Mostrando postagens com marcador Governo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Governo. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

FBI procura membros de gang no Second Life


Parece roteiro de seriado ou filme policial, mas não é. O FBI listou em seus manuais o Second Life como ferramenta utilizada por uma gang como meio de comunicação e recrutamento.

Origem: G4TV

Recentemente lançaram o seu Guia de referência sobre gangs e lá está uma gang chamada Juggalos com presença confirmada a quatro estados. E onde entra o Second Life nisso tudo????

É amiguinhos e amiguinhas, o SL virou palco para esses palhaços (literalmente, pois o nome da gang e suas vestimentas seguem o estilo da banda Insane Clown Posse, que tem uma música chamada Juggalo´s Island).


De acordo com o FBI a nova gangue é desorganizada e seus membros não mantém fortes laços, os Juggalos são conhecidos por crimes e delitos leves, como pequenos furtos, posse e consumo de drogas e vandalismo. Além dos quatro estados que são oficialmente classificados como gangue, o FBI acredita que o número, incluindo as gangues derivadas da original, chegue a 21 em todo o país (EUA).

E essa turma usa o Second Life para recrutar novos adeptos da gang. Portanto, fiquem atentos, pois existem lugares no SL que pertencem aos Juggalos e eles usam festas e discotecas para conversar com as pessoas e levá-las para o crime na RL (se estiver nos EUA), podendo inclusive encontrar vítimas em potencial para cyber crimes (até mesmo fora dos EUA).

Isso tudo me lembrou um episódio do CSI NY, ótima série, que tratou do SL como meio para crimes. Inclusive na época criaram uma aventura muito legal no SL, onde as pessoas tinham que resolver um assassinato. Encontrei o link de parte do episódio no You Tube, assistam a seguir.

 
Assista agora (em inglês):
 


Caso o vídeo não funcione clique aqui.

Nos vemos no Second Life!!!

Jean Liberato
Editor

Origem: www.mundolinden.net
"Second Life Fácil"

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Força Aérea Portuguesa treina pilotos e controladores no Second Life

A Força Aérea Portuguesa vai utilizar o mundo virtual Second Life para formar controladores aéreos e criar simuladores para intervenções técnicas em motores de caças F-16, através de uma investigação que está em desenvolvimento pela Universidade de Vila Real.

Fonte: Pcgaming

A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e a Força Aérea Portuguesa assinaram recentemente um protocolo de cooperação com vista à investigação tecnológica e desenvolvimento sobre o uso de mundos virtuais para formação profissional.

Fonte da academia disse que a instituição transmontana realiza investigação há quatro anos no Second Life, dispondo de uma equipe de dez investigadores que trabalha sobre este mundo em três dimensões.

Neste momento, a UTAD tem em curso projectos de investigação em colaboração com mais de 20 instituições nacionais e internacionais, entre as quais a Força Aérea Portuguesa, a Portugal Telecom Inovação ou a Federação Portuguesa de Andebol.

Em Março, a universidade começou a investigação para a Força Aérea, estando a preparar dois projectos que envolvem cinco alunos das licenciaturas em Informática e em Tecnologias de Informação e Comunicação, dois alunos do Mestrado em Informática e três docentes, investigadores do Grupo de Investigação em Engenharia do Conhecimento e Apoio à Decisão (GECAD).

Segundo da UTAD, um dos projetos diz respeito à formação em controle de tráfego aéreo em aeroportos, para utilização pelo Centro de Formação Técnica e Militar da Força Aérea, na Base Aérea da Ota.

O objetivo é promover metodologias e ferramentas de ensino à distância.

Outro foco de investigação está relacionado com o desenvolvimento de simuladores multi-utilizador para intervenções técnicas com motores de aviões F-16, para apoio à formação contínua na Base Aérea N.º 5 de Monte Real.

“A ideia é que antes dos formandos irem ter a formação na OTA ou Monte Real possam ter trabalho ou tarefas simuladas nestas duas situações”, explicou o investigador da UTAD Leonel Morgado.

Em colaboração com dos treinadores da Federação Portuguesa de Andebol, a UTAD está também a trabalhar na formação de treinadores de andebol com equipas de avatares automatizados.

O objectivo, segundo Leonel Morgado, é permitir a um formador de treinadores definir jogadas e depois, durante uma aula virtual, solicitar a reprodução das mesmas a equipas de avatares andebolistas.

Na universidade estão em clonclusão trabalhos de investigação doutoral para melhorar o ensino da programação de computadores por recurso ao Second Life e identificar requisitos e propor soluções que permitam que crianças e professores do 1º ciclo do ensino básico possam utilizar mundos virtuais para desenvolverem conceitos de empreendedorismo.

O GECAD, que possui um pólo na UTAD, é uma das principais unidades de investigação portuguesas em inteligência artificial, sistemas baseados em conhecimento e sistemas de apoio à decisão e a maior unidade de Investigação e Desenvolvimento (I&D) do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP).

Nos vemos no Second Life!!!

Jean Liberato
Editor

www.mundolinden.net
"Second Life Fácil"

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Governo federal usará o Open Sim para ministrar cursos de software livre

A idéia de educar em mundos virtuais conquistou o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), autarquia da Casa Civil. A partir deste ano, o governo federal vai oferecer cursos gratuitos sobre software livre para servidores públicos e interessados no assunto usando uma plataforma semelhante à do Second Life. Há quatro meses, o programa norte-americano é utilizado na fase piloto, que atende 48 mil alunos. Porém, a idéia é construir a ilha do Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento no mundo Open Sim que, ao contrário do Second Life, não cobra pelo uso do espaço e serviços.

