sexta-feira, 27 de março de 2009

Entrevista Exclusiva: Taikodom, falamos com o C.E.O. da Hoplon

Conversamos exclusivamente, em primeira mão, com Tarquínio Teles, CEO da Hoplon Infotainment, empresa que desenvolve no Brasil o MMORPG Taikodom. Leia a entrevista abaixo.

Por Jean Liberato

Como surgiu a idéia de desenvolver um mundo virtual com temática espacial?

O game Taikodom hoje é um game ambientado no futuro, de ação econômica e combate espacial. O game tático, o estratégico e o mundo virtual são expansões que estão programadas para o Taikodom, mas que ainda não entraram em operação. A idéia de juntar um jogo de ação, que é o Taikodom que temos atualmente, a um mundo virtual veio do objetivo de proporcionar diversão a um espectro muito mais amplo de participantes.

Mesmo que você não goste de games, vai poder explorar a vida social com outros jogadores em uma estação espacial, longe das manobras que ocorrem no espaço.


No Brasil temos profissionais competentes e recursos suficientes para desenvolver um projeto de grande porte, para um MMORPG?

Nós temos ótimos programadores, games designers e criadores visuais no Brasil. O que acontece é que só recentemente foram criados cursos voltados diretamente ao desenvolvimento de games. Por isso, geralmente se contratam profissionais de áreas correlatas e acabam valendo mais a experiência profissional, a vontade de aprender e a capacidade de se manter atualizado.

Já sobre a questão de recursos, hoje a situação é melhor que a de quando buscávamos investimentos para o Taikodom, há uns cinco anos. Naquela época, os games ainda não eram encarados no Brasil como uma atividade econômica em expansão ignorando o fato de que os jogos mais populares, no exterior, têm um faturamento extraordinário. Hoje, já temos fundos de investimento voltados a start-ups e linhas de financiamento do governo para o desenvolvimento de jogos.


Em relação aos investidores, o Taikodom tem recebido algum incentivo de produção ou o game está em desenvolvimento apenas com recursos da própria empresa (Hoplon)?

Desde que o game foi lançado, temos tido um retorno dos usuários pagantes que está dentro de nossa previsão. Embora investimentos externos ainda sejam responsáveis pela maior parte do desenvolvimento, estamos caminhando para que os custos sejam cobertos pela receita do game e por outros projetos da Hoplon, o que deve se acelerar com o lançamento internacional.


Existem linhas de crédito ou financiamentos em nosso país, para quem deseja desenvolver games de boa qualidade?

Existem. Da parte do governo, o Ministério da Cultura, com apoio da Abragames (Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos), tem um programa chamado BR Games que, além de destinar recursos para projetos de desenvolvimento de games, apoia as empresas selecionadas a participarem de feiras no exterior, através da Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos). Além disso, também se está batalhando para que os games tenham uma categoria própria de financiamento através da Finep e do BNDES, similar às das indústrias de software e de cinema.


Qual é a visão da empresa, em relação ao mercado brasileiro de games, no que diz respeito aos MMORPGs? E mais, qual o foco da Hoplon, em relação ao Taikodom? Buscar clientes no mercado internacional ou iniciar apenas com o público brasileiro?

Nosso foco sempre foi exportar o Taikodom porque, mesmo com o mercado brasileiro em expansão, sabemos que o retorno do investimento não virá só daqui de dentro. Iniciamos com o lançamento nacional em outubro do ano passado e agora estamos planejando o lançamento internacional.

Acreditamos que o Taikodom tem potencial para conquistar os jogadores de outros países porque, afinal, foi desenvolvido com uma qualidade que não fica a dever aos grandes títulos. Nós temos a visão de que o jogador brasileiro pode até experimentar o Taikodom por ser um título nacional, mas ele só vai continuar a jogar se o jogo for bom. E o parâmetro de comparação são os grandes títulos ao qual ele tem acesso.

Outra razão que nos leva a acreditar no potencial do Taikodom no exterior é que o Brasil tem uma cultura bastante próxima à dos Estados Unidos e da Europa, e de certa forma, não tão distante dos países do leste da Ásia (China, Japão e Coreia do Sul), o que facilita muito a exportação. Mas claro, mantemos certas características que acreditamos que são típicas do Brasil, como um universo ficcional menos maniqueísta e, por que não, mais hedonista. Mesmo agora já temos boa quantidade de jogadores estrangeiros pelo fato da interface do jogo já estar em português e inglês.


Quais conselhos vocês dão, para quem deseja ingressar na carreira como desenvolvedor de games no Brasil? Existem faculdades e cursos específicos em nosso país, ou é preciso buscar especialização no exterior?

O profissional que quer trabalhar com desenvolvimento de games não só tem de ser um pouco autodidata como tem de estar disposto a aprender trabalhando. Acho que nós acabamos ajudando a capacitar muitos dos profissionais que temos aqui. Dependendo da área, o desenvolvedor deve ter conhecimentos sólidos de física e matemática, por exemplo. Por último, tem de gostar de games e ser criativo. Mas já existem muitos cursos específicos para o desenvolvimento jogos.


Se alguém quiser fazer um teste no sistema, como deve proceder?

Diferentemente do game de ação, o mundo virtual do Taikodom ainda não entrou em operação. Por isso, não temos um ambiente externo de testes.

Porém, o game de ação está no ar. Você cria e customiza seu personagem, interage com outros jogadores por um chat interno no jogo e pode entrar em corporações de jogador. E o melhor que Taikodom é free-to-play. Qualquer um pode baixar, jogar gratuitamente e se quiser pode comprar acesso a itens e vantagens adicionais.


Qual é o tamanho da estrutura e a capacidade de processamento de dados utilizada para suprir as exigências técnicas do Taikodom? Qual a previsão de processamento para quando o game estiver em plena atividade, com um pico de clientes conectados simultaneamente?

