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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

BEM VINDO AO ZOO!


BEM VINDO AO ZOO!

Olá amigos leitores!

Você conhece a maioria dos animais existentes no mundo? Será que você está assistindo Discovery Channel regularmente? Que tal testar seus conhecimentos?

Bem amigos, andando pelo Second Life acabei encontrando uma ilha muito interessante. Chama-se Zoo World! Um lugar repleto de animais com uma riqueza de detalhes impressionante!. O grande diferencial desse Zoo é que todos eles tem sua descrição, como de onde eles habitam , se hoje eles estão em extinção, e desde quando eles estão nessa situação.



O lugar é belissimo, pessoas chegando o tempo todo. O lag  persegue você por todos os lados, mas não seria por menos, pela quantidade de animais e scripts na ilha, seria até um tanto estranho não sentir o famoso lag. Mas isso é apenas um detalhe. Aguarde um pouco tudo carregar e poderá caminhar tranquilamente.

Você pode explorar todo o parque e tirar belissimas fotos para postar nas redes sociais ou se exibir para seus amigos.

Quem sabe você não faz algo diferente hoje? Vai ficar fazendo sempre as mesmas coisas no Second Life? Porque não conhecer um pouco o que a natureza pode oferecer?

Reuna seus amigos, passe algumas horas ao lado desses animais incriveis. Com certeza você sairá de lá muito mais relaxado!

Venha desvendar os mistérios de Zoo World!

Nos Vemos no Second Life!

Clique aqui para teleportar para Zoo World

















Origem: www.mundolinden.net
"Second Life Fácil"

sábado, 29 de março de 2008

Blog dá dicas para ter um avatar chic no Second Life

O SL Fashion Police traz "o melhor do pior" para seus leitores ficarem literalmente chocados com as escolhas péssimas de alguns avatares para circular no metaverso.

Encontrar aberrações fashion nas ruas do mundo real não exige muito trabalho. È fácil ver pessoas, principalmente mulheres, usando modelitos que nada contribuem para o bom-gosto. Dentro do Second Life a coisa toma proporções ainda maiores: como os avatares podem ser moldados à vontade do usuário, os exageros são freqüentes.

O blog SL Fashion Police traz "o melhor do pior" para seus leitores ficarem literalmente chocados com as escolhas péssimas de alguns avatares para circular no metaverso. Provavelmente o gosto pessoal do usuário está impresso em seu avatar, salvo aqueles que constroem avatares feios por vontade própria. Não é fácil montar um estilo próprio em um lugar onde há tantos estilos disponíveis e customizáveis. E para os autores do blog existem algumas regrinhas de estilo a serem seguidas para salvar estes avatares com guarda-roupa disfuncional:

• Regra nº1: Corpos desproporcionais. Para aumentar ou diminuir todas as medidas basta abrir a tela de edição de aparência e puxar um botão. Aí está o problema, já que as pessoas têm mania de misturar tudo o que acham bonito de uma vez só. O que se cria então são avatares deformados, com costas largas, peitos gigantes, traseiros avantajados, cintura finíssima, mãos e pés minúsculos, pernas atrofiadas e cabeças gigantes. Verdadeiros alienígenas. Se a intenção do usuário era ficar "bonito" e não parecer um refugo de lixo pixelado, é bom entender as proporções de um corpo humano.

• Regra nº2: Cuidado com os brilhos. O metaverso possui muitos recursos gráficos e um deles é dar a característica "pisca-pisca" para vários itens, principalmente jóias e sapatos. Este efeito é tido pelas fashionistas virtuais com uma das coisas mais cafonas já inventadas. Há aberrações brilhantes em muitos lugares, homens e mulheres usando centenas de itens que brilham ao mesmo tempo, no pescoço, nos pés, nas mãos, no cinto e até no rosto. Uma árvore de Natal ambulante não é sinônimo de chic.

• Regra nº3: Pele oleosa. Muitos usários escolhem skins com aparência oleosa, como se houvessem acabado de nadar em uma piscina de gordura. Esta pele oleosa é vendida em muitas lojas de artigos sexuais no Second Life e parece fazer sucesso. A idéia é ficar mais sensual, mas na verdade a textura fica artificial e prejudica muito o visual do avatar.

O exagero é o inimigo do bom-gosto e até acabar provando dúvidas. O boato que corre entre muitos usuários do SL é que avatares femininos exagerados, com peitos e traseiros descomunais, são na vida real, homens. E avatares masculinos muito andróginos ou exageradamente enfeitados são, na vida real, mulheres. Então é melhor tomar muito cuidado com a aparência do seu avatar!

Acesse agora o SL Fashion Police: http://slfashionpolice.com


Origem: Second Life Informa.
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sexta-feira, 28 de março de 2008

Myrl lançará primeira rede social multi-metaverso da web

Em estágio beta, o serviço promete atualização de informações dos avatares simultaneamente com o seu metaverso, em tempo real. Por enquanto, apenas o Second Life e o There.com são compatíveis.

Quem está acostumado a publicar informações de seu avatar no Orkut, em breve terá uma nova opção feita sob medida para quem quer participar de uma rede social na internet, inteiramente voltada para usuários de mundos virtuais. O Myrl.com é um site de relacionamentos baseado em avatares usuários de metaversos. É o primeiro do gênero que pode conectar seu personagem com múltiplos mundos virtuais e com a web.

Como no Orkut, e ainda em estágio beta, o Myrl se apóia na colaboração e na troca de experiências e afinidades. O usuário pode compartilhar sua vida virtual, oferecendo aos amigos informações do seu avatar a partir dos servidores dos metaversos compatíveis a esta rede social. Os avatares também possuem uma espécie de 'ranking de boa aceitação e amizades', que aqui é denominado "kharma". Quanto maior e melhor for seu kharma, mais destaque seu avatar terá nas páginas públicas do Myrl.

Dentre outros recursos que o Myrl.com oferece, destacam-se: 1 - conhecer avatares do seu mundo virtual ou de outro metaverso; 2 - possibilidade de criar sua própria rede social particular; 3 - Descobrir e compartilhar as coisas que mais gosta; 4 - promover e recomendar lugares, pessoas, eventos e negócios; e 5 - promover seu novo negócio virtual através da web, pelas páginas do Myrl.

Por estar ainda em estágio beta, e sofrendo constantes atualizações de códigos, o site se conecta apenas ao SL e ao There.com. Contudo, nas próximas semanas está prometido que o Myrl irá, gradativamente, também se conectar a outros metaversos conhecidos, como o OpenSim, o Entropia, o Active Worlds, o Kaneva, o HiPiHi e o Vastas Park. Apesar de usuários críticos mencionarem que já colocaram seus avatares em outras redes sociais, como o Orkut, Facebook e MySpace, especialistas neste comportamento acham que o Myrl é diferente em dois aspectos: é compativelmente multi-metaverso e exclusivamente voltado para avatares. Vale a pena experimentar.

Para se cadastrar no Myrl, clique aqui e envie seu e-mail, para receber um código de ativação da sua conta.
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terça-feira, 4 de março de 2008

Nova Mainland Brasil permite trocar Lindens por Reais

O novo website da empresa promove a automatização completa de ações, para agilizar serviços de cobrança e pagamentos por usuários nacionais, além de serviços de faturamento, com muito mais segurança para os empreendimentos.

Quase um ano depois da chegada do Second Life no Brasil, o novo website da Mainland Brasil recebeu uma reforma que inclui novos serviços direcionados ao usuário empreendedor do metaverso. A principal novidade é a introdução do mercado de Linden Dólares da Mainland Brasil, que deixará a conversão de moedas mais prática e fácil ao oferecer troca de lindens por reais aos usuários brasileiros.


