores são o público que melhor soube aproveitar o advento dos mundos virtuais na opinião de um dos fundadores da Linden Lab, o programador Cory Ondrejka.

Em palestra na Case Western Reserve University, na Califórnia, Cory elogiou a visão dos acadêmicos em relação aos mundos virtuais, e disse "vejo a academia como sendo a trilha de adoção dos mundos virtuais, bem mais que os jogadores ou a indústria".

Na visão do co-fundador da Linden Lab, outros mundos tridimensionais podem dar bons resultados, talvez além do SL. A confiança no futuro desta plataforma vem de estudos que relacionam a qualidade do aprendizado à apresentação visual, já que pessoas teriam mais disposição a aprender quando vêem uma figura do interlocutor.

"Aprender em um lugar 3D nos afeta de forma diferente de texto", diz Cory. "Os professores constroem primeiramente um campus virtual, tentam geralmente replicar uma sala de aula no SL, com mesas, cadeiras e paredes. Mas então percebem que o mundo permite tipos diferentes de movimento e de comunicação do que o mundo real. Você percebe que em um mundo onde você possa voar, as salas de aula realmente não são tão úteis. Assim os professores construíram tipos novos das salas de aula online com nenhum telhado, uma explosão de formas de sala de aula que combina com o que eles tentam ensinar", completa.

Origem: Second Life Informa (iG)
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terça-feira, 1 de abril de 2008

Mitch Kapor: "Linden não venderá ações na bolsa (ainda...)"

Sobre os rumores de que a Linden Lab estaria para lançar ações da companhia na Bolsa de Valores Nasdaq, o vice-presidente Mitch Kapor, em entrevista in-world exclusiva para o canal SLCN.TV, desmentiu o fato e descreveu a perspectiva que os investidores tem sobre a empresa, o que não descarta totalmente esta possibilidade.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Para 'jornalista virtual', Second Life não morreu

Autor de livro sobre o universo virtual diz que programa passa por fase de adaptação. 'Os Bastidores do Second Life' teve lançamento simultâneo no Brasil e nos EUA.

Pergunte por Wagner James Au aos usuários do universo virtual Second Life. A resposta mais provável à sua pergunta será um estrondoso “quem?”. No entanto, basta citar o apelido de Wagner – Hamlet Au – e com certeza a maioria das pessoas saberá de quem você está falando. Afinal, Hamlet Au – um avatar (representação virtual de um usuário) sempre vestido de branco - é uma verdadeira lenda do mundo cibernético.

Hamlet Au é um jornalista virtual que circula entre os personagens do Second Life escrevendo sobre suas histórias, guerras e relacionamentos. Inicialmente contratado pela Linden Labs – a desenvolvedora do programa – Wagner decidiu seguir carreira solo e contar o noticiário do Second Life em um blog chamado Notícias de um Mundo Novo.

Após vários anos viajando por todos os cantos do universo virtual, Wagner James Au – na vida real, um repórter americano com mais de dez anos de experiência na área de tecnologia - resolveu transformar em livro suas aventuras virtuais em um livro. O resultado é “Os Bastidores do Second Life: Notícias de um Novo Mundo”, lançado este mês simultaneamente no Brasil e nos EUA.

Na obra, Wagner mostra como muitas das funcionalidades do Second Life acabaram surgindo por puro acaso. A capacidade de voar, por exemplo, só apareceu porque os programadores da empresa acharam muito difícil fazer com que os avatares dos usuários galgassem colinas e encostas.

Na seqüência veio a explosão de popularidade, o surgimento de uma economia virtual que movimenta cerca de US$ 1 milhão por dia e o declínio, com a queda no número de usuários. No entanto, para Au, não é possível falar em crise e sim em adaptação. Confira abaixo as opiniões do jornalista mais famoso do Second Life em entrevista ao G1.

G1: Como começou o seu envolvimento com o ‘Second Life’?
Wagner James Au: Eu já havia visitado a Linden Labs algumas vezes, escrevendo reportagens para revistas de tecnologia. Eles sentiam que estavam criando alguma coisa extremamente diferente do que havia na internet até então, e resolveram contratar alguém para ser um repórter-avatar e documentar a origem desse novo universo. Foi então que nasceu o Hamlet Au, minha versão virtual.

Qual a diferença entre ser um jornalista no mundo real e no Second Life?
Nenhuma, além da presença de carros voadores, monstros, robôs e esquilos gigantes que falam (risos). Na verdade, os princípios da profissão são os mesmos, não importa o ambiente: citar corretamente as pessoas – não importando o avatar que usem – e mostrar todos os lados de uma história, caso haja um conflito. De certa forma, o Second Life é apenas uma nova ferramenta da profissão, como já foram o e-mail e o telefone celular. Hoje, são indispensáveis.

Porque você escolheu como avatar uma versão de Hamlet que se veste de branco?
(risos) É uma homenagem a dois grandes ídolos. Um deles do jornalismo, o escritor Tom Wolfe, que só se veste de branco. O outro da literatura e do teatro, o grande William Shakespeare (autor inglês do final do século XVI, criador do personagem Hamlet).

Havia a sensação que o produto era tão inovador?
Desde o início, em 2002, eles sabiam que aquele projeto – na época era chamado de Linden World (Mundo Linden) – era importante, mas eles não sabiam muito bem o que fazer com ele ou como ele poderia ser usado. Era mais como uma simulação do mundo real, uma espécie de ‘The Sims” em 3-D. A grande mudança veio com a ênfase na liberdade de criação de conteúdo, que transformou o Second Life em uma espécie de Lego virtual, onde você pode construir coisas – e até mesmo vendê-las. Isso gerou a percepção de que o Second Life realmente poderia ser a nova geração da web, como se fosse uma verdadeira internet em três dimensões. Na realidade, esse tipo de universo virtual tem potencial até para substituir os browsers (navegadores) tradicionais por um ambiente tridimensional, que insere o usuário dentro de seu conteúdo.