"Os mundos virtuais oferecem grandes possibilidades educacionais, porque podemos construir o ambiente mais adequado para determinado público aprender melhor", defende Djalma Valois Filho, coordenador de operações do ITI e idealizador do projeto. Ele conta que o instituto, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, também vai disponibilizar cursos técnicos de agronomia para pequenos produtores rurais. "Se para ohomem do campo o ambiente ideal de aprendizado é uma grande fazenda, com milharal e professores debaixo da árvore, criaremos esse mundo."

Para Valois, os mundos virtuais não atrapalham os relacionamentos reais. "Na verdade, a tendência é que você amplie suas relações com outras pessoas. É importante lembrar que, por trás de cada avatar, há um ser humano", diz. Ele afirma, ainda, que os monitores dos cursos terão acompanhamento psicológico para saber lidar com a realidade virtual.

Embora reconheçam as múltiplas possibilidades da educação nos mundos virtuais, os especialistas defendem que a tecnologia deve ser apenas uma ferramenta a mais ou, no máximo, utilizada para cursos já tradicionalmente a distância, como graduações e extensões. Já em relação à educação básica, eles garantem que nada substitui o contato pessoal.

"A educação tem múltiplas funções e uma delas é a socialização. Isso nunca vai ser substituído", diz o especialista em gestão educacional Maurício Garcia, proprietário de uma empresa que criaambientes virtuais para sistemas de ensino. "O Second Life deve ser usado como mais uma ferramenta", concorda o americano Nicholas Cop, presidente de uma empresa de consultoria internacional especializada no tema.

Autor de um livro sobre educação no Second Life, João Mattos diz que, nos Estados Unidos, as high schools (correspondentes ao ensino médio no Brasil) têm feito experiências mistas, de oferecer aulas presenciais complementadas por atividades virtuais, principalmente na área de ciências. A tendência já tem até nome: blended learning (aprendizado misto).


Fonte: Diário de Pernambuco.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Exército americano abrirá ilhas de recrutamento no Second Life

Para convencer jovens a se alistarem, o exército dos EUA tem buscado novas maneiras de se aproximar de possíveis recrutas. Prova disso é o recente anúncio do lançamento de duas ilhas virtuais que deverão estar prontas nos próximos meses.

O anúncio foi feito pelo General William S. Wallace durante uma conferência de ciência militar. Wallace é comandante do grupo de treinamento e doutrina militar do exército norte-americano.

Uma das ilhas servirá como um “centro de boas vindas” com quiosques de informação e meios de contactar recrutadores, e a outra ilha, de acordo com Wallace, será “um lugar para viver experiências virtuais como pular de aviões, fazer rapel de torres e utilizar armas, tudo para conseguirmos benefícios do recrutamento nesta rede social”, ele afirma.

O exército inclusive irá oferecer prêmios para atrair novos recrutas. “Se você for bem nas atividades ganhará pontos e esses pontos podem ser usados para comprar camisetas e bonés virtuais”, explicou Wallace. Ele ainda diz que é realista quando o assunto é tecnologia de rede sociais, e admite que ela foi supervalorizada, mas não a desmerece. “Há 4 milhões de jovens que sempre entram no SL. Essa é a faixa etária jovens que queremos encorajar a entrar para o exército”, finaliza ele.

Além da presença no Second Life, o exército americano já investiu na criação de videogames com a série America’s Army, que foi distribuída gratuitamente e elogiada por ter a qualidade de um jogo de computador de alto nível.

Origem: iG

Publicidade:

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Bush quer limitar Second Life e outros mundos virtuais

Em complemento à lei que regulamenta os jogos on-line, entre eles, casinos, poker, gamão, apostas esportivas entre outros, o Congresso Americano está prestes a votar outra lei, que incluí no mesmo nível os chamados "jogos de habilidade".

Ou seja, colocaram o Second Life e outros metaversos no mesmo balaio de gatos que está posta a jogatina online. Um erro bem comum, dentro do padrão Bush de administração.

O problema só não é tão preocupante, porque o Congresso não está nas mãos do Partido Republicano e os Democratas, adversários de Bush e de sua patota, não concordam com a lei base que deu origem a esta nova proposta. Já rejeitaram a primeira tentativa em 2006.

A intenção do governo Bush é de se fazer com que o Departamento do Tesouro (Receita Federal dos EUA), tenha acesso aos ganhos individuais dos usuários em todos os sistemas elencados pela proposta da Lei. Para eles, muitos dólares deixam de ser arrecadados pelo governo por não conseguir chegar a estas pessoas.

O Second Life em especial, seria afetado diretamente, pois, a Linden Lab teria que abrir as informações confidenciais de seus residentes e quanto ganha ou gasta cada um destes residentes. Uma medida preocupante, pois, estas informações podem cair em mãos erradas e tornar a vida de muita gente complicada no mundo virtual.

A Linden Lab não se pronunciou até o momento, mas certamente o episódio deve ter feito os escritórios de advocacia que prestam serviços para a empresa, movimentarem-se nos corredores de Washington, organizando seu lobbye para desconsiderar o Second Life, como parte de um sistema de jogos de azar. A medida afetaria também outros mundos virtuais, pois, todos funcionam com base na comercialização e desenvolvimento de recursos, como WoW ou There.com.

Origem: netfreedomforever.com

Publicidade:

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Avatares que apoiam Obama, comemoram no Second Life vitória nas prévias Democratas

Ontem, durante todo o dia, após a última rodada de 5 meses de batalha pré-eleitoral contra sua partidária a Senadora Hillary Clinton, os apoiadores do também Senador Barak Obama comemoram inclusive no Second Life a sua indicação para a disputa presidencial nos EUA.

O grupo oficial do candidato reúne 883 pessoas no metaverso e é maior que o de sua ex-concorrente, Hillary Clinton com apoio de 527 pessoas no Second Life e maior ainda que todos grupos somados do futuro concorrente John Mc Cain (Partido Republicano), que conta com pouco mais de 100 pessoas.