A infraestrutura que roda o Taikodom foi uma das inovações que desenvolvemos para o game, resultado de uma parceria com a IBM. O Taikodom roda em um mainframe System z10, que é um equipamento de última geração, que cuida da parte transacional do game, como as operações de compra e venda, gerenciamento de depósitos nos hangares, transferência de itens etc. Para a simulação física de colisões, tiros, velocidade da nave, entre outros, temos um cluster de chips CELL, que são os mesmos que equipam o Playstation 3. Isso nos dá o melhor de dois mundos em termos de capacidade de processamento e de atendimento de operações.

Outra vantagem dessa solução é manter todos os jogadores dentro de um mesmo universo, coisa que não ocorre com outros MMOGs, que duplicam o mesmo universo em servidores diferentes que não se comunicam. Essa abordagem tradicional acaba fazendo, em alguns casos, com que jogadores de um mesmo game nunca se encontrem, pois estão em servidores diferentes. Isso não ocorre no Taikodom.


Quanto tempo foi investido no desenvolvimento do tema e qual foi o processo para esse desenvolvimento?

O game Taikodom começou a ser desenvolvido em 2000. Eu e Cristóvão Buzzarello, o outro fundador, éramos jogadores de RPG de mesa e MUD (Multi User Dungeons , predecessor do MMOG, no estilo adventure em texto) e vimos nascer os primeiros MMOGs. Entusiasmados com o conceito de um RPG online em terceira dimensão, desenvolvemos o projeto e a base do universo ficcional, mas só fomos conseguir financiamento em 2004. Foi a partir daí que começou o desenvolvimento do game.

A escolha do tema foi porque somos fãs de ficção científica em primeiro lugar. Depois, isso facilita muito a criação de um universo, porque nos dá muito mais liberdade. Um jogo passado no presente, por outro lado, teria de ser fiel à realidade, enquanto nós não temos essa restrição.


Houve uma parceria com o escritor de ficção cientifica Gerson Lodi-Ribeiro, como foi que essa parceria surgiu e de que forma as idéias tomaram corpo no metaverso?

Logo que começamos a trabalhar no projeto do Taikodom, começamos a criar também o universo ficcional. Ele foi concebido como uma história do futuro, um universo auto-consistente, que abrange um período de 250 anos e dentro do qual se passa o game Taikodom. Hoje, é a maior iniciativa de criação de universo ficcional já feita no Brasil. Também é dentro do universo que se situam as obras literárias e os quadrinhos.

Assim que iniciamos o desenvolvimento do game, em 2004, contratamos o primeiro escritor que trabalhou com o universo ficcional do game, o Gerson Lodi-Ribeiro, que é um dos autores mais reconhecidos da ficção científica brasileira. Ele criou contos que narram acontecimentos chaves do universo. Alguns deles estão reunidos no livro Taikodom: Crônicas, que será lançado dia 4 de abril pela Devir Livraria.

Podemos dizer que o game se passa dentro do universo ficcional, mas ele também vai se alimentar da atividade dos jogadores, da história das grandes corporações, dos grande combates… Por exemplo, no primeiro livro que lançamos, o Taikodom: Despertar, escrito pelo João Marcelo Beraldo, temos até alguns jogadores que viraram personagens.


Quantos players já estão ativos e qual a taxa de atividade desses participantes? Existe um estudo demográfico? Qual a previsão de crescimento para o número de players?

Temos acompanhado o crescimento e nos últimos meses e, com a campanha publicitária, a quantidade de jogadores novos tem aumentado bastante. Quanto à demografia, temos conseguido atingir o público adulto, que é nosso alvo.


Agradecemos ao Sr. Tarquínio Teles, pela atenção dada ao Blog MundoLinden.net e continuaremos acompanhando de perto o desenvolvimento desse novo mundo virtual, principalmente por ser um projeto 100% brasileiro e de altíssima qualidade.

Desejamos sucesso para o Taikodom, tanto como game de ação, quanto como universo imersivo.

Visite o site do Game de Ação: www.taikodom.com.br

Conheça o Universo Taikodom: www.universotaikodom.com.br

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terça-feira, 24 de março de 2009

iPhone pode se conectar ao Second Life e ao OpenSim, para IM's

O desenvolvedor japonês, Genkii lançou ontem seu cliente para Second Life ou OpenSim, o Sparkle que permite conversar com outros avatares por IM (instante message), participar de chats públicos e teletransportar seu avatar para qualquer região do grid (ilhas).



Caso o vídeo não funcione clique aqui.

Na realidade trata-se de uma adaptação do Ajax Life para o iPhone. Genkii pretende expandir o Sparkle também para outras plataformas, como o Android de Google, Nintendo Wii, PS3, etc. Atualmente o sistema encontra-se disponível para os usuários do iPhone na APP Store.

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Nasce o primeiro banco real, criado a partir de um mundo virtual

A MindArk, empresa sueca que criou o metaverso Entropia Universe anunciou na semana passada que a autoridade financeira da Suécia concedeu licença para o seu banco virtual (Mind Bank AB) operar no mercado financeiro oficial do país.

Por Jean Liberato

Isso permite que o banco virtual do mundo Entropia, seja um banco com operações reais, facilitando ainda mais atividades dos residentes e ampliando os horizontes da simulação, que a cada dia passa a ser mais real.

Transações como troca de moedas reais por PED's (moeda virtual do Entropia), crédito de PED's em cartões de crédito, emissão de cartões de crédito, resgate de créditos por moeda real, abrir operações mistas de investimento em bolsas de valores reais, criar fundos de investimento com moedas virtuais, depósitos bancários com moeda virtual, e outras infinidades de operações possíveis. Tudo isso fiscalizado pelas autoridades estatais européias, sob o regime das leis bancárias da Europa.