No livro você revela várias histórias sobre os bastidores do Second Life. Qual é a mais interessante em sua opinião?
Um momento marcante ocorreu no estágio inicial do produto, quando a Linden Labs ainda não sabia muito bem para o que iria servir o universo virtual. Eles receberam a visita de um grupo de investidores, que ficou assistindo aos funcionários usarem o programa. Em determinado momento, um deles criou um grande boneco de neve. De modo espontâneo, os outros usuários criaram versões pequenas do monstro e se ajoelharam em frente dele, começando a adorá-lo como se fosse um deus. Os investidores viram aquele esforço colaborativo e disseram: ‘é isso! É para isso que ele serve!’ Foi nesse momento que o Second Life ganhou sua cara atual.

Existe algo no Second Life que acabou ficando de modo totalmente diferente do que havia sido planejado inicialmente?
Sim. No início das operações, a Linden cobrava uma mensalidade dos usuários, como o fazem vários games do estilo RPG on-line. Também havia uma taxa em Linden Dollars (a unidade monetária do universo virtual) que era cobrada sobre os objetos criados pelos usuários. Um grupo de usuários protestou contra esse sistema lançando a chamada “Revolta das Taxas” – recriando um episódio da história americana, a Revolta do Chá, que terminou por dar início ao processo de independência do país. A revolta foi intensa: os usuários deixaram de pegar impostos, não recolheram as mensalidades, criaram bandeiras rebeldes e gritos de guerra. Isso mostrou à empresa que havia algo muito errado com o sistema das taxas, e logo elas foram removidas. O acesso se tornou gratuito, com exceção de algumas funções mais avançadas.

Após a euforia inicial, o número de novos usuários está caindo. Porque?
As estatísticas mostram que o número de pessoas que experimentam o Second Life é muito grande. E ainda há pelo menos 500 mil usuários que usam o programa mais de 40 horas por mês. Portanto, o problema está na transição. O sistema ainda é um pouco confuso e difícil de usar. Então, 90% das pessoas que experimentam desistem. Foi criada uma espécie de fosso: uma larga base de usuários fiéis, mas pouca reposição de sangue novo. É quase como a base de usuários do Macintosh, que representa apenas 5% do total de computadores, mas que representa a nata da inovação tecnológica. O que a Linden precisa fazer é facilitar a vida dos novos usuários.

O fato de Philip Rosedale (criador do universo virtual) ter deixado a presidência do grupo na semana passada é um sinal de crise?
Não vejo dessa forma. Eles precisavam de um executivo com perfil gerencial, com mais experiência no dia-a-dia de uma grande empresa. Quando eles começaram, eram apenas uns 20 caras; hoje, a Linden tem mais de 2.000 funcionários. Philip provavelmente vai seguir comandando a parte de criação do negócio, que é onde ele realmente brilha. Na minha opinião, ele é como um filósofo visionário.

O Second Life está morto?
Ele está longe de morrer. A própria mudança de comando mostra que os administradores estão procurando se adaptar a uma nova fase, após a explosão que ocorreu em 2005 e 2006. Eles também estão enfrentando uma concorrência maior – atualmente há pelo menos uma dúzia de novos universos virtuais. Mas continuam a haver centenas de empresas e alguns milhões de indivíduos fascinados pelo assunto. O Second Life ainda tem muito pela frente.

Como você vê o futuro dos universos virtuais?
Eles são a verdadeira internet 2.0. O Second Life mostrou que é possível criar novas formas de interação e relacionamento entre usuários, empresas, artistas, acadêmicos e toda uma ampla gama de profissões. Os universos virtuais chegaram para mudar a cara da internet.

Lançamento
Os Bastidores do Second Life: Notícias de um Novo Mundo
• Wagner James Au
• 288 páginas
• Idéia & Ação / Matrix Editora
• Preço: R$ 39,90

Escrito por Marcelo Cabral, para o G1.
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domingo, 16 de março de 2008

Em entrevista, Kevin Alderman fala sobre sexo virtual no Second Life

A repórter Tracey Smith, da rede americana CBS, entrevistou o homem por trás do avatar Stroker Serpentine. No programa "Early Show", ele mostrou a seriedade e a objetividade com o qual lida com a sua profissão, em oferecer meios tecnológicos para proporcionar uma experiência sexual eletrônica "real". A matéria fala também sobre a prostituição virtual no metaverso. Confira:

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Entrevista: Philip Rosedale, criador do Second Life fala ao Estadão

'No futuro, avatares serão tão comuns quanto telefones', disse o CEO da Linden Lab, em entrevista exclusiva para o jornal brasileiro.

Nova “bolha digital” ou não, o Second Life foi tema de debates acalorados em 2007. Por trás desse mundo virtual está o californiano Philip Rosedale, presidente da Linden Lab e criador do metaverso. Em entrevista exclusiva ao Link, Rosedale diz quais serão os principais desafios que o SL enfrentará daqui para frente e comenta como será a internet no futuro: “Os mundos virtuais podem ser o próximo passo na evolução da internet”. Leia os principais trechos:

Quais são os principais desafios que o SL enfrentará no futuro?
Como os mundos virtuais crescem internacionalmente, provavelmente o mercado encontrará desafios certos em relação a conteúdo gerado por usuários e sua regulamentação, como temos visto na internet. Nós vimos o início deles em 2007, mas esperamos vê-los mais em 2008. Como líder nessa área, o SL tem o privilégio e o desafio de encarar essas questões com grande preocupação, e nós estamos entusiasmados para seguir adiante nessas áreas emergentes neste novo ano.