Os Democratas estavam em festa, em especial os partidários de Obama, que puderam assistir a declaração final de seu candidato ao vivo, por vídeo streamming na sede oficial da campanha dentro do Metaverso, com 15 minutos de antecedência em relação aos canais convencionais de televisão.

Infelizmente no Brasil o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) proibiu a utilização da Internet, do Second Life e de outras ferramentas de redes sociais, para campanhas ou contato eleitoral.

Entendo que esta é uma medida cega, que proíbe a livre manifestação daqueles que devemos escolher como candidatos. Um site, um perfil no Orkut, uma sede no Second Life, vídeos no You Tube, podem com certeza aproximar os candidatos ainda mais dos eleitores, o maior exemplo é sem dúvida Obama, que desenvolveu uma campanha forte nestes canais, estreitando seu relacionamento com eleitores que fizeram toda a diferença na decisão das prévias Democratas.

A manutenção de proibição, imposta pelo TSE, sobre canais de comunicação como estes, favorece somente a mesma e velha política que não leva a lugar nenhum. Beneficiará aos cartéis eleitoreiros, ao coronelismo e a manipulação das massas. Mas nunca beneficiará o eleitor, que não poderá acessar diretamente as opiniões dos candidatos (em blogs, sites, twitter, etc) e assim deixarão de conhecer melhor aqueles que os representarão.

Visite o comitê de Obama no Second Life, clique aqui.

Assista também ao vídeo da presença oficial de Obama com seu avatar no Second Life:


Se o vídeo não abrir clique aqui.


Origem: MundoLinden.com
Publicidade:

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Ilha Colab NASA, um lugar que vale a pena conhecer

A Agência Espacial Norte Americana (N.A.S.A.) está estabelecida também no Second Life, com uma construção muito interessante que reúne informações sobre a exploração espacial.

Informações sobre voôs espaciais, fórum que discutem tecnologia futura, dados estatísticos e muita diversão, tudo isso compõe a ilha NASA no Metaverso SL.

Para nós brasileiros, certamente é uma ótima oportunidade para conhecer virtualmente um local bem legal. As construções simulam as instalações reais do Centro de Lançamentos da agência nos E.U.A.

A NASA mantém esta iniciativa com a finalidade de popularizar a exploração espacial e através de um fórum local, pretende incentivar a discussão sobre o papel da ciência na exploração espacial, engenharia, tecnologia, educação e economia; realizada com a presença de lideranças da NASA, astronautas, cientistas e engenheiros, juntamente com pessoas diretamente envolvidas com edução, negócios, tecnologia e líderes políticos nos E.U.A.

A discussão e as palestras acontecem durante o ano inteiro dentro de sua sede no Second Life.


Além da presença cultural e institucional, a NASA procura por talentos que vivem virtualmente no Metaverso da Linden Lab, inclusive, têm preparado seu próprio mundo virtual 3D, que será um grande simulador de pesquisas espaciais, para localizar novos talentos com habilidades para engenharia, física, genética, medicina e até mesmo futuros astronautas.


Vale apena conhecer, instale o Second Life e visite a sede da NASA.

Vídeo oficial:



Origem: Equipe Mundolinden.com
Publicidade:

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Visite o México no Second Life

Um projeto oficial do Escritório de Promoção ao Turismo do México, um orgão oficial do governo local, patrocinou esta excelente iniciativa.

Através de contrato com desenvolvedores experientes no Second Life, realizaram a construção de réplicas da região conhecida como Rota Maya, ponto de grande interesse turístico.

Construções belas e um vídeo de excelente qualidade (produzido por Kronos Kirkorian) divulgam em grande estilo as belezas locais replicadas no metaverso Second Life.

Assista aqui:



Origem: mundolinden.com
Publicidade:

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Especialistas defendem que mundos virtuais não precisam de "polícia"

Vários especialistas em universos virtuais, dentre os quais o fundador do Second Life, Philip Rosedale, defenderam no Congresso dos EUA que estes sites não necessitam de entidades externas para se "policiarem".

Especialistas em mundos virtuais foram à uma audiência, no Congresso dos EUA, com o propósito de explicar às autoridades norte-americanas que a comunidade on-line sabe tomar conta de si mesma. Citado pela Reuters, o fundador do Second Life, Philip Rosedale, defendeu que "é provável que as atividades dos mundos virtuais sejam de certa forma mais policiáveis e a lei seja melhor cumprida dentro destes metaversos".

Durante a audiência, que contou com a presença de vários avatares em telas LCD, os especialistas foram questionados sobre o que estes mundos fazem para evitar que sejam palco de crimes que possam ser transpostos para o mundo real.

"Eu não estou defendo a censura. Mas pergunto o que poderemos fazer para que algumas destas ferramentas gloriosas não sejam alteradas para ferramentas que possam facilitar a organização de ataques terroristas contra civis inocentes", defendeu Jane Harman, uma representante Democrata da Califórnia. Ela se referiu a um artigo publicado na imprensa britânica, no ano passado, em que se apresenta possibilidade de grupos de extremistas islâmicos utilizarem o Second Life (e outros metaversos) para atraírem adeptos.

Philip Rosedale foi claro na resposta ao afirmar que "nós nunca vimos nenhuma prova da existência deste tipo de atividade". O fundador do Second Life realçou que sua empresa proibiu algumas atividades, como a jogatina, e todas as transações não-oficiais feitas com a moeda virtual deste mundo, os "lindens", que pode ser trocados por dólares ou outras moedas reais, sem qualquer monitoramento. Vários dos especialistas presentes na audiência defenderam também que a realidade virtual será o próximo grande passo na evolução da Internet.

Origem: Sol.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Terrorismo em mundos virtuais

O governo americano, presta atenção à atividade dos avatares em mundos virtuais, na busca de ações de grupos terroristas. A BBC News revela agora detalhes da operação.