A cotação atual oficial de troca, entre o Dólar Americano e o PED é de 10 PED's para cada US$1. Para ter idéia, comparada ao Second Life, com seus Linden Dollares, a moeda do Entropia é mais valorizada, porém tem menor liquidez (facilidade de circulação/troca). Cada dólar compra oficialmente cerca de L$231.

Como um país real, a Mindark tem atenção no controle da inflação de seu mundo simulado. Para isso lança mão de técnicas econômicas adaptadas para seu metaverso. A intervenção "estatal" está presente no controle de itens disponíveis no mercado, fazendo assim que certos ítens de jogo sejam muito raros, como alguns minérios ou até mesmo descobertas científicas simuladas, que podem simular até a descoberta de uma sequência de DNA de um ser extinto no mundo virtual a milhares de anos.

O Universo Entropia é formado por vários planetas, muitos deles iniciativas de investidores privados, que adquirem total direito de exploração dos recursos do game, sob remuneração de franquia repassada pela Mindark. Em todos os planetas haverá a presença do Mind Bank, com agências e caixas eletrônicos. Qualquer cidadão residente em Entropia já tem o direito de adquirir um cartão de crédito internacional, que permite saques dos PED's em moeda local através da Rede Cirrus, e tem um custo anual de US$30,00.

Vale a pena conhecer Entropia. Minha experiência nesse metaverso foi bem interessante, porém é um mundo virtual muito mais fechado e restritivo, em relação as possibilidades de criação de desenvolvimento permitidas pelo Second Life. Há a possibilidade de lucro no Universo Entropia, mas o investimento para que isso seja possível é alto, fechando demais o mercado para empresas e desenvolvedores que pretendam explorar comercialmente o sistema.

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sexta-feira, 20 de março de 2009

Brazilian Style, mais uma opção de moda brasileira no SL

A Brazilian Style é uma loja de roupas e sapatos que oferece produtos de qualidade por preços acessíveis. Tem uma grande variedade de produtos e dificilmente você não sairá da loja sem comprar nada.

De acordo o proprietário Maxmoon Woller, a loja "quer agradar sempre ao clientes e cada elogio que recebemos nos dá mais vontade de continuar com nosso trabalho".

Inicialmente a loja tinha 2048 m2 e agora é uma mega store com 16.000 m2, uma loja de full perms(itens com revenda liberada) e diversas franquias. Recebemos reconhecimento internacional e nosso grupo acaba de chegar a 2.500 membros.

Para comemorar esta realização, estamos presenteando os usuários do second life com roupas e sapatos grátis além de nossas tradicionais promoções.

Venha conhecer nossa loja!

Visite agora mesmo mais uma loja que valoriza o Brasil na comunidade virtual: TELEPORTE-SE já.

Press Release: Brazilian Style

quarta-feira, 18 de março de 2009

Economia Virtual: Dica de investimento - AON

Mais uma boa oportunidade de investimento está aberta na ACE, a AON (All or Nothing - Tudo ou Nada). Já no nome da empresa, o CEO espanhol Hugo Lecrkone, procurou deixar claro os riscos envolvidos nesse investimento.

Trata-se de uma empresa virtual, com sede no Second Life, que irá converter os L$ (Linden Dóllares, dinheiro virtual do metaverso) para investir no Mercado Forex.

O mercado Forex é uma bolsa mundial de moedas que permite grandes ganhos, dependendo apenas da experiência dos operadores.

Hugo diz no projeto que tem 3 anos de experiência em operações no Forex, porém, ele considera que ainda não é um tempo suficiente para garantir o investimento com alto nível de segurança e leva a proposta de criar e administrar um fundo educativo, onde ele não ganhará nenhuma comissão para operar.

Considerando que se você nunca operou forex e fosse começar agora, teoricamente os riscos seriam maiores do que investir através da AON, que já tem alguma experiência.

A empresa foi bem aceita pelos investidores, sendo que já teve cerca de 70% da IPO concluída em menos de 20 dias.

Minha recomendação: Comprar com cautela (5% de seu investimento pretendido no SL por exemplo). Para quem gosta de emoções maiores, com possibilidades de triplicar o portfolio em prazos curtos mas com um certo grau de risco, é uma ótima opção. A OIG comprou algumas ações da empresa e já figura entre os 10 maiores investidores da AON.

Para aqueles que preferem esperar pela bolsa de valores brasileira, a E-Capex, podemos adiantar que é bem provável que exista alguma opção de investimento como proposta pela AON.

Para comprar ações da AON, basta logar na sua conta na bolsa
A.C.E. e seguir o link IPO IPO. Leia o prospecto da empresa AQUI .

Em caso de dúvidas deixe comentário ou me procure no SL.

Um abraço,
Bencly Sewell - CEO OIG

http://www.oiglive.com

terça-feira, 17 de março de 2009

Novo viewer do SL disponível para download

A Linden Lab disponibilizou no dia 11 passado, o novo programa de acesso ao Second Life (Viewer). Para utilizar a versão mais recente, faça o download e instale a atualização.

DOWNLOAD VIEWER SL: versão 1.22

As principais atualizações são:

* permissão para teleportar-se em locais acima de 1000 metros de altura (Skyboxes, Sky Homes, etc), a partir dos mapas;

* mover a câmera ao redor ou sobre seu avatar, sem perder renderização de objetos;

* atualização do driver da paleta de texturas, facilitando a renderização para residentes que utilizem placas de vídeo NVídia 178.13;

* retirada da cor cinza, sobre avatares que ainda não carregaram (agora todos que não carregarem ficarão definitivamente como fumaça, não mais com a cor cinza sobre seu corpo);

* e mais de 70 correções, de rotina, que podem ser conferidas em inglês, aqui.