Você acredita que o futuro da internet serão os mundos virtuais?
Sim. Nós acreditamos que os mundos virtuais podem ser o próximo passo na evolução da internet, onde as pessoas criam e interagem com o conteúdo e entre si em um ambiente em três dimensões (3D). O potencial para a interação, a educação, o comércio eletrônico e o entretenimento em um ambiente 3D é muito maior do que a experiência bidimensional proporcionada pela internet. A manutenção da presença virtual (avatar) se tornará tão onipresente quanto os números de telefone celular e os endereços de e-mail são hoje. O Gartner, empresa norte-americana especializada em pesquisa e análise, estima que 80% dos usuários ativos da internet terão uma presença virtual em 2011. Acreditamos que as plataformas dedicadas ao provimento de uma experiência mais aberta ao usuário serão as mais requisitadas e as que abrirão o caminho nesse espaço emergente. Mas nós também acreditamos que as plataformas abertas serão mais bem-sucedidas, como as que temos visto muito na internet.

Que medidas a Linden Lab tomará para segurar os novos residentes e transformá-los em usuários regulares do SL?
Deixar que os residentes desenvolvam seus próprios projetos por meio dos recursos de código aberto do grid do SL nos permite aproveitar a rica comunidade de inteligentes e criativos entusiastas do SL, empresários e desenvolvedores que existem pelo mundo. Principalmente, porque quanto mais pessoas escolherem estar no metaverso, mais oportunidades serão criadas para novos residentes. Achamos que os residentes reconhecem isso e que ajudarão na crescente variedade de presenças intramundo.

Escrito por Lucas Pretti e Marilu Araújo, para o Caderno Link . Estadão.
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Especialista brasileiro em fraudes e crimes virtuais alerta sobre o Second Life

Advogado especializado em fraudes, lavagem de dinheiro e ciber-crimes, e sócio de um dos escritórios mais tradicionais do Brasil, diz que criminosos estão se especializando em agir através dos mundos virtuais.

Em entrevista recente ao InvestNews, o advogado Otto Eduardo Fonseca de Albuquerque Lobo, 40 anos, sócio de um dos mais tradicionais escritórios do País e também representante brasileiro da Fraudnet -- uma entidade criada Câmara de Comércio Internacional com o intuito de combater fraudes, lavagem de dinheiro e ciber-crime, indica quais os tipos de fraudes mais comuns na atualidade e alerta para a especialização cada vez maior dos criminosos, que agora utilizam mundos virtuais como o Second Life para roubo e lavagem de dinheiro. Acompanhe trecho desta entrevista:

InvestNews – Quais os tipos de fraudes mais comuns hoje no Brasil e no mundo?

Lobo – Estatisticamente é certo que todas as empresas, nacionais ou estrangeiras, já foram vítimas de fraude nos últimos dois anos. É certo também que cada uma dessas empresas será novamente vítima de fraude nos próximos anos. Nos Estados Unidos, as perdas por fraudes ocorridas em empresas superam US$ 500 bilhões por ano. Pesquisas demonstram que as formas de fraude que causam maior prejuízo às empresas no Brasil são as efetuadas através do uso de cheques e documentos adulterados, do furto de ativos e do uso indevido de contas de despesas. É muito comum que os empresários brasileiros desconfiem de seus próprios empregados, os qualificando como grande ameaça de fraude, o que pode se mostrar verídico em alguns casos, mas não em sua maioria.

Fora isso, a espionagem industrial também se tornou uma grande preocupação nas empresas brasileiras e estrangeiras nos últimos tempos. Contudo, nenhum desses tipos de fraude mencionados têm crescido tanto quanto a fraude bancária realizada através da internet nos últimos anos em nosso País e no mundo, se configurando atualmente como um grave problema generalizado.

GZM – A tecnologia acaba sendo uma faca de dois gumes quando se trata de dar maior segurança às operações das empresas e deixá-las em situação de maior risco?

Lobo – Há atualmente o emprego de novas tecnologias por parte tanto das empresas como de órgãos estatais com o objetivo de diminuir a ocorrência de fraudes através da proteção dos próprios sistemas das empresas. Outra forma é o processo de busca de fraudadores através do uso de programas capazes de cruzar informações técnicas com maior celeridade, por exemplo.

No entanto, atualmente a demanda por maior tecnologia, principalmente através da disponibilização de serviços pela internet, não pára de crescer. Pode-se inclusive dizer que não é mais uma opção da empresa a utilização desses tipos de serviço com o uso de tecnologia e internet porque, afinal, já faz parte da cultura dos consumidores a utilização deste meio. Dessa forma, mesmo que as empresas invistam pesadamente em tecnologia para reverter esta situação de crescimento de fraude através da internet, elas se tornam cada vez mais expostas aos fraudadores que se especializam em meios tecnológicos e são capazes de aprender a driblar praticamente qualquer mecanismo de defesa virtual depois de um certo tempo de uso, gerando, assim, uma enorme demanda de atualização. Um exemplo de tal situação seriam os serviços bancários oferecidos pela internet que, apesar da adoção de novas tecnologias de defesa, são incapazes de evitar que fraudes aconteçam. A nova onda de casos de fraudes ocorridas em populares mundos virtuais como o “Second Life” também exemplifica o nível de sofisticação alcançado por esses criminosos.

Clique aqui para ler a íntegra desta entrevista.

Escrito por Gilmara Santos e Laura Ignacio, para o InvestNews.
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quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Philip Rosedale garante: "O Second Life está mais forte do que nunca"

Mesmo com o fim da 'hype' por parte da mídia e do público leigo, o CEO da Linden Lab garante que seu metaverso nunca esteve tão popular como agora. E afirma ter um novo alvo: a estabilidade plena do sistema.