O governo dos EUA iniciou um projeto de desenvolvimento de estratégias para detectar terroristas que estejam utilizando os mundos virtuais. A operação, com o nome de código Reynard, pretende reconhecer comportamentos 'normais' em mundos online e actividades anómalas. Pretendem-se desenvolver técnicas e ferramentas que sirvam os agentes que 'caçam' terroristas e grupos de terror na Net ou em mundos virtuais.

O projeto foi bem recebido pelos especialistas que dedicam-se na perseguição de grupos que utilizam a Web para organizar ou levar a cabo diversos ataques. A BBC News continua informa sobre "um relatório enviado ao Congresso pelo Office Director of National Intelligence (ODNI) que coordena o trabalho das agências de inteligência nos EUA. Nesse relatório, (...) o projeto Reynard é descrito como 'um enorme esforço para estudar o fenômeno emergente das dinâmicas sociais (em particular as terroristas) nos mundos virtuais e nos jogos online de grande divulgação, e as suas implicações para a comunidade.

Ao tornar públicos os dados, os investigadores do projeto Reynard tentarão desenvolver estudos para estabelecer 'normativas comportamentais'. Uma vez identificadas, Reynard poderá então 'aplicar o que se aprendeu para detectar automaticamente comportamentos e ações suspeitos nos mundos virtuais'.

"É um passo muito positivo", afirma Andrew Cochran, fundador e administrador da Counterterrorism Foundation. "Já há alguns anos que seguimos e detectamos a presença da jihad na Internet". Roderick Jones, vice-presidente da Concentric Solutions, afirma que "é um passo muito importante neste momento. Precisamos saber a sua forma de agir para definir novos métodos que podem ser necessários para lidar com novas ameaças, uma vez que os métodos das leis tradicionais não se ajustam mais."

Em resumo, avatares de todo o mundo: mantenham-se atentos às "normativas comportamentais" definidas pela agência americana, sob pena de se tornarem suspeitos e potencialmente vistos como pertencentes a grupos terroristas.

Second Life, como outros mundo virtuais, pelo seu grau de liberdade tem esta virtude: garante uma gigantesca quantidade de postos de trabalho das mais altas patentes da "inteligência" mundial, na tentativa de encontrar "padrões" de comportamento semelhantes aos que atentam contra as liberdades na primeira vida!

Origem: Discursos de Outro Mundo - Dr. Paulo Frias (Universidade do Porto).

Publicidade:

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Governo dos EUA vão ao Second Life para identificar usuários terroristas

Projeto permitirá ao governo norte-americano identificar perfis em mundos virtuais, como o SL e o WoW.

O governo norte-americano em breve levará suas investigações para os universos on-line. Segundo a agência norte-americana de notícias OTR Press, um programa patrulhará os mundos virtuais, como o Second Life e o World of Warcraft, para encontrar possíveis terroristas.

No momento, o projeto batizado como Reynard está em sua primeira fase e começará a analisar o comportamento dos jogadores para traçar um perfil dos terroristas.

Ao estilo de 1984, obra de ficção do escritor britânico George Orwell na qual os indivíduos são monitorados por um “grande irmão”, o governo norte-americano estende sua vigilância a todas as esferas da sociedade para encontrar possíveis terroristas. Desse modo, as autoridades norte-americanas têm como objetivo “detectar automaticamente comportamentos e ações suspeitas no mundo virtual”, diz a revista Wired, citada pela agência de notícias.

De acordo com a Wired, além de diversos sistemas de análise de comportamento, o projeto conta com um programa de “extração e análise de conteúdos” e um software que automaticamente reconhece rostos virtuais, missões e objetos.

Origem: Estadão.com.br
Publicidade:

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

EUA alertam para presença de células terroristas no Second Life

Segundo a IARPA, o metaverso da Linden e outros mundos virtuais podem já estar sendo utilizados para planos de ataque.

Terroristas podem estar utilizando o Second Life, e outros mundos virtuais, para intercâmbio de informações e recrutamento, afirmou ontem o relatório de uma equipe de experts em cybercrime da IARPA, agência governamental de inteligência e pesquisa dos Estados Unidos, subordinada ao DNI (Director of National Intelligence), que há algum tempo vem investigando prováveis atividades destes grupos.

"O mundo virtual é a próxima grande fronteira e, com todo respeito a quem o desenvolve, é um verdadeiro ambiente de 'oeste selvagem'", informou um porta-voz da agência. "Infelizmente, o que começou como um espaço onde as pessoas possam de sociabilizar e trocar informações, além de realizar fantasias, às vezes, impossíveis no mundo físico, está se tornando um local onde extremistas religiosos e políticos estão recrutando, treinando, remunerando e, finalmente, envolvendo pessoas comuns em uma guerra que, a princípio, não é delas. E com total impunidade".

A IARPA recomendou ao governo dos EUA que criem equipes "vermelhas" de inteligência in-world, afim de aperfeiçoar a investigação das ações destes grupos, para assim diagnosticar as ameaças potenciais. A CIA já conta com uma presença oficial no Second Life, em espaço utilizado apenas para teleconferências e treinamentos, por enquanto.

Entretanto, o relatório da IARPA tem sido questionado por militantes de organizações não-governamentais. Jim Dempsey, diretor de política do Centro de Democracia e Tecnlogia, salientou que o governo disse o mesmo, no auge do crescimento dos celulares e da internet. "O que querem é controlar esta tecnologia e torná-la ainda mais fácil de ser monitorada por eles, como já é na atualidade", ele disse. "Quando um governo é ineficaz, qualquer nova tecnologia que aparece é considerada, talvez sem bases de dados consistentes, uma poderosa ferramenta para uso em ameaças à segurança nacional. É preciso, com muita cautela, saber o que é verdade e o que é apenas uma mera paranóia, em cada caso", conclui Dempsey.