Origem: http://www.mundolinden.com/

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segunda-feira, 16 de março de 2009

Linden Lab quer separar conteúdo adulto, dentro do Second Life

O Second Life sempre foi reconhecido pela liberdade e por reproduzir todas as áreas de interesses do mundo real em seu universo online. E assim como na vida real, o sexo está entre as atividades mais procuradas dos residentes. Mas nas próximas semanas, a Linden Lab vai implementar formas de separar esta parte adulta de todo o resto no Second Life, visando assim tornar a experiência do metaverso mais segura para as diversas faixas etárias.

O plano da Linden Lab prevê mudanças em três itens: as áreas com conteúdo adulto serão geograficamente separadas do resto; o mecanismo de busca terá uma opção para filtrar áreas com conteúdo adulto e haverá um método de verificação de faixa etária para todos os usuários cadastrados no Second Life.

Por enquanto, os desafios são entender exatamente o que configura “conteúdo adulto” no metaverso e descobrir a melhor forma de separá-lo do restante no SL. A Linden está pedindo sugestões para a comunidade e irá anunciar as mudanças ao longo das próximas semanas, quando tiver um plano mais bem estruturado.

Aparentemente a empresa dará um grande tiro no pé! Pois sexo é um dos conteúdos mais buscados no metaverso. Seria muito mais inteligente, fechar o sistema para menores de idade, ao invés de tentar separar o conteúdo da forma que pretendem.

Origem: http://www.mundolinden.com/

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sexta-feira, 13 de março de 2009

Economia Virtual: O que é IPO? (Initial public offering) - Oferta Pública Inicial

Essa é a primeira fase de uma empresa na bolsa de valores. É uma fase onde as ações são oferecidas ao mercado por um determinado valor, e por um determinado tempo (por ex, 30 dias).

Uma vantagem de se comprar ações em IPO, é o fato de poder pagar menos em muitos casos. Partindo de você mesmo, se você tem confiança na empresa em que investiu, comprou as ações por L$ 10 cada por ex, por quanto você venderia essas ações? Obviamente, não por menos que L$ 10, ou sairia no prejuízo. Levando isso em consideração, podemos concluir que empresas com bom grau de confiabilidade tende a ter o valor das ações elevadas.

Considere os seguintes aspectos ao avaliar se vai investir numa empresa em IPO:

1- Total de ações da empresa: Quanto maior o número de ações, maior o número de acionistas provavelmente. Em geral, isso faz com que o mercado não aponte para uma elavação brusca no valor, porém, tem mais chance de ficar com valores estáveis.

Considere por ex que uma empresa colocou em IPO 300 mil ações a L$ 1 cada, você comprou 100 mil, e outras 2 pessoas 100 mil. Se vocês 3, não quiserem vender por menos de L$ 2 cada ação, e a empresa começar a mostrar bom resultado, provavelmente o mercado vai começar a comprar por sua ordem aberta de L$ 2… Esse é um caso em que investir na IPO pode ser muito lucrativo.

2- Total de ações em IPO: Leve em consideração que a diferença entre o total de ações da empresa e o total de ações em IPO, é o número de ações que já estão ativas na empresa. EX na OIG da ACE quando foi para IPO: Total Shares: 850.000 / Shares to issue publicly: 500.000… Logo, 500.000 ações foram para IPO, a OIG já funcionava com 350.000 ações, que neste caso, eram de Bencly Sewell. Ai você pergunta, o que isso tem a ver? Tem a ver, que eu poderia simplesmente ter criado a IPO, jogado todas as informações iguais, colocando no lugar de 850.000, um total de 1 milhão de ações por ex. Logo, eu teria 150.000 ações a mais. São detalhes a se ver no prospecto de uma empresa, para ver se está com o valor justo ou não.

3-Cash on hand (dinheiro em mão) + Tangible Assets (outros ativos): O total destes, deve refletir o patrimônio atual da empresa. Veja a diferença deste valor para a diferença do valor de ações já existentens na empresa. Se uma empresa leva a bolsa 1 milhão de ações no total, 500 mil para o público, e mostra nesse patrimônio que tem atualmente 100 mil, fica assim:

ATUAL

Ações Atuais: 500 mil
Patrimônio Atual: 100 mil
Valor real de cada ação atual: L$ 0,20

IPO

Valor em IPO das outras 500 mil ações: L$ 1 cada
Valor arrecadado no final da IPO (sem contar taxas): L$ 500 mil
Patrimônio total:
L$ 600 mil
Ações totais:
1 milhão:
Valor real de cada ação: L$ 0,60

Supondo que a mesma empresa tivesse 500 mil como patrimônio atual, daria:

Ações Atuais: 500 mil
Patrimônio Atual: 500 mil
Valor real de cada ação atual: L$ 1

IPO

Valor em IPO das outras 500 mil ações: L$ 1 cada
Valor arrecadado no final da IPO (sem contar taxas): L$ 500 mil
Patrimônio total:
L$ 1 milhão

Ações totais:
1 milhão
Valor real de cada ação: L$ 1,00

Procure ver se o prospecto da empresa está bastante claro. Enquanto algumas pessoas levam uma proposta para a bolsa, vendendo as ações por L$ 1 e tendo como valor real L$ 0,40 outras podem levar a mesma proposta com o valor real em L$ 1.

Por fim, a questão da liquidez das ações é muito importante. Algumas empresas levam propostas e ficam muito tempo para concluir a IPO, prendendo o dinheiro do investidor por várias e várias semanas, sem valorizá-las nesse tempo. Devido a esse problema de manter o dinheiro travado, algumas novas idéias estão sendo apresentadas no SL, como por ex a venda de ações em uma fase de IPO por um valor crescente (quem compra antes paga menos. Veja ex da e-capex: http://www.mercadolinden.com/prospecto.pdf)

Ex de prospecto na ACE: http://ace-exchange.com/symbol/OMG/profile

Por falar em prospecto, em breve começarei a divulgar no MundoLinden grandes oportunidades de investimento de empresas que já fecharam acordo com a E-Capex, como o RPG DarknesFall, a Virtual Lands e outras.