Em nossa cultura de entusiastas, o mundo virtual do Second Life teve seu dia ao sol. A quase um ano, a Fortune contribuiu com a propagação de uma nova 'hype', na publicação de uma entrevista realizada com o CEO da IBM, Sam Palmisano, que considerava nos mundos virtuais uma grande tendência do futuro. Na sequência a revista abordou o fenômeno das redes sociais 2D (Facebook, MySpace e Orkut) e 3D (Second Life). Em recente entrevista, o CEO da Linden Lab, gestora do Second Life, Philip Rosedale, afirmou que todas as iniciativas de internet social estavam em franco crescimento.

Contudo, nos últimos meses, se ouviu falar muito pouco do Second Life, pelo menos nos EUA. Existem dois motivos principais para isso. A primeira se observa no êxodo da camada de usuários que mais acessa o sistema. Hoje, cerca de 75% de todos os usuários ativos deste mundo virtual se conectam através de outros países, senão os Estados Unidos. Ou seja, a queda de acessos neste país foi considerada 'dramática' por especialistas.

A outra razão talvez seja a mais importante, segundo declaração do próprio Rosedale, onde afirma que "o crescimento constante de atividades de não-entretenimento, ultrapassando o uso para diversão, pode ter trago monotonia ao nosso metaverso. Mas as atividades corporativas permanecerão evoluindo rapidamente". O Second Life, como forma de groupware corporativo, é bem contrastante com o Second Life como meio para se obter, por exemplo, sexo virtual. Mas continua como um grande negócio para companhias que desejam aproximar o relacionamento entre suas matrizes e filiais. Sun e IBM, por exemplo, prosseguem usando o metaverso como extensão de seus empreendimentos na internet.

Rosedale afirma que, mesmo trabalhando em casa, acaba levando o trabalho consigo. "Eu não estou realmente 'em casa' pois estou no escritório virtual da Linden Lab no Second Life, onde as coisas de fato ocorrem". Neste momento, mais de 100 universidades e faculdades americanas estão oferecendo aulas através do mundo virtual de Rosedale, que revela obter uma carteira de 4000 educadores utilizando regularmente os serviços de mensagens que a Linden Lab mantém.

Grande parte de 'hype' de um ano atrás, incidiu principalmente na entrada de grandes empresas ao Second Life. Sobre isso Rosedale compara com a excitação que a própria Web experimentou entre 1995 e 1996, quando não havia largura de banda e capacidade suficiente para atrair uma atenção pública que justificasse a maioria das despesas destas iniciativas. Com o Second Life foi exatamente igual. A Linden Lab fez sua parte, tentando manter a infra-estrutura compatível com o crescimento instantâneo dos acessos. A instabilidade foi, para ele, um efeito colateral inevitável. Mesmo assim, Rosedale cita novamente as iniciativas da Sun e da IBM, que não abrem mão do Second Life como meio de relacionamento e atividades corporativas a distância.

Números

O uso do metaverso continua subindo. Em 2006, houve uma utilização total de 51 milhões de horas. Até o momento, em 2007, já foram 220 milhões as horas utilizadas pelos residentes. Em um ano, a média de acessos simultâneos saltou de 26 para 58 mil, mantendo-se estável neste patamar. Em 2007 houve uma transferência de valores total estimada em US$ 78 milhões, na conversão de moeda virtual (linden dólares) para a moeda real norte-americana, e vice-versa. Pela última medição, foram gastos três vezes mais linden dólares do que há um ano.

O Second Life permenece complexo e desafiador ao ser utilizado. Mesmo podendo-se deslocar praticamente por todo metaverso, o residente logo percebe que não é uma tarefa assim tão fácil. Parte do problema de lentidão é devido a própria dimensão do metaverso. Rosedale afirma que o conteúdo autoral no Second Life cresceu tão rapidamente que é impossível, mesmo para Linden, tomar conhecimento de tudo. Praticamente tudo hoje é fabricado pelos usuários. Todos os meses, novas ilhas são criadas, incorporando centenas de milhares de novos ítens ao grid. A Linden calcula em cerca de 1.5 bilhões de objetos únicos criados em 12 meses, que vão desde cadeiras, shapes, carros, até navios. Hoje, 98 terabytes reúnem toda essa informação nos datacenters da companhia, que englobam cerca de 16 mil servidores de dados. Rosedale orgulha-se ao comparar que, apesar do World of Warcraft conter muito mais usuários, seu conteúdo armazenado é uma pequena fração se comparado ao Second Life.

Guerra contra a instabilidade

Ele não nega que seu metaverso é difícil de usar, nem os constrangimentos técnicos que seus usuários tiveram que suportar neste último ano. Segundo Rosedale, os períodos de inatividade não prevista no grid foram duas vezes maiores do que ele esperava. "A Linden tem de, definitivamente, deixar de ser um laboratório e se tornar uma verdadeira empresa, que mantém seu sistema devidamente instalado e em pleno funcionamento", afirmou, acrescentando que o Second Life precisa se tornar numa "espécie de utilidade pública estável". Um projeto chave para este fim é a expansão da gestão do grid para fora dos Estados Unidos, descentralizando da Linden o monopólio de gestão dos seus servidores. Iniciativas assim já são vistas no Brasil, a segunda maior comunidade não-americana no Second Life, e no Japão, onde o metaverso cresce a passos largos. O objetivo é simples: promover mais estabilidade e uma melhor experiência ao usuário.

Rosedale também se orgulha quando fala da abertura, em Abril último, do código-fonte do navegador oficial, também chamado de 'software cliente'. A possibilidade de baixar os códigos permitiu que outras iniciativas criassem variantes deste produto, com total personalização. A mais visível destas iniciativas é o "OnRez Viewer", criado pela The Eletric Sheep Company, lançado juntamente com um episódio do seriado da CBS "CSI:NY", realizado e inteiramente ambientado no Second Life. O navegador foi o primeiro criado fora da Linden e, numa impressionante jogada de marketing com o canal americano, concorre lado a lado com o navegador oficial. O objetivo mais uma vez é promover uma melhor experiência ao usuário.