Publicidade:

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Prefeitura de São Paulo abre combate à AIDS no carnaval pelo Second Life

Quem visitar o posto na ilha Anhangabaú irá encontrar lá os outdoors da campanha em frente ao Theatro Municipal e poderá pegar sua camiseta de combate à Aids para se preparar para a folia no mundo virtual.

Durante o carnaval, a prefeitura colocará mais de 300 pessoas nos ensaios de escolas, nos terminais rodoviários e no sambódromo para divulgar a campanha “Camisinha na Folia”. Além de informações, serão distribuídos 300 mil preservativos com mensagens de alegria e cuidado.

O mais interessante é que esta já tradicional campanha de prevenção este ano teve sua largada no mundo virtual. De 28 a 30 de janeiro, a prefeitura manteve avatares no seu posto virtual, no Second Life, divulgando a campanha de prevenção e distribuição de preservativos para o mundo real.

Quem visitar o posto na ilha Anhangabaú irá encontrar lá os outdoors da campanha em frente ao Theatro Municipal e poderá pegar sua camiseta de combate à Aids para se preparar para a folia no mundo virtual também. Essa estratégia de lançamento da campanha visa a aproximação de um público mais jovem , difícil de ser atingido por campanhas tradicionais.

No mundo real, haverá distribuição de preservativos nos terminais rodoviários da Barra Funda e do Jabaquara a partir de hoje, até as 21h. No terminal do Tietê a distribuição é feita tradicionalmente por organizações da sociedade civil. No Sambódromo a ação de prevenção "Camisinha na Folia" acontecerá nos dias 1º e 2 de fevereiro, durante o desfile das escolas do Grupo Especial. No dia 8 de fevereiro, a ação se repetirá no Desfile das Campeãs.

Origem: Second Life Informa.
Publicidade:

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

No aniversário de SP, ativistas elogiam ações do município contra a AIDS

Second Life foi destacado como importante mídia de propaganda pra prevenção a doença e outras DSTs.

O mapeamento da doença em São Paulo mostra que, segundo o boletim epidemiológico do município, de 1980 a 2006, foram notificados 64.705 casos de Aids – 62.509 entre adultos e 2.196 entre crianças. Em 2006, o total de novos casos chegou a 1.720 – 1.113 entre os homens e 607 entre as mulheres.

“Acho que o município avançou na rede assistencial e tem conseguido, com os serviços próprios, dar uma assistência adequada. A minha crítica maior pesa sobre a prevenção, que não está à altura da epidemia de São Paulo. Ações próprias deixam a desejar onde existe 1/5 da epidemia do País, então acho necessário mais medidas por parte do município”, disse o ativista Mário Scheffer do Grupo Pela Vidda da capital paulista. Para ele, o município precisa ter autonomia para apoiar ONGs. “O financiamento de verbas continua no Estado, seria necessário uma descentralização maior”, acrescenta.

José Araújo de Lima da AFXB Brasil disse que o Programa Municipal possui uma boa assistência e diz que ele faz “um grande esforço para manter diálogo com a sociedade civil”. Porém, “não existe integração com outros serviços de saúde, principalmente na zona sul da cidade, porque eles não percebem a Aids como parte desse sistema, e o mesmo acontece na periferia”.

O presidente do Gapa de São Paulo, José Carlos Veloso, tem a mesma opinião dos ativistas citados acima. “Considero que na área de assistência das pessoas vivendo com HIV/Aids , o município de São Paulo tem evoluído muito nos últimos anos. Porém, a prefeitura ainda não tem conseguido alcançar um patamar bom na área de prevenção”, critica.

Second Life

Já o médico infectologista Robinson Camargo, que trabalha no serviço de atendimento especializado em DST/Aids de Sapopemba, acredita que o tratamento na cidade é bom e afirma que o Programa Municipal busca alternativas na área de prevenção. “Atualmente estamos investindo em uma nova mídia, a internet, em ‘prevenção à distância’, com o site Second Life. Isso não quer dizer que estamos deixando as outras mídias , na verdade estamos pensando cada vez mais em ampliar o trabalho na área de prevenção descobrindo novos caminhos e novas formas de atingir o maior número de pessoas”, explicou.

Escrito por Rodrigo Vasconcellos e Talita Martins, para a Agência Aids.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Vicenza é a primeira província italiana no Second Life

Iniciativa oficial do governo italiano visa "derrubar distâncias" entre os públicos interessados na cultura italiana.

A província de Vicenza, que anunciou esta semana sua chegada ao Second Life, se tornou a primeira administração pública italiana a se apresentar em uma conferência de imprensa na comunidade virtual. E pela primeira vez o presidente da província e um assessor realizaram seu discurso dialogando com alguns jornalistas que estavam presentes materialmente na sala de imprensa e com outros que estavam presentes virtualmente no Second Life.

"É um importante dia de mudança. Inauguramos um novo modo de comunicar que nos permite derrubar as distâncias físicas", declarou o presidente da província, Attilio Schneck, através do seu avatar (personagem virtual). "Espero que esta iniciativa nos permita interagir de modo mais rápido com outros entes públicos, especialmente as prefeituras que coordenamos, além, naturalmente, dos cidadãos", acrescentou.

"A promoção do nosso território é apenas um dos objetivos que pretendemos atingir com esta operação, que pretende ir muito além, oferecendo serviços aos cidadãos e propondo convênios e cursos de formação a distância para funcionários públicos", explicou o assessor provincial Andrea Pellizzari, salientando que o investimento econômico feito foi de cerca de 30 mil euros.

Origem: Ansa Latina.
Publicidade:

domingo, 20 de janeiro de 2008

Por quê a NASA quer seu próprio metaverso?