Seguindo a maré internacional que gera bons lucros em circulação monetária no metaverso, os brasileiros podem finalmente interagir com o Second Life e se tornarem verdadeiros empreendedores virtuais. "Milhares de pessoas no mundo todo, bem como centenas de brasileiros, já complementam as suas rendas ou vivem, exclusivamente, dos lucros obtidos em empreendimentos no Second Life e na Mainland Brasil. Com essa nova facilidade da Mainland Brasil, as oportunidades de lucro ficam ainda maiores e mais acessíveis", diz Maurílio Shintati, CEO da KAIZEN Games.

Os empreendedores imobiliários também foram beneficiados com novos serviços completos com compra, locação e leilão de terrenos e ilhas virtuais. Para entrar neste mercado, o usuário pode adquirir terrenos ou uma ilha inteira e criar seu próprio empreendimento e inclusive agregar valor às suas terras.

O novo website promove ainda a automatização completa de ações, para agilizar serviços de cobrança e pagamentos por usuários nacionais, além de serviços de faturamento com muito mais segurança para os empreendimentos que vão de pequenas lojas até grandes conglomerados de ilhas e shoppings. Aproveitando as novidades do mercado, foi lançado também o exclusivo sistema de publicidade nowebsite e in-world, que acompanha as tendências mais populares da internet. "Todo empreendimento no metaverso, à semelhança do mercado convencional, necessita ser divulgado para tornar-se conhecido pelos seus futuros clientes", justifica Shintati.

A Mainland Brasil também tem novidades nos planos de assinatura que visam atender melhor aos diferentes perfis de usuário: a conta Básica continua sendo gratuita e permite que os novos residentes explorem livremente os recursos do metaverso e desfrutem de todos os conteúdos e serviços. Já a conta VIP, ideal para aquele usuário que já tem certa experiência no metaverso e mais necessidade de interação, oferece ao residente assinante uma semanada de L$ 150 (cento e cinqüenta Linden Dólares), suporte técnico da equipe da Mainland Brasil e direito a participação em eventos e promoções exclusivas para assinantes. O valor da mensalidade da conta VIP é de R$ 9,90.

A atual conta Premium foi modificada e agora se destina aos usuários que querem fixar a sua residência no metaverso, para receber os seus amigos e compartilhar informações com a sua comunidade. O valor da mensalidade da conta Premium é de R$ 19,90 e dá ao assinante uma semanada de L$ 300 (trezentos Linden Dólares). Já a nova conta Empreendedor, que custa R$ 29,90, é voltada para os residentes empreendedores da Mainland Brasil e fornece acesso a todos os serviços necessários ao desenvolvimento de negócios no Second Life (compra, venda e leilão de terras e ilhas virtuais). A semanada da conta Empreendedor é de L$ 500 (quinhentos Linden Dólares). Visite agora a Mainland Brasil para conhecer todas essas mudanças e aproveitar que todas as ilhas e terrenos estão com preços promocionais de lançamento com descontos de até 50%.

Origem: Second Life Informa.
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segunda-feira, 3 de março de 2008

realXtend lança o melhor pacote para metaversos livres da atualidade

Baseado na plataforma OpenSim, time de programadores lançam simultaneamente um servidor avançado de região e o primeiro navegador 3D desenvolvido especialmente para esta plataforma. O realXtend, além de também acessar o grid da Linden, já permite utilizar páginas web como textura dinâmica nos primitives.

Apenas duas semanas após o lançamento da sua primeira versão, o realXtend acaba de lançar a nova versão 0,2 do seu pacote de viabilização de mundos virtuais. Desta forma, se disponibilizou aquilo que, até o momento, é a melhor e mais completa solução para que qualquer interessado crie e disponibilize publicamente seu próprio metaverso. Este kit, antigamente composto apenas de um navegador 3D de código aberto, agora assume o projeto OpenSim, fornecendo um servidor com alto grau de avanço, completo e com muito mais recursos que o original, conhecido por "Standalone Server". O realXtend inclui agora novas características essenciais, como servidor de inventário pré-configurado e personalização livre de avatar.

Navegador reaXtend permite acessar grids da Linden e do OpenSim

O realXtend é um agrupamento de novas e antigas idéias, com o objetivo de se criar um produto revolucionário, combinando as melhores delas. Muita gente tem aguardado, com o advento do OpenSim, que alguém disponibilizasse um produto pronto com as tecnologias mais populares dos mundos virtuais. O que destaca o realXtend é a possibilidade de personalização do seu personagem e poder trafegar facilmente entre regiões com uso de seus servidores (a nível de software). Ou seja, a criação de um grid é mais fácil neste caso e a movimentação de objetos entre regiões parece ter sido solucionada. Muitos consideram o realXtend a solução definitiva para os adeptos do "Second Life livre".

"Temos feito testes e eliminado erros, tantos quantos possíveis, e temos algumas novas características principais. Uma delas é o nosso sistema de Avatar. Rodando pela nossa solução, os avatares foram totalmente redesenhados para suportarem sua tranferência entre uma região ou outra, ou mesmo entre grids diferentes. Nas plataformas mais antiquadas, isso não era possível. Desta forma, o avatar ficava 'preso' a um mundo único", é o que afirma a gerente de projetos da realXtend, Jani Pirkola.

Personalização de avatares e teleporte

Pelo 'real', um avatar agora pode ser projetado com um pacote de modelagem 3D utilizado por designers profissionais e animadores. "A concepção e a animação de um avatar, com qualidade humana, é algo difícil. O que fizemos, então, foi fornecer avatares padrão, bem desenvolvidos, dando amostras aos novos profissionais para que estes saibam qual caminho devem trilhar, sem precisar 'encontrá-lo' primeiro. Também estamos produzindo as ferramentas para modificações destes avatares, na esperança de ver grandes personagens sendo produzidos", disse Pirkola.

Servidor conta com ilha totalmente montada, inventário ativo e é compatível com o Windlight

A realXtend lembra que outra característica importante em implementação é a do teleporte entre regiões e grids diferentes, com o mesmo avatar e inventários. O processo está bem avançado e, entre os resultados previstos, a possibilidade técnica e definitiva no qual avatares OpenSim poderão 'adentrar' no grid Second Life, da Linden Lab, e vice versa. Espera-se que o sistema de teleporte avançado multi-grid esteja pronto ainda no primeiro semestre de 2008.

Navegador 3D

"A realXtend adotou o uso de licenças BSD para todos os componentes do servidor e do navegador. Fizemos isso ao observar que, cada vez mais, as empresas estão rejeitando softwares e soluções com licenciamento restritivo, o que não permite a personalização de um determinado sistema para a realidade corporativa do cliente", comenta Jani Pirkola. Segundo ela, o realXtend começou primeiramente no desenvolvimento de um navegador 3D alternativo ao do oficial Second Life, utilizando-se das licenças de código aberto liberadas pela Linden e, com isso, tentar trazer uma experiência mais avançada de navegação dos mundos virtuais, além de criar navegadores personalizados para seus clientes potenciais.

realXtend permite o uso de páginas web como texturas dinâmicas nos primitives

Assim como o 'server', o navegador 3D da realXtend está com seu desenvolvimento bem avançado, contando com praticamente todos os recursos de seu similar oficial. Navegação web na tela do próprio programa, personalização através de 'peles' e um código extremamente 'enxuto', com menor consumo de memória, são os destaques. Mas o que chama mesmo a atenção é que o realXtend se antecipou ao Second Life e já permite que usuários utilizem páginas web para gerar texturas dinâmicas para os primitives. Porém, apenas através dos grids remotos ou locais, rodando o servidor do mesmo fabricante. Espera-se que a Linden compatibilize este recurso, no grid oficial, em breve.