Novos recursos e Ondrejka

O CEO da Linden Lab afirma que, embora o objetivo principal para a Linden Lab em 2008 seja a promoção da estabilidade plena do Second Life, está entusiasmado com os melhoramentos técnicos obtidos, destacando a adição de aplicativos HTML/Web. Atualmente, o usuário clica em um objeto virtual e, fora do navegador, abre-se o browser web padrão do usuário para se acessar um link ou uma página externa. Em breve, o HTML/Web estará radicalmente inserido no metaverso, permitindo inclusive que 'paredes' exibam conteúdo web dinamicamente em suas texturas. Múltiplos avatares poderão navegar em conjunto ou mesmo compartilhar um vídeo em formato Flash. Sim, o Second Life suportará "Adobe Flash Media" em 2008. E isso também inclui vídeos do YouTube, que poderão em breve ser incorporados aos objetos.

Os 240 funcionários da Linden são altamente rentáveis para a companhia, diz Rosedale. Há quinze dias houve um pequeno furor em cima da notícia da saída de Cory Ondrejka da direção técnica da Linden, força central que definiu os rumos do Seconde Life nos últimos 4 anos, devido a diferenças de opinião e disputas internas com Rosedale. No entanto, já existem dois nomes de peso, no mercado americano de TI, que podem assumir a gestão técnica da Linden em janeiro. Rosedale não revelou o nome dos candidatos, mas prometeu anunciar entre janeiro e fevereiro. Até lá, ele se encarregará desta gestão, reiterando seu entusiasmo nas boas perspectivas que o Second Life apresenta para o próximo ano.

Origem: Fortune.
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quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Residente denuncia desfalque em banco virtual brasileiro no Second Life

Empresária brasileira informa que perdeu L$ 45.000 em transação suspeita junto ao Banedi Bank. Linden Lab já efetuou bloqueio da conta do proprietário do banco. Saiba os cuidados que se deve ter ao realizar transações não oficiais de lindens no Second Life.

Chegou à redação do Mundo Linden, denuncia originada da sra. Domitila Lane, residente e empresária brasileira, dona da RCA. Na mensagem, ela afirma que realizou um depósito no valor de L$ 45.000 (lindens dólares), em conta criada no banco virtual brasileiro Banedi. Lane indica ainda que, após convidada pelo avatar 'Banedi Oh', suposto proprietário do banco, a experimentar o plano de rendimentos de sua instituição, por algum tempo de fato teve seu dinheiro rendendo na conta. Porém, no último dia 26/11, ao verificar seu saldo no Banedi constatou perplexa de que sua conta estava zerada.

Em seguida, através de um chat log enviado à redação (que a pedido da reclamante será mantido em sigilo), Domitila Lane demonstrou um embate verbal ocorrido com Banedi Oh, no qual ele alega que houve transação suspeita dentre contas de seu banco, pelo suposto uso do 'mesmo endereçamento IP', o que segundo ele provocou o 'bloqueio' da conta dela, aparentemente sem nenhum ressarcimento. Após insistir em obter os dados reais de Banedi Oh, para estabelecer um contato telefônico afim de resolver a questão, o mesmo subitamente entrou em 'offline'. Desde então, não respondeu nenhuma outra tentativa de contato da sra. Lane.

Linden Lab bloqueia avatar responsável pelo banco

No site do Banedi, que ainda está no ar e com informações extremamente limitadas, não existe nenhum telefone físico, e nem mesmo um nome de pessoa física ou avatar, para se estabelecer comunicação direta. O Mundo Linden tentou contactar o sr. Banedi Oh, via Second Life e pelo formulário de contato do site. Até o momento não houve nenhuma resposta.

Domitila Lane nos informou pouco depois que realizou uma denúncia (abuse report) junto à Linden Lab. Horas depois recebeu uma resposta da companhia, indicando que a denuncia já estava sob investigação. No mesmo dia, a conta do avatar Banedi Oh já estava suspensa e não aparecia mais nos mecanismos de busca. Lane também informa que administra o avatar de um outro cliente, segundo ela um futuro anunciante do mundo real, por onde mantinha outros L$ 30 mil investidos no Banedi. Este dinheiro também desapareceu. Domitila se sente, portanto, 'duplamente roubada'.

Compra e venda segura de lindens é possível

Na foto, Ginko Financial é considerado o maior desastre financeiro da história do Second Life

A reportagem entrou em contato com o sr. Renato Chaplin, banqueiro virtual brasileiro e especialista em transações financeiras não oficiais no Second Life. Segundo ele, não é a primeira nem a última vez que residentes de boa fé se tornarão vítimas de golpes financeiros no metaverso. Chaplin cita o caso de um famoso empreendedor brasileiro que perdeu cerca de L$ 1.6 milhão em uma operação insegura e desastrosa, junto a um banco virtual estrangeiro.

Para Chaplin, a alegação de operações realizadas através de endereços IP idênticos não indica qualquer infração, pois duas ou mais pessoas em uma residência, por exemplo, podem utilizar o mesmo computador para operarem seus avatares no Second Life, cada qual com seu saldo. Para ele, este motivo não é justificativa para se bloquear uma conta em um banco virtual, como alegado por Banedi Oh em chat com a correntista Domitila Lane. Chaplin informa ainda que, hoje em dia, é altamente arriscado 'depositar' lindens em um banco virtual. O ideal é manter o dinheiro junto ao seu avatar e só utilizá-lo caso tenha absoluta confiança no operador de câmbio virtual da sua preferência, tanto para comprar como para vender lindens.