A NASA quer ter um mundo virtual e game só seu, para usar de forma educativa. A experiência do Second Life e do Whyville, onde ensaia colaboração com os usuárioss, será levada ainda mais longe.

A NASA lançou nesta última semana um RFI (Request for Information), uma consulta pública ao mercado, solicitando das empresas da área respostas que permitam à agência espacial norte-americana definir a forma como vai organizar sua presença nos MMOG (Massive Multiplayer Online Games, também referidos como MMOs), com um game próprio. Espera ter respostas até meados de Fevereiro, para em Março determinar o que a sua área de LT (Learning Technologies) vai fazer (ver em ipp.gsfc.nasa.gov/mmo).

O projeto LT na NASA suporta pesquisas e aplicação de tecnologias que melhorem a educação em áreas chave para a agência espacial: ciência, tecnologia, engenharia e matemática, a STEM (de Science, Technology, Engineering e Mathematics). É uma forma simples de incrementar o número de estudantes naquelas áreas em que os responsáveis pretendem associar o jogo como uma forma informal de ampliar conhecimentos.

Jogo educativo

A NASA pretende que empresas com evidente experiência no setor dos jogos online, para múltiplos jogadores, respondam à sua iniciativa como forma de determinar um potencial parceiro para a criação de um MMO. Segundo os responsáveis da agência, "um ambiente de jogo de elevada qualidade é um elemento vital à estrutura educativa da NASA. Esse novo mundo sintético seria um espaço de colaboração, encontro e, simultaneamente, um jogo do mesmo tipo daqueles que os jovens estudantes americanos tão bem conhecem. Jogos e desafios dentro do MMO envolveriam os estudantes de uma forma ao mesmo tempo familiar e confortável para a maioria deles. Ao mesmo tempo, a participação no MMO tornaria os estudantes mais conhecedores do STEM, ao mesmo tempo que recrutaria outros jovens para estudarem nas áreas educativas cobertas."

O jogo online permite, segundo a NASA, "fomentar a exploração de oportunidades de carreira, de um modo mais profundo do que exclusivamente a leitura pode oferecer e por uma fração do custo e tempo de um programa tradicional". A NASA espera, através da consulta, obter sugestões em torno do que deve ser um MMO educativo, como é possível conciliar esforços educativos formais e informais, e como esse universo virtual deve se conectar às missões em andamento e futuras da NASA.

Poder dos jogos

Esta decisão da NASA de avançar a toda a velocidade na construção do seu próprio mundo virtual tem como suporte a experiência colaborativa da agência no Second Life e, até certo, ponto, no metaverso Whyville. Os responsáveis de diferentes departamentos da agência concordam que os mundos sintéticos se tornaram uma poderosa ferramenta de experimentação, em um leque de temas complexos, e salientam que mundos virtuais integrando simulações corretas permitem aos alunos ensaiar processos como as reações químicas em células vivas, a reparação e operação de equipamentos caríssimos, experimentar a microgravidade, tornando fácil a aprendizagem de conceitos complexos e a sua transferência para problemas práticos.

Os MMO ajudam os jogadores a desenvolver e exercitar um conjunto de capacidades - pensamento, planejamento, aprendizagem - cada vez mais procurado no mercado de trabalho. Pensamento estratégico, análise interpretativa, resolução de problemas, formulação e execução de planos, criação de equipes e cooperação, além da capacidade adaptativa a mudanças rápidas são valores comuns que os jogadores de títulos como Warcraft, Eve Online ou Lord of the Rings conhecem e praticam bem, mesmo que alguns estejam "apenas jogando".

A NASA admite que o poder dos jogos como ferramentas educativas está rapidamente sendo reconhecido e por isso mesmo pretende ter o seu próprio mundo virtual/jogo, um universo persistente que funciona como um laboratório educativo, ferramenta de visualização e espaço de colaboração capaz de atrair os usuários. Porque, no fundo no fundo, sabem que se trata de um jogo.

Forterra e Space-Shuttle

As respostas à consulta da NASA já estão sendo preparadas. A reportagem contatou Chris Badger, vice-presidente da área de marketing da Forterra, que confirmou estar preparando uma resposta ao RFI lançado. A Forterra é a responsável pelo sistema "Olive" (On-Line Interactive Virtual Environment), um programa informatizado que permite a criação de soluções realistas, colaborativas e tridimensionais para a Internet, e que tanto pode ser usado para o treino de pessoal hospitalar como de forças antiterroristas. A Forterra cria mundos virtuais para clientes públicos e privados, para fins específicos no treino de pessoas em singularidade ou milhares de pessoas ligadas em rede.

O exemplo da Forterra não é único. De fato, jogos como o ainda em desenvolvimento Space Shuttle Simulator, que a reportagem tem acompanhado, podem servir para treinar tripulações nas operações mais complexas do vaivém americano. O programa, criado pela Exciting Simulations, é uma completa reprodução do cockpit do ônibus espacial, oferecendo aos usuários a oportunidade de ensaiarem as manobras de descolagem a partir do solo, no espaço e no retorno à Terra, realizadas nas missões americanas ao espaço. Além do carácter histórico do programa, existe um fator de aprendizado que pode poupar milhares de dólares no treino de astronautas. É esse tipo de solução que a NASA aparenta procurar neste momento, ciente de que o estado da tecnologia informática permite, finalmente, usar a experiência virtual para que o quotidiano no mundo real seja melhor.

Escrito por José Antunes, para o Expresso Clix.
Publicidade:

sábado, 19 de janeiro de 2008

Nasa quer 'mundo virtual' para achar novos funcionários

Jogo on-line simularia missões reais e ajudaria na busca pela próxima geração de cientistas.

A Nasa (a agência espacial americana) está analisando a possibilidade de desenvolvimento de um grande jogo de realidade virtual on-line, com múltiplos jogadores. O mundo virtual estaria voltado para estudantes e iria "simular missões reais científicas e de engenharia da Nasa".