Pirkola diz que o projeto do navegador deu uma pequena pausa, com o surgimento da plataforma OpenSim. Neste momento, a realXtend mudou seu foco e passou a trabalhar paralelamente com o navegador e o servidor. O objetivo, com isso, era criar um produto único e livre, que permitisse a qualquer empresa construir seu próprio metaverso, com um grid no tamanho da sua realidade e nível de investimento. Em todos os momentos, o desenvolvimento foi feito baseado nas licenças BSD pois, como no Linux, a idéia da realXtend é vender 'consultorias' e não o produto em si, que é grátis e pode ser baixado a qualquer momento.

"A visão de futuro do realXtend é a mesma. A internet 3D vai acontecer e queremos antecipar isso hoje. Todos estamos acostumados a utilizar uma internet 2D que já se mostra entediante. Nossa abordagem é a de que a rede mundial pode se tornar um ambiente fantástico, permitindo que todos tenham uma experiência de realidade virtual para entrenimento e utilidade profissional. Estamos comprometidos, com o aporte de investimentos de empresas interessadas, em tornar nosso produto livre um impulsionador para esta nova realidade, ao alcance de qualquer pessoa que deseja um 'algo mais' da internet. Continuem visitando nosso site para se manterem informados, em primeira mão, sobre estas novidades", convida a gestora do projeto.

Site do projeto: www.realxtend.org
Download do navegador e do servidor (v0.2): clique aqui.
Galeria de fotos: clique aqui.

O Mundo Linden criou um fórum oficial de discussão sobre OpenSim no Orkut. Participe!
www.orkut.com/Community.aspx?cmm=44839152


Assista o vídeo oficial do realXtend:



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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Banidos do Second Life, banqueiros estão migrando para a plataforma OpenSim

Grids não oficiais já experimentam um aporte monetário nunca antes visto, possibilitando em breve um grande salto de crescimento. "Rejeitados" prometem criar um grid maior que o próprio Second Life da Linden.

Há cerca de um mês, Steve Smith, do BCX Bank, teve que encerrar suas operações no Second Life por conta da proibição de atividades bancárias não oficiais impostas pela Linden Lab. Só que ele não desistiu de trabalhar com mundos virtuais. Smith acaba de adquirir 11 ilhas pelo Central Grid, um dos grids não-oficiais SL baseados na plataforma OpenSim, que cresce rapidamente. No Central Grid, ele espera retomar a expansão de seu "império financeiro" de uma forma nunca antes permitida no Second Life. Não só prometendo remuneração de juros aos depósitos dos residentes, como a emissão de sua própria moeda, semelhante ao Linden Dólar, ainda não confirmada e com o nome de "Central Grid Dólar" (CG$).

"A proibição nos obrigou a reavaliar conceitos e acelerar um pouco as nossas metas", disse Smith em reportagem à Reuters. Ele não dá detalhes do seu plano de trabalho, mas sabe-se que a BCX pretende abrir a venda da sua moeda "CG$" para todas as economias e mercados mundiais do mundo virtual interessados, além de legalizá-la no órgão regulador financeiro americano (Fed). "Ao contrário da Linden, não vamos emitir dinheiro extra, a não ser que o governo dos EUA nos permita".

No primeiro semestre de 2007, o Second Life experimentou uma explosão de crescimento de usuários, atraídos pelo conceito libertário do "Seu Mundo, Sua Imaginação". Porém, este sucesso atraiu o olhar crítico de meios de comunicação e dos governos do mundo real, alertando e sugerindo sanções à Linden Lab, caso esta não tomasse o controle da jogatina, da pedofilia e das atividades financeiras não-regulamentadas, proporcionalmente crescentes. Entre os residentes "de bem" do Second Life, aumentou a preocupação com estas questões éticas e com as suas finanças, principalmente depois da quebra da "Ginko Financial", que provocou um grande impacto no crescimento do SL, em marcha lenta desde então.

Para os antigos bancos do Second Life, o OpenSim oferece uma forma de permanecer no mercado virtual financeiro, sem necessitar da aprovação (agora prévia) da Linden Lab. Smith, por exemplo, também planeja a compra de ilhas no também crescente OpenLife Grid. Parece, inclusive, que um concorrente dele, BNT Financial, estará se mudando para o OpenSim nas próximas semanas.

Apesar de ser visto com absoluta desconfiança por especialistas, o investimento pesado que Smith está fazendo, no Central Grid, representa uma grande vitória para os grids não-oficiais OpenSim. Desde Dezembro do ano passado, o "CG" já se expandiu para 320 regiões (ilhas), afirma Cathy Morantz, gestor do grid, que é baseado no estado de Nevada, EUA. Tanto no Central Grid como no metaverso da Linden, Morantz pode ser solicitado pelo seu avatar Maltos Sosa. O CG iniciou suas atividades comerciais como nos primórdios do Second Life, ou seja, sem regulamentação de condutas. Contudo, Morantz informa que cassinos são permitidos apenas se hospedados em locais com jurisdição autorizada, como Las Vegas e Atlantic City. Nestes casos, empresários americanos da jogatina são bem vindos. "Para nós, o Central Grid é visto mais como um serviço de hospedagem e um mecanismo de busca", afirmou o gestor do CG.

Entretanto, este "mecanismo de busca" pode não funcionar. O OpenSim e seus grids não-oficiais rodam em uma nova tecnologia, um tanto quanto obsoleta se comparada ao Second Life atual. Os movimentos dos avatares são imperfeitos e imprecisos. A função de "busca" está completamente não-funcional. O sistema de inventários é tão 'crua' que não se pode (ainda) transportar objetos entre regiões, além de não ser possível também enviar objetos para outros avatares, anulando por enquanto o fator comercial, que tornou o Second Life um sucesso. Morantz disse ter investido US$ 12.000 dólares, não incluindo salário de programadores, na sua 'startup'. Mas diz também já ter tido uma receita mensal até agora de US$ 18.000. Modesto, mas interessante para quem começou a cerca de 3 meses, do zero.


Mundos virtuais baseados em OpenSim, como o Central Grid, permitem que usuários hospedem suas ilhas em seus próprios computadores e notebooks. O Central fornece serviços de 'agregação' destas ilhas ao seu servidor central (gestor), o que inclui arquitetura de rede e serviço central de inventário, permitindo aos avatares trafegarem com seus conteúdos entre as ilhas de outros colegas no mesmo grid. O Central também hospeda ilhas em servidores particulares, alugando seu uso pelo mesmo método comercial da Linden Lab, mas em taxas bem inferiores se comparadas aos padrões do Second Life original.

"Deixem milhares de mundos virtuais explodirem"

Este é o mantra repetido pelo time do OpenSim, desenvolvedores amadores que, comparados aos adeptos do Linux, se esforçam diariamente para aperfeiçoar as funcionalidades da sua plataforma. Uma de suas vantagens é que o OpenSim foi criado tendo em vista a "interoperabilidade" entre os mundos virtuais, um acordo que a Linden Lab e a IBM firmaram, em Outubro, com o intuito de conectar os vários metaversos existentes. E isso incluiria o próprio OpenSim. Esta plataforma foi criada com base nos códigos-fonte do Second Life liberados no ano passado. Enquanto a maioria trabalhava neles para conceber outros navegadores e formas próprias de acessibilidade, um grupo de programadores, através de métodos de engenharia reversa, descobriram como recriar os códigos dos simuladores, na linguagem C#, criando assim a primeira versão de um servidor local.

"O OpenSim não significa exatamente 'clonar' o Second Life", afirma Adam Frisby (conhecido por Adam Zaius no SL), um dos 'gurus' do OpenSim. "Partilhamos uma grande quantidade de recursos originais do Second Life e recomendamos o uso do navegador oficial. A nossa meta, porém, é ampliar de forma mais generalizada a hospedagem da nossa plataforma 3D, para que todos tenham acesso à tecnologia e nos auxiliem em suas melhorias. É uma democratização plena do conceito de mundos virtuais", conclui.

Melhor ou pior que o original, o OpenSim experimentará um grande crescimento em 2008, empurrado pelo apoio daqueles investidores que agora são 'mal-vistos' pela Linden Lab. Steve Smith, da BCX Bank, encontrou uma oportunidade de escapar do 'limbo' mercadológico para se tornar um investidor de tecnologia de vanguarda. "Novas adesões ao conceito são a nossa meta principal no momento", disse ele.

O Mundo Linden criou um fórum oficial de discussão sobre OpenSim no Orkut. Participe!
www.orkut.com/Community.aspx?cmm=44839152

Escrito por Eric Krangel, para Reuters.


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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Ferramenta permite backup de inventário para o disco rígido do residente

"Second Inventory" soluciona preocupação com a integridade de grandes quantidades de objetos nos servidores da Linden Lab.

Quem está no Second Life há algum tempo, seja para trabalhar ou para se divertir, fatalmente constatará que possui uma inúmera quantidade de objetos em seu inventário. Na sequência, pode se deparar com problemas de perda destes ítens, devido a eventuais instabilidades no servidor de intenvários da Linden Lab. Ou seja, tudo que você tem, e que em alguns casos pagou caro, está guardado em outro lugar, sem seu controle. Estava...

Foi lançado há algum tempo a ferramenta Second Inventory, de uma empresa com mesmo nome, que tem por objetivo principal permitir ao residente do Second Life salvar todos os seus objetos, presentes no inventário, em um local do disco rígido em seu computador. Texturas, peles, scripts, objetos multi-primitive complexos, ou seja, tudo mesmo.

Com o Second Inventory, o usuário efetua login direto no grid principal da Linden, quando o sistema efetua uma busca por todos os seus ítens, apresentando-os hierarquicamente como na janela de inventário no Second Life. Algo comum em qualquer navegador SL open-source. A diferença do SI é que, nele, o residente decidirá se deseja efetuar backup de um ou mais ítens, ou todos eles, no HD local. Com o Second Inventory também é possível re-enviar objetos, já salvos no micro, de volta para o servidor de inventário (asset server) da Linden, principalmente após constatada sua perda no inventário do navegador.


A solução, contudo está longe de ser acessível ao usuário comum, pois é vendida por salgados € 29 (euros), ou US$ 46,14 (dólares), cerca de R$ 85 (reais). Quem não tiver cartão de crédito internacional, ou PayPal, para adquirir o software no site do fabricante (www.secondinventory.com), poderá adquirir o Second Invetory através de linden dólares, com preço sugerido de L$ 11.000. Para esta modalidade, o SI está disponível no portal de vendas SLExchange. Em breve, será vendido também pelo Onrez e em um local do próprio Second Life.

O fabricante deixa claro, em nota no site, que o Second Inventory não é um software para captura ou roubo de ítens, de outros residentes, mas uma ferramenta de segurança para proteção de patrimônio virtual. Entretanto, não se responsabiliza caso um hacker o utilize para salvar ítens do inventário de um avatar, que teve seu login e senha previamente roubados. O SI não trabalha com linhas de comando, o que impossibilita seu uso para fins obscuros.

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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Códigos dos servidores são descobertos dando início aos grids SL não-oficiais

O projeto OpenSimulator permite que qualquer pessoa acesse e construa grids open-source alternativos aos da Linden Lab, através do mesmo navegador 3D oficial do Second Life. Já é possível hospedar em casa sua própria ilha e criar seu próprio grid, fora dos domínios da Linden.

"Grid" ou "grade", é um jargão da tecnologia que representa múltiplos núcleos de computação, trabalhando em conjunto, interligados pelos "nodes" (nós). Também conhecido como "cloud computing" e "utility" computing (mais informações no Wikipedia).

Há vários meses surgiram rumores de que a Linden Lab "em breve" estaria disponibilizando aos seus residentes investidores a possibilidade de hospedarem localmente suas ilhas (sims) em servidores particulares locais. Por algum tempo a boataria ganhou força, inclusive com o aval de nomões da companhia, como o vice-CEO Joe Miller, que em entrevista confirmou que seria necessário descentralizar a operacionalidade do grid do SL. Mas depois, como que por conspiração, o assunto simplesmente arrefeceu. No que antes havia uma estimativa de lançamento do novo serviço, agora nem se fala mais no assunto, pelo menos oficialmente.

Porém, a partir de Julho de 2007, um grupo de programadores e especialistas em computação multi-cluster (grid), descobriram a natureza do funcionamento dos servidores do Second Life, conseguindo assim compilar a primeira versão em código aberto de um controlador de simulação (sim, ou ilha, como queiram). Naquele momento surgiu o Projeto OpenSimulator que, dentre outras coisas, permite uma "experiência Second Life" fora dos domínios da Linden Lab.

O "OpenSim" é uma plataforma aplicativa de código aberto, com licenciamento BSD, que permite a qualquer um criar e utilizar ambientes de interação virtual 3D, como mundos virtuais, sem pagamento de royalties e com total liberdade autoral. Na prática, o OpenSim é um servidor Second Life "livre", que pode ser acessado localmente, através de um "standalone" software, ou através de grid próprio ou de terceiros. Este servidor não-oficial foi reescrito em linguagem C#, podendo ser compilado através dos motores Mono (Mac OS X e Linux) ou Microsoft .NET. Uma de suas inúmeras vantagens é a sua natureza "open-source", que permite a qualquer programador estender as capacidades do seu simulador, por conta própria, adicionando correções, plugins e módulos adicionais à plataforma já existente, como se fosse um técnico da Linden Lab.

Acessando grids existentes

Atualmente, existem quatro grids principais OpenSim. Entre o OsGrid, o DeepGrid e o CentralGrid, o mais conhecido hoje é sem dúvida o OpenLife Grid, extremamente organizado e que acaba de reformular seu website. Como no portal da Linden, no OpenLife o interessado conta com farta documentação para aprender a ingressar neste novo universo. Não é preciso baixar um navegador em especial. O próprio navegador Second Life oficial da Linden pode ser utilizado para acessar estes grids alternativos.

Ao lado, "mapa-mundi" do OpenLife Grid.

Mas antes é necessário escolher qual grid não-oficial deseja acessar, ir em seu site e realizar um cadastro próprio (nome, sobrenome e senha), pois o login e senha do Second Life oficial não funcionarão, visto que seus bancos de dados são independentes. Ao contrário da Linden, no OpenLife é possível cadastrar nome e sobrenome. Ou seja, seu avatar poderá ter seu mesmo nome da vida real. Feito este cadastro, o site fornecerá instruções para configurar seu navegador SL a acessar o OpenLife Grid. Estas instruções valem também para se obter acesso a outros grids, fora da Linden Lab, o que inclue sua ilha ou grid local.

Sua ilha, na sua casa

Uma das coisas emocionantes, do conceito criado pelo OpenSim Project, é a possibilidade de ter sua própria ilha (simulador) rodando em seu micro ou notebook. Não precisa ser um equipamento de grande capacidade, a não ser que se deseje rodar mais de uma ilha ao mesmo tempo, o que também é possível através de algumas configurações não muito complexas.

Ao lado, o servidor "standalone" produzido pelo OpenSim e distribuído pelo OpenLife Grid. O mesmo tem apenas 26 megas e roda, sem instalação, até mesmo em um "pen drive". Na foto abaixo, a ilha acessada localmente pelo navegador oficial do Second Life.

Pelo site da OpenLife, o interessado efetua o download do "Standalone Simulator" (ready-to-run), já na versão 0.5, com apenas 26 megas de tamanho. Para rodar, basta descompactar o arquivo através do WinRAR, seguindo estas instruções e configuração. Uma vez ajustado, conforme as recomendações do OpenSIM, o usuário "inicializa" sua ilha, podendo acessá-la com seu navegador SL já instalado. Através de outros ajustes, caso o IP da máquina do usuário seja "real" (não-roteada), será possível que seus amigos também acessem sua ilha, através de um cadastro prévio feito pelo dono do servidor, sem intermediação e sem custos.

Download alternativo em ZIP: clique aqui.

Quem, contudo, já estiver bem familiarizado com a nova plataforma, poderá rodá-la em modo grid. Ou seja, será possível "unir" sua ilha a outras ilhas dos amigos, ou grids não-oficiais já existentes. Unificar "duas" ilhas, através das instruções do OpenSim, por si só formaliza um grid. No caso do OpenLife, através de custos fixos mensais muito modestos se comparados aos da Linden Lab, será possível colocar sua ilha no grid já existente deles, que conta hoje com 135 sims agrupadas (totalizando, até o momento, 8.8 milhões de m2) e 8.4 mil avatares cadastrados. Mesmo assim, um grupo de amigos poderá efetivar seu grid particular e iniciar sua propagação.

Estágio "Alfa"

Apesar de descoberto o código do servidor do Second Life, o mesmo não está totalmente em sincronia com os avanços do similar original. O projeto OpenSim mantém uma página com relatórios dos avanços técnicos obtidos junto às compatibilidades com os servidores da Linden. Mesmo assim, observa-se que a grande maioria dos recursos está presente e operando com normalidade. Como o OpenSim está apenas em sua fase inicial, é óbvio que ainda "muita água correrá debaixo da ponte". Neste momento, dezenas de programadores entusiastas estão trabalhando no aperfeiçoamento do servidor "standalone" (que também pode ser configurado como um servidor remoto ou em grid), afim de que em breve lancem uma nova versão, com novas funcionalidades e compatibilidades presentes, dentre elas o "voice server" e o "voice client". O OpenSim já é compatível, por exemplo, com o "Windlight", se acessado pelo navegador SL correspondente.

Linden sabe e participa extra-oficialmente

Obviamente a Linden Lab está a par da existência dos grids não-oficiais. Mas é curioso constatar que a companhia, até onde se sabe, permanece indiferente à questão. Não se tem notícias de futuras ações retaliativas. Até porque, mesmo detentora da patente do código dos servidores, ela sabe que será inviável acionar juridicamente estas iniciativas. Quer dizer, se ela mandar fechar o OpenLife Grid (Os, Deep, Central, dentre outros), provocará o surgimento de novos grids alternativos, exponencialmente.

À direita, atalho do navegador oficial Second Life ajustado para acessar servidor/grid local (ou externo).

Entre os boatos e rumores, diz a lenda que integrantes do departamento de TI da Linden estão, extra-oficialmente, participando das sessões públicas de teste promovidas pelo OpenSim. Outro rumor atesta que Cory Ondrejka, ex-CTO da Linden, foi responsabilizado pelo "vazamento" do código dos servidores e, por isso, pediu demissão da empresa. Um novo boato surgiu na semana passada, atestando que a Linden já pensa em "oficializar" a liberação dos servidores e passar a vender "adesões" de ilhas particulares externas ao seu grid oficial. Curiosamente este método comercial, que seria adotado caso a companhia abrisse seu código-fonte de serviço, foi antecipado e implantado pela OpenLife. Por exemplo, se você quiser integrar sua ilha ao grid do OpenLife, pagará apenas US$ 55 dólares ao mês, contra os US$ 368 cobrados pela Linden para alugar uma ilha em seus servidores, fora os quase US$ 2 mil para compra da mesma (na prática não se compra nada na Linden, apenas "adere-se").

É ainda muito cedo avaliar o impacto desta nova realidade no Second Life oficial. Porém observamos que cresce cada vez mais o interesse no assunto, principalmente por parte daqueles fanáticos por tecnologia e interessados em ter seu próprio mundo virtual. As possibilidades didáticas, institucionais e comerciais que se apresentam são simplesmente fantásticas. É como se a comunidade "linuxista" tivesse quebrado o código fonte do sistema operacional Windows.

Nós, da equipe Mundo Linden, já experimentamos e confessamos nosso entusiasmo pelo conceito. Sempre que pudermos, manteremos a comunidade informada sobre os avanços do Projeto OpenSimulator. Independentemente do Second Life oficial, este veículo desde já se propõe a também divulgar no Brasil esta nova plataforma que poderá, em breve, obrigar a todos reverem seus conceitos sobre metaversos e sobre o Second Life, como o conhecemos.

O Mundo Linden criou, inclusive, um fórum oficial de discussão sobre OpenSim no Orkut. Participe!

www.orkut.com/Community.aspx?cmm=44839152

Download do servidor em ZIP: clique aqui.
O que funciona e o que ainda não funciona no OpenSim: clique aqui.

Para iniciar no Projeto OpenSim, clique aqui.

Veja uma galeria de fotos de ilhas OpenSim já existentes: clique aqui.
Outra galeria de fotos do OpenSim: clique aqui.
OpenSim no Flickr: clique aqui.
Vídeos do OpenSim no YouTube: clique aqui.
Vídeos do OpenSim com Windlight: clique aqui.


Links relacionados e importantes:

opensimulator.org

openlifegrid.com

centralgrid.com

osgrid.org

deepgrid.com

Um vídeo interessante sobre o OpenSim:



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terça-feira, 22 de janeiro de 2008

OnRez Viewer tem novo hotsite

Objetivo do "The Loop" é trazer conteúdo variado sobre Second Life para usuários do navegador alternativo, que conta com browser web integrado.

A primeira versão do OnRez Viewer, que foi desenvolvida em torno do CSI:NY Virtual Experience, tinha o própósito inicial de estar focada no seriado do canal americano CBS. A página de abertura mostrava a marca CSI:NY e na janela popup eram apresentados todos os eventos em sua versão eletrônica no Second Life. Entretanto, a desenvolvedora The Eletric Sheep Company lançou recentemente uma versão 'genérica' do OnRez Viewer, como foco apenas na navegação 3D deste metaverso. Uma das diferenças nesta versão está em seu novo hotsite, o "The Loop".

O The Loop é um site desenvolvido especialmente para o browser web/html integrado do OnRez Viewer. Seu propósito principal é servir como 'guia' para que os usuários possam encontrar os melhores conteúdos produzidos por outros residentes, ou empresas especializadas, dentro da vastidão do Second Life. O The Loop, contudo, não é um site fechado ao OnRez Viewer, podendo ser acessado de qualquer outro navegador web, oferecendo inclusive um feed RSS para que o usuário fique por dentro de todas as novidades. É possível, também, sugerir novos conteúdos à equipe do The Loop.

Para conhecer o "The Loop", acesse theloop.onrez.com.
Para baixar e instalar o "OnRez Viewer", clique aqui (para Windows e MAC).

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Em números, Linden Lab anuncia retomada do crescimento do Second Life

Relatório emitido pela empresa demonstra que, no último trimestre de 2007, o volume monetário de lindens transacionados no LindeX assumiu nova curva ascendente. Já os acessos simultâneos estão estáveis desde Outubro.


Na semana passada, a Linden Lab divulgou no blog oficial do Second Life relatórios estatísticos sobre o crescimento do volume de linden dólares movimentados e da quantidade de acessos simultâneos e horas utilizadas no grid. O período de medição parte de janeiro de 2006 e vai até dezembro de 2007. A íntegra das medições pode ser acessada publicamente na página de 'Estatísticas econômicas' da empresa, e também baixada nos formatos Excel, OpenDocument e Google Docs.

Crescimento econômico - A Linden observou uma queda no crescimento no 2º e no 3º trimestre de 2007, entre Abril e Setembro do ano passado. Eles acreditam que esta queda se deveu ao impacto de uma maior rigidez adotada no quesito segurança para operações com cartão de crédito. Ou seja, muitos pedidos de autorização de cartões foram negados devido ao aumento de 'inconsistências cadastrais detectadas'. O fim da 'jogatina' também é apontado pela Linden como causa importante para o fenômeno. A Linden Lab informa que utilizou os números do LindeX, banco oficial de compra e venda de linden dólares, para medir o crescimento do Second Life. O aumento no uso do grid reflete diretamente nestas estatísticas, segundo o gráfico acima.

Acessos simultâneos - Neste outro gráfico ao lado, através da faixa 'cor de rosa', a Linden demonstra um histórico geral, nos últimos dois anos, de como se deu o crescimento nos acessos simultâneos ao grid (concurrency). Ou seja, a quantidade de pessoas que ficam online ao mesmo tempo no Second Life. A empresa admite que este crescimento parou, desde Outubro de 2007, na faixa dos 58 mil usuários online em simultaneidade. O patamar máximo atingido, até o momento, foi de 61.500 residentes logados ao mesmo tempo, aproximadamente, marca alcançada também em Outubro.

Horas de uso - Neste mesmo gráfico, através da 'linha vermelha', está indicado o crescimento na quantidade de horas gastas pelos usuários do Second Life. Em Dezembro do ano passado, cerca de 893 mil residentes consumiram, ao todo, 25.6 milhões de horas, ou uma média de 30 horas de uso do sistema, neste mês. Desta quantidade de usuários, a Linden considera ativos cerca de 519 mil residentes, que consumiram, ao todo, 25.5 milhões de horas, ou uma média de 49 horas de uso do sistema, neste mês. 'Ativos' são aqueles que a Linden define como usuários que utilizam o Second Life mais de uma hora por mês.

Combinando alguns destes dados, chega-se a conclusão que os residentes gastaram mais de US$ 0,30 (cents) no LindeX, por hora usada. A Linden considera que existem 50.000 residentes em todo o grid que estão 'sustentando' a maior parte destes números, o que ela chama de "fluxo positivo mensal de Lindens", originado das atividades de negócios mantidas por este grupo. A empresa acredita que estes 50 mil residentes são responsáveis pela atual dinamicidade de conteúdos no metaverso, tornando-o um lugar ainda melhor para se explorar. A Linden acha que suas atividades causaram uma nova curva de crescimento, observada desde Outubro, e que continua sendo confirmada ainda neste mês de Janeiro.

A Linden encerra a demonstração, garantindo que estes dados públicos fazem parte da sua política de transparência adotada em 2007 e que novos relatórios serão emitidos, mensalmente e trimestralmente, através da sua página de 'Estatísticas econômicas'.

Com informações do Official Linden Blog.
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sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Linden Lab publica relatórios sobre seus serviços de suporte

Além de trazer maior tranparência ao usuário, a companhia deseja aprender e melhorar seu relacionamento com o cliente, baseada nos números destes relatórios.

O blog oficial da Linden Lab anunciou, ontem, a liberação de uma página de estatísticas de seu suporte técnico. Segundo o post, estes relatórios estatísticos deverão ser atualizados mensalmente, sempre acompanhados de um novo post, apresentando um contexto para os novos números (causas e objetivos), tudo público e acessível para qualquer usuário.

Também será a primeira vez que a Linden direcionará seus esforços, na melhoria dos seus serviços de suporte, baseada nestes dados e também no índice de aprovação dos clientes. No momento, cinco tipos de relatórios estão disponíveis, dentre eles o nível de satisfação do usuário. Em breve, novos tipos mais específicos de dados também serão disponibilizados.

Clique aqui para acessar os relatórios de suporte e satisfação.

Com informações do Official Linden Blog.
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sábado, 5 de janeiro de 2008

Centro Cultural Bradesco realiza oficinas sobre economia e reciclagem digital

Transmitida ao vivo, diretamente do auditório virtual, possibilita a participação do internauta com perguntas, propostas e até apresentação de projetos.

A programação do Centro Cultural Bradesco, no Second Life, traz, em janeiro, um ciclo de oficinas e debates sobre temas sócio-ambientais, todas as segundas-feiras - dias 07, 14, 21 e 28/01-, às 14h e 20h. Transmitida ao vivo, diretamente do auditório virtual, possibilita a participação do internauta com perguntas, propostas e até apresentação de projetos.


Às 14h – Oficina Reciclagem Digital
Com mediação de Sandra Rufino, professora do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica, especialistas discutem a reciclagem de produtos tecnológicos, especialmente do lixo digital, como baterias, computadores, DVDs, entre outros. O objetivo é disseminar a conscientização e ações em torno de impactos sócio-ambientais da cultura digital e soluções para os efeitos do consumo de tecnologia no planeta.

Às 20h - Economia e Cultura da Sustentabilidade
Para completar a programação, o ciclo de palestras reúne especialistas para debater a evolução do cenário sócio-ambiental no Brasil e no mundo.

Todas as segundas-feiras do mês de janeiro, dias 07, 14, 21 e 28, às 14h e 20h.
no Centro Cultural Bradesco

Link: http://tinyurl.com/2ax7xe
Áudio disponível também na rádio online: http://tinyurl.com/28duq2
Para conferir a programação completa do Centro Cultural Bradesco acesse o site: www.fl2.com.br/bradesco

Press release: CLARA Comunicação
Neide Costa / Michele Vitor / Clarice Caldas
Tel 11 3667-9136, 3667-4065
clara@claracomunicacao.com.br

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Ondrejka cria blog e ministra aulas

O ex-chefe de tecnologia da Linden Lab está ministrando curso de pós-graduação na área de comunicação online, em uma universidade da California. Ele criou um blog pessoal para mostrar sua evolução pós-Second Life.

Este ano de 2008 deverá ser conhecido como ano em que todos terão voz na internet. Na realidade, extra-oficialmente o mesmo já ocorre. Basta ver o crescimento das redes sociais, participação de leitores em sites de notícias e os já clássicos blogs temáticos.

Cory Ondrejka, um dos criadores do Second Life e autor do Linden Scripting Language, recentemente se desligou do cargo de Chefe de Tecnologia (CTO) da Linden Lab, após sete anos de serviços prestados a empresa e ao desenvolvimento do Second Life. Ele criou um novo blog pessoal por onde seus amigos e admiradores poderão acompanhar sua vida profissional (e também particular), pós-Second Life.

Nos posts já publicados, não se observa nenhuma mágoa ou ressentimento em relação à sua antiga empresa. Talvez uma ponta de ironia em um deles, onde prediz que, em 2008, as equipes montadas por ele na Linden realizarão "coisas maravilhosas neste ano (duh!)". Talvez uma mera brincadeira, pois é muito raro textos refletirem exatamente as emoções. De todo modo, o blog abordará principalmente temas voltados à tecnologias de comunicação via internet, a sua especialidade, bem como assuntos diversos relacionados ao Second Life, mundos virtuais e informática geral.

Aulas de pós-graduação

Em outro artigo publicado, Ondrejka revela que foi convidado em Dezembro a ministrar aulas de pós-gradução em "tecnologias de comunicação online", pela Annenberg School for Communication, um dos braços de TI presentes no campus da Univesity of Southern California (USC). O pedido foi prontamente aceito, devido a sua amizade juntos aos diretores da instituição. As aulas compõe uma série de cursos de tecnologia que a Annenberg promove anualmente. Nesta série, participam dezenas de alunos pré-selecionados e "um mix de excelentes professores", segundo Cory. Ele promete também manter os leitores de seu blog informados sobre estes cursos e curiosidades sobre suas aulas.

Link para o blog de Cory 'Linden' Ondrejka:
http://ondrejka.blogspot.com/

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sexta-feira, 26 de outubro de 2007

CSI:NY prova que o Second Life ainda tem muito a oferecer ao público

Episódio exibido no último dia 24, pela rede americana CBS, dá partida à maior ação publicitária e de entretenimento já realizada no mundo virtual da Linden Lab, desde a sua fundação.

Dizem que, no Brasil, aquela famosa matéria do Fantástico que abordava o Second Life foi uma espécie de 'divisor de águas' entre duas épocas do metaverso em nosso país: antes e depois de 2007. Foi naquela noite de domingo que o SL ficou realmente conhecido no Brasil, desencadeando inúmeras ações dos dois lados, público e empresas/instituições investidoras, tornando a comunidade brasileira a 2ª maior presença no Second Life, atualmente.


Cenas e cópias completas do episódio já circulam pela internet

Na noite da última quarta-feira (24), foi a vez dos americanos, enquanto nação e audiência massiva, serem 'apresentados' ao Second Life, através de um episódio da série CSI:NY, criada pelo produtor e roteirista Anthony E. Zuiker (que também criou outras duas séries da franquia - CSI e CSI Miami), e veiculada pelo canal aberto CBS para todos os Estados Unidos. A série mostra um time de cientistas e especialistas em cena criminal, que utilizam suas habilidades para desvendar crimes aparentemente insolúveis.

Nunca antes o Second Life experimentou uma publicidade tão gigantesca e arrojada. Muitos sabiam da sua existência, mas uma minoria. Estima-se que cerca de 15 milhões de telespectadores nos EUA tiveram seus televisores sintonizados na CBS enquanto o episódio "Down The Rabbit Hole" era exibido. Não por acaso. Durante 10 dias a rede exibiu centenas de spots informando sobre a exibição do dia 24. As imagens de um mundo eletrônico, atreladas a um ambiente e personagem já conhecidos do público, gerou uma curiosidade inevitável. O marketing viral também contribuiu para que CSI:NY registrasse a sua maior audiência na temporada, superando inclusive a audiência do último capítulo da segunda-temporada.

O episódio

"Down The Rabbit Hole", 5º episódio da 4ª temporada de CSI:NY, aborda um assassinato cometido à uma mulher, adepta do movimento 'Cosplay' e considerada uma 'cybercelebridade' em um mundo eletrônico chamado "Second Life". A equipe de CSI é chamada ao local e descobre as atividades cibernéticas da vítima, com buscas em seu computador. Pistas encontradas levam os detetives a crerem que a única forma de encontrar o assassino é associando-o a um avatar com o qual a mulher morta se relacionava.

A partir de então, o tempo das investigações é gasto primeiramente para se entender a estrutura de funcionamento do Second Life. Passada esta etapa, Mac Taylor (interpretado por Gary Sinise, de 'Forrest Gump' e 'Apollo 13') e seu assistente, o policial 'geek' Adam Ross (A.J. Buckley) começam uma divertida tarefa de preparar um 'avatar' que será usado por Mac para que se infiltre no sub-mundo onde habitam outros avatares e, talvez, localizar o avatar do assassino procurado.


Equipe tenta encontrar o avatar assassino no mundo real


Nas seqüências que se seguem, no episódio, Mac finalmente encontra o criminoso, dando início a duas frentes de investigação para a equipe de CSI: a que já ocorre no metaverso e outra no mundo real, liderada pela policial Stella Bonasera (Melina Kanakaredes), afim de identificar a fonte por onde o assassino se conecta ao Second Life, e assim pegá-lo. Não vamos contar aqui todo o episódio, que deverá passar no Brasil em 2008. Mas um dos pontos altos de "Down The Rabbit Hole" é uma luta travada em uma 'arena romana' em que o avatar de Mac Taylor tenta destruir o avatar criminoso, na prática apenas para mantê-lo conectado enquanto a outra equipe o tenta capturar na 'real life'.

Pelas cenas, observa-se um Second Life ligeiramente diferente daquele que conhecemos e no qual convivemos todos os dias. As imagens 'machinima' foram propositalmente aperfeiçoadas em qualidade visual e tiveram seu tempo de animação aceleradas para 30 frames por segundo (fps). A idéia da produção de CSI era fazer a história no metaverso se desenrolar tão agilmente quanto no mundo físico, para que não houvesse uma quebra de ritmo no episódio, como um todo. Quiséssemos nós que o Second Life fosse tão rápido quanto aquele apresentado em "Down The Rabbit Hole".

Virtual CSI:NY no Second Life

A exibição do episódio do dia 24 de Outubro, deu partida a maior e mais arrojada campanha publicitária da história do Second Life. Anthony E. Zuiker, CBS, Cisco e The Eletric Sheep Company firmaram uma parceria para integrar o seriado CSI:NY ao ambiente eletrônico do Second Life, oferecendo à sua audiência uma oportunidade única de se tornarem detetives e desvendarem mistérios preparados no metaverso.

Para isso, foram encomendadas cerca de 300 ilhas junto à Linden Lab, das quais 200 já foram entregues. Divididas em grupos de 4, as 'sims' simulam o setor central da ilha de Manhattan, onde o seriado é ambientado. Nestes grupos de ilhas, escondidos em prédios que replicam, quase que à perfeição, cartões postais da Big Apple (como o Empire State Building e o Chrysler Building), estão escondidos ítens que podem ajudar o visitante a solucionar um determinado crime. A medida que os crimes forem solucionados, as ilhas são 'zeradas' para que novos desafios sejam implementados e outros residentes possam também realizar suas investigações. As NY virtuais estão fartamente assistidas com painéis de auxílio que não deixam os visitantes, na sua grande maioria novatos do Second Life, se perderem entre tantos detalhes e recursos novos.


Spot oficial convida audiência a participar de Virtual CSI:NY


Novo navegador 3D

Enquanto Zuiker 'empresta' a marca CSI, a CBS dá todo suporte de mídia necessário para esta ação e a Cisco entra com os servidores (hardware) para hospedar as ilhas, a The Eletric Sheep Company ficou responsável por todo suporte técnico e de conteúdo dentro do Second Life. A agência é considerada, hoje, a maior em especialização SL do mundo. Além de construirem e replicarem as 300 ilhas do Virtual CSI:NY, e cuidarem da sua gestão técnica, a The Eletric também preparou um novo navegador 3D, o primeiro em seu gênero, com objetivo de facilitar o acesso da audiência a um mundo inteiramente novo e eletrônico. O lançamento foi feito poucas horas antes da exibição de "Down The Rabbit Hole".

O OnRez Viewer, como nosso blog já divulgou, é o primeiro navegador 3D produzido fora da Linden Lab, mas sob licença autoral. Já disponível para download, e uma vez instalado no micro do usuário, o OnRez leva o residente à uma das ilhas do Virtual CSI:NY, automaticamente, como nas ilhas de orientação que os veteranos conhecem bem. Este navegador é baseado no cliente original de Linden Lab, mas com diversas melhorias. A maior delas, em nossa opinião, é a possibilidade de se navegar por páginas de web sem a necessidade de um programa específico para isso, rodando paralelamente.

Zuiker, o maior dos fãs de Second Life

Todas as ações que observamos nas últimas semanas, que culminaram na exibição de um episódio inteiramente baseado no Second Life, em rede nacional americana, e na inauguração de um continente temático com cerca de 300 ilhas, vieram da cabeça de uma única pessoa: Anthony E. Zuiker.

Produtor e roteirista, criador das séries CSI, estrondoso sucesso nos EUA (e também no Brasil), foi apresentado ao Second Life ainda em 2007. Geek assumido, Zuiker rapidamente demonstrou sua paixão 'a primeira vista' pelo metaverso da Linden Lab, participando inclusive de diversos eventos relacionados ao próprio SL e a mundos virtuais em geral.

Zuiker desde então passou a estudar uma forma de incorporar o conceito Second Life à uma de suas séries. Como CSI:NY estava em pré-temporada, foi escolhida pelo seu criador para sediar um episódio sobre 'assassinos em mundos virtuais'. Todo staff da produção apoiou de pronto a iniciativa e passaram a trabalhar em cima disso. Não satisfeito, Zuiker 'bolou' um jeito de permitir que sua audiência pudesse também se tornar 'CSI', desvendando crimes fora do seriado. O objetivo era oferecer a cada um a experiência de investigação. Segundo o próprio Zuiker, "o Second Life reúne estas possibilidades, pois permite que pessoas do mundo inteiro se transformem em CSIs, sem precisar sair de casa".

Estava assim concebido o embrião do 'Virtual CSI:NY', que foi gerido em 6 meses, um recorde para uma ação de tal envergadura.

Para quem acha que as novidades param por aí, engano. "Down the Rabbit Hole" é apenas o ponto de partida para todas estas ações virtuais. CSI:NY terá um novo episódio baseado no Second Life, que será exibido em Fevereiro de 2008 e finalizará a maior campanha de mídia já realizada no metaverso, em toda sua existência. Quer fazer parte disso? Então siga estas pistas:

Virtual CSI:NY
CLIQUE AQUI para ver nossa galeria exclusiva de fotos do local.

OnRez Viewer
CLIQUE AQUI para baixar, instalar e participar do Virtual CSI:NY.

CSI:NY
CLIQUE AQUI para acessar o site oficial do seriado.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Serviço permite transmissão fácil de vídeo em tempo real no Second Life

Funcionário da Linden Lab descobriu, no Veodia, um meio prático para realização de apresentações multimídia, em tempo real, no metaverso.

A Linden Lab divulgou, em seu blog oficial, uma solução prática e provisoriamente gratuita para aqueles que desejam aprimorar apresentações e palestras, dentro do Second Life. No post, Zee Linden apresentou sua demonstração de uso do serviço Veodia, no Training Solutions Technology Conference and Expo, em Salt Lake City, Estado de Utah, Estados Unidos.

O Veodia é um site web 2.0, em estágio beta, que oferece streaming livre a partir de fontes particulares de áudio e vídeo, como webcams e filmadoras plugadas via porta USB. O serviço processa o vídeo e a fonte de áudio em tempo real, oferecendo um link streaming provisório que funciona apenas durante a transmissão. Este link, que pode ser configurado para o formato .mov, é compatível e facilmente adaptável ao streaming de qualquer terreno ou ilha no Second Life. O Veodia também oferece um espaço em disco para armazenamento de vídeos 'on demand'. Por ser um 'beta', o serviço prossegue gratuito. Infelizmente, isso deverá mudar em breve.

Zee Linden mostrou num telão, na conferência de Salt Lake City, um vídeo com ele próprio utilizando o serviço do Veodia em uma ilha do Second Life. Segundo ele, é cada vez mais crescente a quantidade de iniciativas no sentido de tornar o mundo virtual uma mídia indispensável para conferências online e treinamento a distância. O Veodia não é um serviço oficialmente conveniado a Linden Lab. Mesmo assim, a empresa indica o serviço publicamente para aqueles residentes que desejam ampliar sua oferta e experiência áudio-visual no Second Life.

Clique aqui para se cadastrar e testar o serviço Veodia.

Veja a demonstração em vídeo da solução encontrada por Zee Linden:



Com informações do Official Linden Blog.

domingo, 7 de outubro de 2007

Second Life dispõe de uma nova opção em acesso web: o Movable Life

O sistema permite que o avatar se teleporte visualmente, usando o mapa do metaverso, e realize transações em linden dólares.

A startup japonesa 3Di, acaba de disponibilizar um novo cliente baseado em tecnologias web 2.0 para acesso ao Second Life: o Movable Life. Para os leigos, salienta-se de que não se trata de um navegador 3D, mas uma nova opção para se estabelecer comunicação e acesso a alguns recursos básicos, principalmente quando se está fora de casa ou do escritório. A solução é um concorrente direto do AjaxLife, produzido por uma estudante adolescente.

A interface é simples, bonita e gira em torno do novo sistema de web-mapa da Linden Lab, baseado em um API especialmente licenciado junto ao Google. Este mapa mostra a região onde você se encontra e permite que o avatar se teleporte facil e visualmente com alguns cliques do mouse. Uma vez 'logado' no metaverso, o usuário poderá também se comunicar com colegas e amigos, criar grupos, organizar o inventário e realizar pesquisas. Um diferencial do Movable Life, segundo seus criadores, é a possibilidade de realizar todo tipo de transação em linden dólares, como pagar outros avatares.

Sobre segurança, a 3Di deixa claro que não retém nenhuma informação relacionada ao usuário. Mesmo assim, o Movable Life estará sendo migrado para um servidor seguro (https) dentro de alguns dias. O serviço é voltado para heavy users de Second Life e que precisam do acesso ao seu avatar onde quer que estejam, quando nem sempre se tem acesso ao cliente 3D oficial. O Movable Life foi desenvolvido em um misto de linguagens java e ajax, não requerendo nenhum download de plugin para rodar. É compatível com as últimas versões do Internet Explorer e do Mozilla Firefox.

Clique aqui para experimentar o Movable Life.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Vodafone estréia com serviço que integra Second Life a aparelhos celulares reais

Uma das líderes da telefonia móvel mundial lança sistema inédito, através do qual chamadas de voz poderão ser feitas a partir do Second Life para aparelhos celulares no mundo real.

A Vodafone, uma das líderes da telefonia móvel mundial, lançou nesta terça-feira (2) suas operações no Second Life, com um serviço inovador que permite aos seus usuários se conectarem com o mundo real, através de um canal particular de dados. O Vodafone InsideOut terá divulgação exclusiva, no metaverso, pelas revistas virtuais The AvaStar e Metaverse Messenger, além de páginas web e blogs especializados em Second Life.

Trata-se de um sistema que disponibiliza, através de um HUD, chamadas de voz para outros avatares no Second Life e, o mais importante, chamadas também em voz para celulares no mundo real. Amigos também poderão fazer chamadas entre si, mesmo que um deles esteja offline. Além disso, será possível enviar e receber mensagens de texto a partir de telefones móveis físicos.

Usuários receberão uma quantidade fixa de chamadas e torpedos para usarem e testarem gratuitamente este serviço. Para iniciar, avatares terão que retirar handsets grátis em máquinas de venda da Vodafone espalhadas pelo Second Life. Gastas estas quantidades fixas de chamadas e torpedos grátis, os usuários terão que pagar por créditos extras para continuarem usando o sistema. Estes créditos poderão ser adquiridos através de linden dólares. Apesar disso, a companhia está liberando seu serviço ilimitada e gratuitamente até o próximo dia 30 de Novembro.

Segundo Justin Bovington, CEO da filial inglesa da Rivers Run Red, "a ligação entre o mundo real e o mundo virtual está ficando cada vez mais estreita. Isto é o que temos chamado de "segunda onda" de projetos no Second Life, onde empresas tem desenvolvido aplicações mais complexas e relevantes, aperfeiçoando tecnologias de imersividade no metaverso". O "InsideOut" é um projeto desenvolvido pelas agências BBH e Dare, e sua gestão está a cargo da Rivers Run Red, responsável pela conta publicitária da Vodafone no Second Life.

Maiores informações, acesse o hot page oficial do serviço:
http://secondlife.vodafone.com

Visite a ilha oficial da Vodafone no Second Life:
http://slurl.com/secondlife/Vodafone%20InsideOut/185/185/92

Vídeo spot oficial da ilha Vodafone no Second Life (Agência BBH):