O Mundo Linden enviou duas questões importantes, prontamente respondidas pelo sr. Renato Chaplin. Acompanhe:

Que conselhos e sugestões você sugere a quem deseja vender e comprar lindens por meios não oficiais?
Comprar Lindens no Second Life Brasil não é vantajoso para o cliente, pois a taxa cobrada tem um ágio altíssimo, de mais de 100% de lucro. Mas para comprar no mercado paralelo o comprador deve buscar uma empresa com solidez e confiabilidade de mercado. Alguns bancos tem a prática de vender e pagar em alguns dias, ou vender sem ter o dinheiro em caixa, ou seja, primeiro faz a venda para depois comprar os Lindens no mercado. A Brasil Money só vende o que possui em caixa, e na eventualidade de não ter toda a quantia disponível informa ao cliente a disponibilidade de estoque e uma previsão de chegada do restante. Nunca vendemos o que não temos, isso é regra.

Quais providências a Brasil Money toma para trazer maior confiabilidade aos seus clientes?
A Brasil Money atua com a política de transparência nesse mercado por um motivo simples: existem muitos golpes envolvendo Lindens no Second Life, e o principal objetivo da empresa é oferecer segurança ao comprador. Quem confia em nós, sempre comprará conosco, e nós não queremos fazer apenas uma venda: queremos ter clientes satisfeitos que façam compras regulares, que associem a venda de Lindens à nossa marca. O atendimento é feito através de e-mail, second life e por MSN em alguns casos. Em breve estudamos implantar atendimento telefônico para suporte.

Cuidados mínimos nas transações financeiras

A pedido do Mundo Linden, o sr. Renato Chaplin relacionou também cuidados mínimos necessários para se efetuar transações não oficiais seguras de lindens no Second Life brasileiro. Anote:
  • Verificar o número de clientes e, se possível, conversar com alguém que já tenha comprado;
  • Verificar se é um vendedor eventual ou uma empresa especializada no ramo;
  • Verificar todos os dados de quem está vendendo: nome real, identidade, CPF;
  • Desconfiar de taxas muito baixas: os Lindens podem ser fraudados, roubados ou simplesmente pode ser calote;
  • Caso desconfie, na primeira compra faça um pedido de pequeno valor;
  • Verificar quais canais de atendimento são oferecidos ao cliente.

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Empresa internacional de locação fecha parceria com o Brasil no Second Life

A primeira ilha 100% brasileira da Ecstady Realty recebeu o nome de "Ecstasy Brasil", e foi liberada pela Linden Lab algumas horas atrás. A empresa oferecerá locação de terrenos para brasileiros, em ilhas com infra-estrutura.

A Ecstasy Realty, companhia internacional especializada em locação de terras, dentro do metaverso Second Life, firmou acordo com o empresário brasileiro Paladino Dagostino, dando a tacada inicial afim de disponibilizar a primeira ilha brasileira do grupo para o mercado nacional. Atualmente, a Ecstasy conta com 18 ilhas construídas no Second Life. Entrevistamos o sr. Dagostino para tirar algumas dúvidas iniciais:

Mundo Linden - Quais as vantagens de ser um locatário da Ecstasy? Vocês pretenden concorrer com a Kaizen Games neste seguimento?
Paladino Dagostino -
Não diria uma competição, eu colocaria como mais uma opção que os brasileiros agora vão poder contar, em vista dos preços e das facilidades de se pagar as locações em lindens. Acredito que nosso produto se tornará atrativo, até porque não existe necessidade ou compromisso de se pagar uma conta Premium ou nenhuma outra taxa extra. O residente terá poder total no seu terreno, podendo banir avatares indesejados, trocar a música, vídeo e, enfim, ter acesso a todos os recursos. Qualquer residente dentro do Second Life, sendo brasileiro, poderá optar pelos nossos serviços sem custo adicional algum.

ML - Quando será disponibilizada a primeira ilha da Ecstasy?
PD - A primeira ilha 100% brasileira da Ecstady Realty recebeu o nome de "Ecstasy Brasil", e foi liberada pela Linden Lab algumas horas atrás. Estaremos fazendo nela todo o planejamento e viabilização de sua infra estrutura. A intenção da Ecstasy é colocar uma centena de ilhas à disposiçao do mercado brasileiro, no decorrer da nossa fase inicial.

ML - Qual a política de 'help desk' da Ecstasy Brasil? Como será a distribuição das terras?
PD - Nosso suporte sera totalmente inworld, no regime 24/7. Colocaremos à disposição vários tipos de ilhas, afim de atender a todos os gostos. A primeira terá apenas 16 brasileiros, que vão viver ou abrir negócios e empresas dentro dela. A Ecstasy Brasil operará no sistema de "double prims", ou seja, cada lote terá 936 prims aproximadamente, podendo ser usado para qualquer tipo de negócio, residência ou, até mesmo, dividir o lugar com amigos, sublocar, enfim... liberdade total.

ML - Como será a política de os preços da Ecstasy? Haverá suporte efetivo?
PD - Nossa empresa está pronta para oferecer um preço competitivo, um suporte de qualidade (24 horas e ao vivo dentro do Second Lide), tirando qualquer dúvida, qualquer que seja ela, ou mesmo prestando auxilio em dúvidas técnicas ou burocráticas que venham a surgir. Teremos à disposição dos locatários, avatares especialistas em configuração de terreno, que entre outras coisas, poderão habilitar um streaming de música ou vídeo, e ensinar nosso cliente como fazer isso com total autonomia.

ML - Como será a segurança nas ilhas Ecstasy?
PD - Além de passar dicas para nosso cliente saber como preservar a segurança de seu terreno, e todos os objetos sobre ele, teremos equipes de patrulhamento que farão um monitoramento das ilhas e coibir abusos. Para nós, é muito importante a tranquilidade do cliente e a qualidade do serviço faz parte desse processo.