A agência já publicou um "pedido de informações" para organizações interessadas no desenvolvimento da nova plataforma. A agência acredita que o jogo iria ajudar a encontrar a próxima geração de cientistas e engenheiros necessários para alcançar sua "visão para a exploração do espaço".

"Um ambiente de jogos de alta qualidade é um elemento vital na estrutura cibernética e educacional da Nasa", afirma o pedido de informações da Nasa. "O jogo on-line vai abrir oportunidades de carreira de uma forma muito mais profunda do que apenas com leitura e tomando apenas uma parte do tempo e custo necessários para um programa de estágios."

Missão espacial

Esta última proposta foi publicada pelo Escritório de Projetos de Tecnologia em Aprendizado da Nasa, que dá apoio e desenvolve projetos educacionais para promover ciência e tecnologia. A agência pediu uma resposta à sua proposta até o dia 15 de fevereiro. "Mundos virtuais com simulações cientificamente precisas podem permitir aos alunos lidarem com reações químicas em células vivas, treinar reparos em equipamentos caros e experimentar a microgravidade", afirmou a proposta.

Outras organizações, como as Forças Armadas dos Estados Unidos, já usam jogos on-line como uma ferramenta de recrutamento. O Exército americano, por exemplo, introduz os jogadores aos "Sete Valores Centrais do Exército" e, atualmente, alega ter um dos jogos de computador "mais populares do mundo".

Second Life

A Nasa já marca presença no mundo virtual: é dona de uma ilha no mundo virtual Second Life, onde pessoas e grupos que têm interesse no programa espacial da agência podem se reunir, discutir idéias e realizar experiências. O CoLab, como a ilha é chamada, foi criada por cientistas no Centro de Pesquisas Ames da Nasa em San Francisco. A agência espera que o ambiente possa permitir que o público participe de missões virtuais no futuro.

"Estamos trabalhando muito na Nasa para criar oportunidades para o que eu chamaria de exploração participativa", disse o diretor de projeto, Simon Worden. "Estamos analisando como esta ilha pode ser um portal para que todos participem de missões espaciais. Quando a próxima pessoa pisar na superfície da Lua na próxima década, seu avatar poderá estar com ele", disse Worden durante uma conferência em 2007.

Origem: BBC Brasil.

domingo, 13 de janeiro de 2008

Mundos virtuais devem unir astronautas com suas famílias

Os astronautas utilizarão mundos virtuais para quebrarem o isolamento, anunciou a Wired neste mês, confirmando aquilo que a NASA sinalizou em Maio, ao entrar no Second Life de forma muito ativa.

A NASA está seriamente interessada em usar o Second Life como uma fronteira de tecnologia e comunicação, afirma Jessy Cowan-Sharp, do Ames Research Center, da NASA.

Jessy é o avatar DragonFire Kelly - que no Second Life ajudou a criar o NASA Colab, uma imensa ilha com informação oficial e experiências da NASA, abertas ao público em geral. Ele afirmou, em entrevista à MSNBC, que quem olhar com atenção para o Second Life perceberá que se trata de "um conjunto de ferramentas que permitem fazer tudo o que se deseja. Há muito mais coisas para acontecerem no Second Life, do que em outros jogos".

Ante estes sinais, seria de esperar que a ESA, a agência espacial européia, tomasse também alguma iniciativa de aproveitamento dos mundos virtuais - Second Life sobretudo, dadas as suas capacidades de modelação - para mostrar seu trabalho. Mas o site da ESA é completamente omisso quando se pesquisa por mundos virtuais, em seu motor de busca incorporado.

Provando que a NASA e a ESA estão, neste aspecto, em posições distintas, a NASA acaba de lançar um novo sinal do entusiasmo com que, em Maio, avançou para a conquista do espaço virtual e, mais recentemente, sugeriu sua aplicação nas comunicações entre os astronautas, enquanto no espaço, e o público em geral.

Agora, em declarações para um artigo da revista Wired, sobre o Second Life (depois de ter contratado um repórter para escrever mal sobre o mundo virtual, a revista confessou o fato e parece tentar consertar seu erro), Jessy Cowan-Sharp adianta que "os mundos virtuais terão um papel chave na volta dos astronautas à Lua e na exploração de Marte".

"Phone home"

De fato, tal como nos referimos semanas atrás, a NASA pretende usar os mundos virtuais para conectar os astronautas em missão, ao público em geral, permitindo que pessoas comuns participem mais diretamente nas missões espaciais. Mas com a longa missão a Marte começando a tomar forma, a agência espacial americana acha que pode levar mais longe o uso de ferramentas como o Second Life, propondo-se a usar um mundo virtual como forma dos astronautas manterem uma ligação às suas famílias durante a longa ausência, calculado em 800 dias.

Jeanne Holm, do Jet Propulsion Laboratory, afirmou ao Wired que "pretendemos que os nossos astronautas "telefonem para casa" de uma forma que lhes permita sentarem-se à mesa de jantar com a família, ajudar as crianças com o trabalho de casa e analisar as últimos descobertas em conjunto com os seus colegas na Terra." Os especialistas da NASA acham que essa é a forma correta de lidar com os problemas psicológicos causados pela separação e pelo confinamento. Esse "phone home" recorda-nos a quase súplica do E.T. do filme de Steven Spielberg, que ficou famosa, e sugere que a ficção se antecipou, uma vez mais, à realidade. Talvez o E.T. também "telefonasse", como os astronautas irão fazer.

Vá a Marte

Enquanto a NASA cria um mundo virtual capaz de servir para suas finalidades, uma espécie de salada de Second Life com World of Warcraft - segundo a Wired - e cria na Terra um espaço onde os astronautas poderão treinar como se estivessem em Marte, os visitantes do SL já podem apreciar uma fatia da história passada da exploração de Marte, com a sonda Viking e os Rovers usados no planeta.