Um abraço,
Bencly Sewell - CEO OIG

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quinta-feira, 12 de março de 2009

Fashion Second BR: Trazendo a Moda Urbana para o SL

Novidade no MundoLinden.com, novamente cobriremos moda virtual no Second Life e nossos parceiros atuais são os designers e consultores de moda do blog Fashion Second Brasil, dirigidos por Vitor Agoma, nosso novo colunista. Aproveitem as dicas para brilhar no SL!

Por Vitor Algoma
A moda urbana destaca-se cada vez mais nas passarelas reais, trazendo o caos, a confusão de pessoas, objetos e espaços pequenos para vastas informações. Pode soar 'caótico' mas nada mais que harmônico quando bem montado.

Os cabelos soltos e super lisos valorizam as peças mais sensuais até as mais moderninhas, atualmente bem usada como a moda "Hype".

Brincando com estampas, misturando-se texturas e sobreposições consegue-se quebrar a formalidade extrema. As cores neutras como preto, cinza e branco possibilitam um contraste com cores mais quentes e vivas. Leve essa ideia para seu guarda-roupa no SL, urbanize-se!

Look 1

Look 2
Veja o ensaio com todos looks, no blog Fashion Second Brasil.

Hande Verne veste:
Cabelo - VintageWear (Fashion Pop - Blonde Tones)
http://slurl.com/secondlife/Horst/65/166/23

Óculos - VintageWear (Urban Shades - Silver Topped)
http://slurl.com/secondlife/Horst/65/166/23

Vestido - Maitreya (Crushed Sweater Dress Charcoal)
http://slurl.com/secondlife/Maitreya%20Isle/178/212/23

Luvas - Beauty Avatar (Cleo Dress)
http://slurl.com/secondlife/Beauty%20Avatar%20couture/92/127/26

Legging - Mimikri (Zoe Silver)
http://slurl.com/secondlife/Mimikri/126/146/22

Sapato - Armidi Gisaci (Dalia Pump Turquoise)
http://slurl.com/secondlife/Armidi/128/140/26


Vitor Algoma veste:
Cabelo - MADesigns (Brad Smooth Brown)
http://slurl.com/secondlife/Kmadd%20Enterprise/190/91/26

Óculos - VintageWear (Urban Shades - Silver Topped)

http://slurl.com/secondlife/Horst/65/166/23

Jaqueta - Aoharu (Leather Coat Olive)
http://slurl.com/secondlife/AOHARU/112/140/24

TShirt - INDI (Shirt White)
http://slurl.com/secondlife/Blue%20Sky/213/42/303

Calça - Armidi limited (Low Rise Chinos)
http://slurl.com/secondlife/Armidi/132/104/26

Botas - Exile Falls (Kboots Black)
http://slurl.com/secondlife/Ivy%20Falls/159/97/28


Origem: http://www.mundolinden.com/

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Cine Mundo Linden: World Builder, de Bruce Branit

Trago para vocês, poesia, em forma de curta metragem! O diretor "amador" Bruce Branit, criou essa produção independente, simplesmente maravilhosa. Para surpresa maior, o filme foi todo gravado em apenas um dia! A pós-produção demorou 2 anos.

Qualquer semelhança com o Second Life, não é mera coincidência. O roteiro trata sobre um homem que constrói um mundo inteiramente virtual e holográfico: ele se compromete a construir um monumento em 3D, dentro de um mundo virtual imersivo, para a mulher que ama.



Caso o vídeo não funcione clique aqui.


Origem: http://www.mundolinden.com/

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quarta-feira, 11 de março de 2009

Como falar sobre Second Life com as outras pessoas?

A pertinente pergunta foi lançada por Wagner James no seu blog, depois de ler o que escreveu Joe Essid aka Ignatius Onomatopoeia: 'Conselhos para Educadores que usam SL ao falar com os seus colegas que não usam SL'!

Esta é seguramente uma questão em que todos os professores que utilizam Second Life já se depararam, ao constatar como, inconscientemente, o seu discurso por vezes se torna hermético e incompreensível para o interlocutor que não domina a linguagem.

Os quatro conselhos de Essid, considerados como essenciais para que a comunicação se processe:

"Evite usar o termo 'residente' com os seus colegas!
Eu gosto dessa expressão quando falo ou escrevo com quem já conhece o SL, porque ela explica bem a experiência da imersão e a sensação de que o metaverso é um lugar. Mas 'residente' pode ter uma conotação com algum tipo de doença mental, para quem não é habituado ao termo.

Evite gírias e modismos quando está online!
'Rez' e 'prim' e 'lag' dificilmente serão expliacados aos novatos. Mas as ideias que temos sobre o que é este mundo virtual podem ser ainda mais nocivas quando mal utilizadas. Uma vez com os meus alunos, depois de uma visita, dirigi-me aos anfitriões e escrevi para eles que "os meus alunos que estiveram neste evento não voltarão a ver SL como um jogo". Todos os avatares perto de mim - antigos residentes de SL - leram a palavra "jogo" e atacaram-me verbalmente. Fiquei deveras furioso, talvez a ocasião em que fiquei mais zangado em SL.

Evite tanto o sensacionalismo quanto a negação!
Os conteúdos indesejáveis ou desagradáveis, bem como os problemas técnicos existem ao mesmo tempo que as experiências educativas. Toda a Internet vive nessa dialética. Eu explico isso aos meus colegas e admito que o SL é ainda uma tecnologia recente.

Evite o mito da inevitabilidade!
Gostei muito de ouvir da boca do nosso anfitrião na última mesa-redonda, um bibliotecário notável que trabalha in-world, que não devemos andar por aí assumindo que SL e outros mundos serão bem sucedidos rápida e facilmente. Por sua utilização nos ser intuitiva, não devemos concluir que também o é para os outros..."

As curiosas palavras de Joe Essid trazem-me à memória um livro que li há alguns anos atrás, sobre a vida de Steve Jobs, e em que o visionário de Silicon Valley brilhantemente defendia a Apple, "evagelizando" os utilizadores de MS-DOS e, mais tarde, de MS Windows.

No entanto, tudo o que para Jobs era evidente (e como era - e ainda é - como é bom ouvi-lo no lançamento de um novo gadget, como I-Phone) nem sempre era claro para os ouvintes! Não por não concordarem com as suas ideias, mas simplesmente porque, muitas das vezes, nem sequer entendiam o que Jobs dizia... (lembram-se de um super-projeto de nome Next? Talvez por isso os projetos de Jobs sempre foram fracassos comerciais).

Ou seja, é gratificante ouvir alguém falar apaixonadamente daquilo que gosta, é fantástico falar com emoção daquilo que se preza, mas, sem algum cuidado, a emoção e a paixão atrapalham muito.

Moderação, modéstia e clareza são bons conselhos deixados por Joe Essid aos utilizadores e defensores de Second Life!

Origem: Discursos D'Outro Mundo
("Blogue" do Professor Paulo Frias, Universidade do Porto)

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sábado, 7 de março de 2009

Novo jogo on-line, Taikodom, é totalmente feito no Brasil!

Apresentamos para vocês os bastidores do Taikodom, uma produção brasileira de um vídeo game massivo (MMORPG, jogos massivos de RPG online). O universo Taikodom, passa-se num futuro um pouco distante, no século XXIII, quando alguns humanos são proibidos de permanecer no planeta Terra e instalam-se em colônias espaciais autônomas.

É possível desenvolver muita interação, tanto no modo de combate, quanto no modo de mineração. Trata-se de um projeto 100% desenvolvido no Brasil, por profissionais brasileiros, com investimento de fundos de risco e da gigante IBM. A empresa responsável pelo jogo chama-se Hoplon e está sediada em Florianópolis/SC, fundada por 4 formandos da Universidade Federal de Santa Catarina. Atualmente mais de 50 profissionais brazucas trabalham no projeto.

Parabenizamos os profissionais brasileiros, que levam a sério a cultura digital, dando ênfase para a criação de sistemas de entretenimento, com grande qualidade e principalmente, feito em nosso país, gerando empregos aqui e evitando que esses profissionais viajem para o exterior em busca de trabalho, como acontece regularmente.

Visite o site oficial: Taikodom.com

Conheça a Hoplon: Hoplon.com.br

Leia a matéria da Veja sobre o Taikodom e mercado de Games no Brasil: AQUI

Assista agora, duas entrevistas, que explicam um pouco mais sobre o projeto:


Caso o vídeo não funcione clique aqui.



Caso o vídeo não funcione clique aqui.


Origem: http://www.mundolinden.com/

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sexta-feira, 6 de março de 2009

Mundo virtual PS Network (Sony/PlayStation) regista 20 milhões de contas

A Sony anunciou que a PlayStation (PS) Network soma mais de 20 milhões de registos em 55 países de todo o mundo, juntando as contas da PlayStation 3 (PS3) e da PlayStation Portable (PSP).

A título de comparação, a XBox 360 tem 17 milhões de contas Live, sendo que 56% são pagantes. Na PS3 e PSP, os serviços online são gratuitos.

A Sony afirmou ainda que quatro milhões de utilizadores já entraram no mundo virtual PlayStation Home e 2,6 milhões utilizaram o serviço Life With PlayStation, que traz previsões de tempo e notícias de várias regiões do mundo. A PlayStation Store, por sua vez, possui mais de 14.500 unidades em conteúdo digital para download e mais de 380 milhões de downloads já foram feitos, gerando 180 milhões de dólares (mais de 143 milhões de euros).

São serviços variados, de conteúdo para jogos, serviços, notícias e outros produtos de interesse geral que atende seus clientes de forma personalizada.

A Microsoft afirma que já arrecadou mais de um milhão de dólares (pouco mais de 797 mil euros), com produtos e serviços da XBox Live.

Atualmente o serviço encontra-se disponível apenas nos EUA, Europa, Japão e Oceania. Visite o link para os EUA aqui.

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quinta-feira, 5 de março de 2009

Linden Lab esconde dados econômicos

Desde o final de dezembro do ano passado, a Linden Lab ocultou de todos os links que davam acesso às estatísticas econômicas e demográficas de seu mundo virtual.

Especialistas em Second Life, apontam como principal motivo a necessidade da Linden Lab esconder a perda de território em seu mundo simulado. Após a mudança na política de preços para as antigas regiões Openspace (atualmente Homeastead, aquelas com 3750 prims em 65 mil m2); foi o principal fator que afetou em cheio a Linden Lab.

Estima-se que a perda de território no mapa mundial simulado foi de 20%, o que reflete na propriedade de terceiros sobre terrenos privados. Isso implacaria uma redução de faturamento de aproximadamente 10% para a Linden Lab, tendo em vista que estas ilhas eram de menor custo.

O impacto na falta de informações importante é enorme, pois, pessoas que acompanhavam dados estatísticos do mundo virtual, tiveram a sua principal fonte de informação retirada do site oficial do Second Life.

Eu mesmo aqui no blog MundoLinden, publicava regularmente, todos os meses, análises com base nessas informações. Porém, tornou-se impossível analisar os dados financeiros e demográficos do SL, após a mudança repentina na política da empresa.

Com a chegada de M Linden, o novo C.E.O. (Mark Kingdom), a transparência foi sumindo aos poucos. Inicialmente foi adotada uma política de repressão interna, desmotivando muitos funcionários (os chamados Lindens), inclusive causando a saída de pessoas importantes na concepção do projeto Second Life desde o início (como Cory Ondrejka, ex-VP de tecnologia e criador da linguagem LSL, base do sistema).

Veja abaixo, dados que foram ocultados pela Linden Lab, em relação ao Second Life. Esses dados eram públicos a mais de 4 anos:

Página da área de estatísticas



Dados sobre total de terrenos em uso

Dados financeiros em L$, de provisões e custos internos no SL

Total de transações entre residentes ao mês


Total de residentes que fizeram transações no mês

Total de pessoas que tiveram lucro em L$ no mês e o volume desse lucro

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quarta-feira, 4 de março de 2009

Economia Virtual: Investindo nas bolsas de valores do SL!

Chegou o dia tão esperado! Ao ler esse artigo você já terá informações o suficiente para começar a investir na bolsa de valores do SL. Vou mostrar o passo a passo indo direto até uma compra de ações da OIG. Se você pretende investir no SL, siga esses passos nem que seja com uma pequena quantidade para começar a aprender a investir:

1- Abrindo a conta

Para abrir uma conta na Ancapex, basta ir até o local onde tenha um ATM (caixa eletrônico), clicar com o botão direito e colocar “Pagar”. Pode ser em http://slurl.com/secondlife/Venture%20Square/173/128/33 ou em outra localidade na ACE) Coloque a quantia que desejar (a partir de L$ 1). Para um trabalho legal, recomendo investir cerca de L$ 10.000 pelo menos.

2- Após pagar, você receberá uma senha. Caso não veja a senha, clique em seu histórico de mensagens. Se ainda assim não tiver, clique com o botão esquerdo do Mouse sobre a ATM, pegue o notecard para mais informações (se for preciso) e digite na janela do chat o que está entre aspas, sem as aspas: “/10 password”.

Uma nova senha será emitida e aparecerá no chat só para você.

3- Acesse o site www.ace-exchange.com

Vamos conhecer cada função...


Abaixo da barra superior, no menu da direita, temos um campo com área para o Login. Ali, você deverá colocar seu nome (First Name), sobrenome (Last Name) e a senha emitida na atm.

4- Comprando ações da OIG:

a- Após ter efetuado o login, clique em Trade no menu superior. Em seguida, desça a barra de rolagem e clique sobre a empresa OIG. Caso não encontre, use o link direto a ela: OIG

5- Você tem duas formas para comprar. Uma delas é imediatamente, pagando o valor das ordens de venda aberta. Para isso, basta ir na ferramenta “Market Order”, escolher Buy (compra) e em “Quantity”, digitar a quantidade que deseja comprar. (hoje tem várias ordens de venda abertas entre 0,32 e 0,50, valor que você deverá estar pagando ao efetuar uma compra imediata). Com L$ 10 mil por ex, dá para se comprar no momento que estou escrevendo esse artigo, cerca de 30 mil ações.

Outra forma de comprar é através da ferramenta “Limit Order”. Você selecionará Buy (compra), a quantidade (Quantity) desejada e o valor (Limit price) que quer pagar. Para valores em fração, usa-se ponto e não vírgula. Ex: Para 0,31 lindens, usa-se 0.31.

Após isso, clique em Estimate Limit e confirme.

A principal diferença é que no Market Order você compra das ordens abertas de venda, e no Limit Order, você abre sua ordem de compra e espera para que alguém venda pelo preço que colocou, mas não tem a compra garantida.

Se tiver qualquer dúvida, deixe um comentário nesse artigo.

Abraços.

Bencly Sewell
CEO da O.I.G.

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terça-feira, 3 de março de 2009

Cine Mundo Linden: Fernando Pessoa, direção Hugo Almeida

Hoje temos no blog, cultura da melhor qualidade. Fernando Pessoa revive, no Second Life.Trata-se da nova produção/machinima do premiado diretor Hugo Almeida (in SL: Halden Beaumont), que traz para nós os encantos e as belezas das poesias de Pessoa, um ícone da Língua Portuguesa, narradas profissionalmente.

Destacam-se nesse filme o ambiente, a trilha sonora, as locações e a direção. Hugo Almeida começa o ano, já favorito ao título de melhor filme Machinima de 2009, repetindo seu feito de 2008, quando venceu o concurso da Rezzable, com seu filme Beyond Magic.

Assista agora esse filme fabuloso e veja como o Second Life pode ser uma grande ferramenta de suporte, para a propagação da Cultura:


Caso o vídeo não funcione clique aqui.

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segunda-feira, 2 de março de 2009

Fim do mito! Não existe proibição para comprar e vender L$ no Second Life

Amigos, resolvi investigar oficialmente as denúncias contra, bloqueio de avatares que fazem compra e venda de moeda virtual no Second Life (L$ - Linden Dólares). Para a felicidade de muitos, avatares, comerciantes, cambistas, banqueiros e etc, a Linden Lab afirmou categoricamente que não é proibido comercializar livremente os L$.


No dia 24/02/2009, abri um ticket (sou usuário premium internacional); onde perguntei:


Summary: Economy Information
If issue is about an Alt account, what account?:
Ticket Type: Billing and L$
Basic or Guest Access - only a few ticket types allowed:
Basic Account issues:
Contact Email address:
Technical issue:
Inworld Issue:
Viewer/web:
What Type of Connection do you Have?:
Operating System:
Web Browser:
What Graphics Card do you have?:
Are there multiple monitors?:
Crash/Error:
Error Message:
Listing issue:
Group issue:
Region Request:
Land issue:
Group name:
Location (region, coordinates):
Accounts issue:
Partner name:
Billing type: RiskAPI question
Linden$ Payment:
LL Payment type:
Resident payment issue:
Billing issue:
Charge type:
Credit issue:
Payment type:
Paypal email address:
Real name (on payment account):
Credit Card type:
Transaction Amount:
Transaction Date:
Transaction Time (PST):
Region Change:
Transfer type:
Other person's name:
LandStore Beta agreement:
Region Name:
New name for Region:
Owner of island it will be adjacent to (if any):
Order Date (approx):
Avatar Name:
Registration Date:
VAT questions:
Disabled Issues:
Auction ID:
Class 4 Region Name:
Class 5 Region Name:
I want to be a DPW builder:
Core Skill:
Name of Guest:
Type of issue:
Billing Problem:
L$ and LindeX issue:
Inworld Problem:
Software Problem:
Feedback:
This region is:
The region Class is:
Transaction Type:
Buying Price (will be debited from your account by Linden Lab):
Selling Price (which will be credited to your account, less the transfer fee):
Region Rental Type:
How many regions?:
Region Rental Starting Date:
Region Rental Ending Date:
Terraform:
Wire Transfer Acceptance fee:
Amount you wish to credit your account (in US$):
Your real name, as listed on your bank account:
Earmark funds for::
Please include a description of any moves, renames or changes.
We will waive the fees, provided you make the request below.
Complaint Area:
Complaint Type:
Linden Name:
Mentor Name:
Mole Name:
Preferred Language: Portuguese
Details: Gostaria de saber se é proibido comercializar L$ entre avatares.

Um avatar pode efetuar compra e venda diretas de L$ para outro? Existe limites para transferências entre avatares, com troca de dinheiro real externa?

Existe alguma API para ser usada nessa situação, criando uma automação oficial na compra e venda de L$ entre avatares em um site privado? Se existir qual a forma para adquirir este recurso?

Um avatar Premium Account pode criar uma casa de câmbio particular e comprar e vender L$ oficialmente dentro do grid e na Internet (um escritório no grid + um web site particular)?

Como deve ser o processo de oficialização deste procedimento?

Hoje recebi a resposta oficial da Linden Lab:

Action Date Actions Contact Name Comment
2/3/2009 9:14 AM PDT Sent Information CSRLeslie Ontyne Olá Liberato,

Obrigado por nos contatar.

Estivemos verificando seu ticket, e á respeito sobre compra e venda de lindens no SL, pode ser feito sem problemas, e sem limites. Pode tambem abrir um website com o seu próprio escritório. Para as demais informações, estarei enca
minhando seu ticket para um outro departamento para ser verificado.

Desde já agradecemos pela paciência.

Leslie,

Linden Lab Suporte.


Portanto está claro, que usuários oficiais da Linden Lab (vejam bem, da Linden Lab, não da Kaizen Games), os conhecidos "Premium Account" podem realizar transações livremente, sem perseguição nenhuma, sem proibições, bastando para isso ser sério o suficiente para realizar tal procedimento.

Com essa resposta, acabamos com a onda de boatos, onde falava-se que a Linden Lab em conjunto com a Kaizen Games estariam "caçando" vendedores de L$ pelo grid. Na verdade pode até mesmo ocorrer uma busca, informal da parte deles, contra usuários não Premium, porque, quem não paga o sistema, não tem os mesmos direitos que os usuários pagos, basta ler o T.O.S. (Termos do Serviço), que são as regras do jogo.

A Kaizen Games não detém a exclusividade no Brasil para nada (nem para a venda de L$, nem para a venda de Terrenos ou Ilhas/Regiões) é apenas mais um parceiro/fornecedor de recursos, como muitos outros brasileiros com menor inserção na mídia.

A Kaizen Games não tem o poder de cancelar ou bloquear contas internacionais. Portanto, quem deseja movimentar grandes somas de L$ em suas contas, deve primeiramente registrar seu avatar como Premium Account direto no site internacional, o oficial da Linden Lab (www.secondlife.com) use o nome de a senha de seu avatar para acessar o painel. Basta cadastrar uma conta de cartão de crédito internacional ou uma conta Pay Pal. Em seguida defina qualserá a forma de associação, no link Membership.


Escolha entre 3 opções de pagamento (mensal, trimestral e anual), a opção anual é mais cara, porém oferece um desconto muito interessante, reduzindo de US$9.90 ao mês (opção mensal) para apenas US$6.00 ao mês (indico a escolha da opção anual de pagamento).

Não aconselho operar como negociador de L$ se estiver usando um avatar "Premium" da Kaizen, ou ainda, avatar Basic Account; pois estes não são considerados contas premium de verdade, não estão cadastrados no banco de dados oficial da Linden Lab como conta premium, são enquadrados como Basic Account (free, sem custos).

Avatares que movimentam grandes quantias e não são Premium Account, devem tomar mais cuidado, pois, poderão sim ser bloqueados, por medida de segurança da Linden Lab, que continua investigando uso indevido de cartões de crédito. O procedimento para desbloqueio, consiste numa ligação internacional para a empresa e geralmente eles exigem que seja paga pelo menos uma mensalidade como Premium, para associar essa conta a uma pessoa real.

Finalizando, é totalmente legítimo e permitido pela Linden Lab que casas ou escritórios de câmbio (exchange) atuem de forma privada alimentando o mercado paralelo de moeda virtual (não aconselho o uso do termo banco), fora do sistema oficial de transações (conhecido como Mercado LindEx - Linden Exchange), mantido dentro do site oficial do SL, acessível nesse link.

Espero ter ajudado a todos com essa investigação. Podemos ficar mais tranquilos agora ao vender ou comprar nossos L$ livremente, sem precisarmos utilizar sistemas oficiais. Podemos comprar e vender em nossos próprios sites, no Mercado Livre, no E-Bay, por telefone celular (na Europa principalmente, esse serviço é muito conhecido), por Pay Pal, Netteler, etc.

Grande abraço!

Jean Liberato
Editor / MundoLinden.com


Origem: http://www.mundolinden.com/
Imagens by: VintFalken e Ubuntista

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