ML - Algum recado extra para a comunidade?
PD - Nos próximos 4 dias, estaremos realizando todo processo de urbanização. Aos interessados informamos que caso queiram esclarecer qualquer dúvida, podem enviar um IM para minha pessoa, Paladino Dagostino. Teremos o maior prazer em atendê-los, inclusive pelo e-mail e MSN: paladino756@hotmail.com.

sexta-feira, 27 de julho de 2007

COB adia chat com Thiago Pereira no Second Life

Nadador teve problemas com conexão e não pôde estar na Ilha Brasil para falar com a torcida.

Ao contrário do prometido pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), o nadador Thiago Pereira não esteve no mundo virtual do Second Life (SL) para conversar com avatares. O encontro foi remarcado para esta sexta-feira, dia 27, às 20 horas, no espaço "Torcida Brasil 2007", na Ilha Brasil. A justificativa dada foi "problema com a conexão" do computador do atleta. Ele conquistou seis ouros nos Jogos Pan-Amercianos do Rio de Janeiro.

O anúncio foi feito pela avatar Alexia Hirons, do COB, com mais de 30 minutos de atraso em relação ao horário marcado. Houve início de protesto por parte dos avatares, cerca de 40, logo contornado pela organização da Ilha Brasil, que resolveu distribuir kits com camisetas e bonés para quem estivesse lá. Os kits são reais e seriam entregues na casa de cada torcedor.

Não é a primeira vez que a organização do COB falha em ações no Second Life. Quando a competição no Rio de Janeiro começou, não havia programação definida e o espaço estava às moscas. A primeira entrevista com atletas ocorreu no dia 17 de julho, quando os lutadores de tae kwon do Diogo Silva e Márcio Wenceslau conseguiram se conectar. O espaço "Torcida Brasil 2007" pode ser acessado no Second Life pelas coordenadas Ilha Brasil (163, 251, 31).

Por Lucas Pretti
Fonte: Estadão.

[Atualização . 10:44] O Mundo Linden acaba de ser informado que o atleta fez nova tentativa, bem sucedida, de acesso ao Second Life na noite de ontem, por volta das 21 horas. A entrevista ocorreu com participação dos residentes presentes ao evento, não sendo mais necessário um adiamento. Transcrição da entrevista pode ser obtida através do blog BRSECONDLIFE.

sábado, 21 de julho de 2007

Em primeira mão: "Doce Paixão", o clipe do Babado Novo gravado no Second Life

Lançamento oficial foi feito ontem, na Ilha Mosaico, com presença de Claudia Leitte. No vídeo, a cantora fala em entrevista como foi realizar este trabalho.


Fonte: iG.

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Brasileiros incentivam colegas a utilizarem sistema de voz através do 'First Look'
Por Marcelo Posthorn*

Grupo "BR SL Voice" está aberto para inscrições gratuitas, com objetivo de divulgar a disponibilidade do sistema de voz no grid principal. Empresário anuncia instalação de ilha brasileira com foco no "voice chat". Realizamos a primeira entrevista em voz do Brasil, no Second Life, com este grupo. Veja:

Como pouca gente sabe, o sistema de voz no Second Life já está disponível no grid principal do Metaverso. No entanto só é possível ter acesso ao serviço "beta", da Linden Lab, baixando e instalando a versão "First Look Voice" do cliente 3D. O "First Look" é uma versão intermediária entre a versão "Beta" (Aditi) e a versão final, que a maioria dos residentes utiliza. Há pouco tempo atrás, a Linden Lab transferiu do beta grid para o main grid seu sistema de voz, ainda não efetivado. Desta forma, é possível já utilizar o Second Life, com voz, através deste cliente específico.

Um grupo de brasileiros, há cerca de um mês, se formou para promover reuniões de 'voice chat', semelhantes aos que ocorrem nas ilhas Ahern e Morris (da Linden), testando assim o serviço. O grupo possui o nome de "BR SL VOICE" e aceita inscrições gratuitamente, com intuito de reunirem a maior quantidade possível de usuários de "First Look Voice" e promoverem assim estes encontros de voz.


Thati Boucher, uma das coordenadoras do grupo, informa que inicialmente os encontros são realizados na Ilha Delphin, um dos primeiros locais no grid principal onde o sistema de voz foi liberado pela Linden. Atualmente centenas de ilhas, inclusive algumas nacionais, como a Ilha Brasil, já possuem o serviço habilitado, visível apenas por quem acessa pela versão "First Look Voice" do cliente SL. Thati acrescenta que regularmente envia convites para que outros usuários façam o download desta versão e passem a utilizar a voz. Atualmente mais de 40 residentes compõe o grupo BR SL VOICE, número que já cresce espontaneamente sem mais a necessidade de convites. Para usar a voz no "First Look", o grupo recomenda o uso de fones de ouvido (com microfone embutido) para evitar o "efeito eco".

Ilha Brasil Voice

Conversamos também como o empresário brasileiro Patrik Oyen, da SLBRAZIL, proprietário de outras ilhas nacionais, como a 'Brasil Nordeste", com negócios baseados em vendas e aluguéis de terrenos. Convidado por Thati Boucher a experimentar o sistema de voz do Second Life First Look, rapidamente Oyen se tornou um entusiasta do serviço. De tal forma que já encomendou junto à Linden Lab a aquisição de mais uma ilha, que se chamará "Brasil Voice".

Nesta ilha, a intenção de Oyen é promover de forma maciça o uso do sistema de voz, através do First Look, até que o recurso seja definitivamente efetivado no navegador final. Ele indica que o local contará com várias opções de entretenimento e de negócios, baseados em voz. Ele destaca a criação de boates, shoppings, espaços empresarias, como salas de reunião e palestras, e que neles haverão atendentes recebendo os brasileiros, ensinando-os a usarem voz pela primeira vez. Oyen fechou uma parceria com o grupo BR SL VOICE, que entrará com recursos humanos, devidamente treinados para este atendimento, enquanto receberão do empresário um espaço para construirem seu escritório. Outras iniciativas empresariais, com uso da voz, terão apoio na Brasil Voice.

Patrik Oyen não tem dúvidas de que, com divulgação correta e eficiente, em breve o Second Life brasileiro terá inúmeros usuários de voz, e que este método de comunicação se tornará um padrão. Ele observa também que nem todos se sentem a vontade em 'conversar' no metaverso. Porém o objetivo de Oyen e do grupo BR SL VOICE é quebrar estes paradigmas e desinibir estes usuários. Sobre segurança, ele também acredita que, pelo menos próximo a ele, a exigência da conversação por voz poderá de certa forma inibir fraudes, como homens que se passam por mulheres, e vice-versa, ou adolescentes e crianças que se passam por adultos.

Patrik Oyen, Thati Boucher e integrantes do grupo BR SL VOICE concederam uma entrevista exclusiva, ao blog Mundo Linden, através de voz. É o primeiro registro do gênero no Second Life brasileiro. Acompanhe:

Parte 1:



Parte 2:



CLIQUE AQUI, para baixar e instalar a versão "First Look Voice".

Feito isso localize e se inscreva no grupo BR SL VOICE e solicite informações sobre como utilizar sua voz no Second Life. Eles irão fornecer a lista dos locais e eventos de voz nacionais que serão disponibilizados aos interessados e afins.

*Marcelo Posthorn é empresário paulista em internet medias, com foco em jornalismo e novo sócio-colaborador do Blog Mundo Linden. Informações: marceloposthorn@yahoo.com.br

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Como realizar bons negócios e se proteger das armadilhas do metaverso

Em entrevista, advogado residente no metaverso dá dicas sobre como se proteger de golpes ou crimes que ocorrem no Second Life.

Devido ao crescimento do metaverso, milhares de empresas buscam profissionais autônomos para auxiliar na implantação da marca ou empresa no Second Life. Paulo Ferraz (avatar Accountin Peccable) é um deles. Advogado especializado em empresas, ele presta assessoria jurídica e empresarial para quem deseja montar um negócio no mundo virtual. Segundo ele, o mercado é promissor e ficará ainda mais.

Pombinho Carter: Como surgiu a idéia de ter um negócio no SL?
Accountin Peccable: Eu conheço e acompanho o universo do Second Life há dois anos, quando morei nos EUA. Sempre acreditei no potencial do metaverso. Ter um negócio no Second Life foi uma opção por um novo nicho de mercado, aonde eu poderia ter mais chances de fazer um nome profissional. Afinal, quem chega primeiro bebe a água mais limpa.

Como é o seu trabalho no SL?
AP:
Embora eu seja advogado, o maior foco dos meus serviços é como consultor no Second Life, principalmente na estratégia de negócios. Identifico as reais necessidades do cliente e o porte da loja que deverá ser montada.

Como fica a questão do lucro de empresas virtuais?
AP: Havendo lucro nas transações, o fisco de cada país pode taxar parte e arrecadar uma porcentagem da riqueza. Porém, a maior dificuldade é identificar quem gera a riqueza, e a qual país o tributo da transação seria pertencente, uma vez que o metaverso é terra de ninguém, e não pertence a nenhum país em especial.

Existe solução?
AP: Talvez, seja o caso de se criar um tipo de CPMF para as transações virtuais. Para isso é necessário identificar o país de onde determinado avatar está logado. Identificado o país do avatar, a empresa Linden Lab “reteria na fonte” o tributo devido, e repassaria ao fisco daquele país. Isto poderia, por hora, ser a medida mais sensata.

Quais os problemas que uma empresa pode ter no Second Life?
AP: A pirataria de seus produtos e no uso indevido de suas marcas. Tênis virtuais da Nike, Adidas, assim como relógios Rolex, já estão sendo vendidos há muito tempo no metaverso, antes mesmo de as empresas detentoras destas marcas lançarem produtos no mundo virtual.

E as transações em dinheiro virtual que pode se tornar real, como evitar uma eventual lavagem de dinheiro?
AP: Esse é uma das maiores preocupações do fisco mundial atualmente. Cada avatar pode fazer, em bancos virtuais como o SL Exchange, operações de compra e venda de Lindens, com sua respectiva conversão em dólares, até o limite de US$ 250 diários. Mas, como não há uma forma de se impedir que uma mesma pessoa crie vários avatares, isto significa que, existe “laranjas” virtuais.

O que é considerado crime no Second Life?
AP: Qualquer atitude, feita por um avatar, que possa gerar uma lesão a direito de alguém, poderá ser avaliada pelo poder judiciário. Esta atitude, desde que encontre uma tipificação no Código Penal será considerada crime. Não importa o local ou o meio pelo qual determinado crime foi cometido, pois ele continuará sendo crime. A repercussão das lesões a direitos individuais ou coletivos podendo atingir a honra (calúnia, injúria e difamação), o patrimônio, a família, etc. Mas, ao contrário do que muitos pensam, os crimes virtuais muitas vezes deixam rastros, que podem ser descobertos por peritos, o que facilita a instrução de um processo criminal e a provável localização do autor do crime.

Como evitar que crianças fiquem exposta a pedofilia, racismo e apologia a drogas e nazismo?
AP: Embora eu ainda não seja pai, posso usar uma analogia, e dar um conselho que qualquer pecuarista honesto e prudente daria a seu filho: Se você não cuidar da sua vaca direito, meu filho, ela pode ir para o brejo!

E o futuro do metaverso?
AP: Acredito que, atualmente, o maior impasse é a pressão pela identificação das pessoas por trás de um avatar, o que causa um enorme desconforto a todos. O anonimato é a maior atração para se viver uma segunda vida. Ao criar mecanismos para se identificar cada pessoa por trás de um avatar, e atender à pressão constante do fisco, os criadores do Second Life poderiam estar dando um tiro nos próprios pés.

Fonte: Cosmo Online.