A réplica de uma cratera marciana (Victoria), e escala 1:3 - se fosse na escala real ocuparia 9 ilhas - é um dos frutos da colaboração entre os residentes do Second Life e a NASA. Para o visitante é uma experiência única, no qual toda a família é convidada. É de fato com alguma emoção que se visita, mesmo que de forma virtual, Marte, pisando o terreno mesmo antes dos astronautas lá chegarem. Não hesite, faça o download do navegador SL ainda neste fim-de-semana, instale-o e inscreva-se - é grátis. Tecle então NASA no mecanismo de busca e teleporte-se para a ilha da agência espacial. A viagem começa ali.

Escrito por José Antunes, para o Expresso Clix.
Publicidade:

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Marinha da França usa o Second Life para recrutar jovens

Uma fragata da Marinha francesa acostou no mundo virtual Second Life com o objetivo de estimular jovens a ingressar na carreira.

A Marinha da França pretende recrutar cerca de 4 mil pessoas em 2008 e avalia que o Second Life, simulador da vida real que já reúne uma comunidade de 11 milhões de pessoas, é uma "forma original de apresentar suas missões a jovens curiosos que poderão se tornar os marinheiros de amanhã".

Na fragata digital, criada por especialistas em informática, os visitantes do Second Life podem fazer perguntas sobre a carreira, durante 24 horas por dia, a uma equipe de marinheiros de verdade. À noite, também estão previstos fóruns de discussão com comandantes, pilotos da Aeronáutica e nadadores de combate.

'Original'

Esta é a primeira vez que o Ministério da Defesa da França, ao qual está integrada a Marinha, utiliza o Second Life para recrutar pessoas. "Visitar um barco é a melhor forma de mostrar explicitamente a profissão que oferecemos", afirma o comandante Loïc Finaz, responsável pelas contratações da Marinha da França.

"É uma boa maneira de fazer escalas em lugares onde não temos o hábito de acostar, já que podemos entrar diretamente em contato com jovens de todo o país", acrescentou Finaz. "Talvez um dia abriremos escritórios de recrutamento no Second Life." A Marinha francesa também organiza um concurso que dará a um dos internautas como prêmio uma viagem a bordo de uma fragata de verdade.

"O Second Life permite entrar em contato a Marinha de uma maneira original", diz Stanislas Gentien, chefe do recrutamento online da Marinha francesa. "São jovens curiosos e que se interessam pelas novas tecnologias e espaços virtuais e que podem descobrir a Marinha de uma nova forma." A fragata "Marinha Nacional" fará escala no Second Life até o dia 4 de dezembro.

Clique aqui para visitar a fragata da Marinha francesa.
Clique aqui para ver a galeria de fotos do recrutamento virtual.
Clique aqui para acessar o site oficial do recrutamento.

Assista um vídeo promocional da Marinha Francesa:



Origem: BBC Brasil.
Prefeitura de São Paulo usa Second Life para campanha contra o HIV

Posto de saúde virtual será inaugurado hoje, às 13h30, na Ilha Anhangabaú. Objetivo é conscientizar os jovens para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, através do uso da camisinha.

"Use a kbça e não eskeça a camisinha! Pq a aids mata". Se você tem mais de 40 anos, talvez não tenha entendido a grafia da frase acima. Mas é justamente com a linguagem típica dos adolescentes que a Prefeitura quer falar sobre a prevenção do HIV, vírus transmissor da aids. A mudança no perfil da doença indica que essa parcela da população merece atenção diferenciada, especialmente o sexo feminino. Novos dados da capital paulista, que serão divulgados hoje, mostram que no ano passado foi registrado o dobro de meninas infectadas pelo vírus entre 13 e 19 anos, em relação aos meninos nessa mesma faixa etária.


Para conter os riscos de contágio entre os mais jovens, a nova arma municipal é usar a tecnologia. Também hoje, véspera do Dia Mundial de Combate à Aids, será inaugurado um posto de saúde totalmente diferente. O endereço é o Second Life, ambiente virtual que simula aspectos da vida real do ser humano no computador (saiba mais ao lado). “É uma estratégia para atrair os mais novos. O jovem não quer ter palestra sobre o assunto, não quer ouvir um médico careta. Eles precisam de uma política que esteja inserida em sua cultura”, afirma Cristina Abbate, coordenadora do programa municipal de Aids.

O pacote de medidas preventivas para os adolescentes é composto ainda de peças de teatro sobre o tema, do lançamento de um livro com informações e relatos de meninos e meninas que convivem com a aids, além de agentes de saúde bem diferentes dos tradicionais.

Na semana passada, o boletim divulgado pelo Ministério da Saúde já havia chamado atenção para a incidência de aids entre adolescentes. “É uma geração que nasceu depois do boom da epidemia. Eles não viram as pessoas morrendo”, aponta Antônio Carlos Egypto - coordenador do Grupo de Trabalho e Pesquisa em Orientação Sexual -, como uma justificativa para o “relaxamento” do jovem na hora de pensar em preservativo.

Os novos dados municipais confirmam um certo controle da alta infecção pelo vírus HIV. O número de novos casos notificados de aids na capital caiu 30% entre 2005 e 2006, passando de 2.236 registros para 1.720 no ano passado. O posto de saúde nesse mundo virtual será inaugurado hoje, às 13h30. O local é o Anhangabaú, que simula até os mesmos prédios da região de verdade. Nele, um agente vai trabalhar todos os dias e tirar dúvida sobre aids e DST. As coordenadas são MLBR Anhangabau 1 (25, 129, 36).

Clique aqui, para visitar o local agora mesmo.

Origem: Agência Estado.
Publicidade: