
Uma das ilhas servirá como um “centro de boas vindas” com quiosques de informação e meios de contactar recrutadores, e a outra ilha, de acordo com Wallace, será “um lugar para viver experiências virtuais como pular de aviões, fazer rapel de torres e utilizar armas, tudo para conseguirmos benefícios do recrutamento nesta rede social”, ele afirma.
O exército inclusive irá oferecer prêmios para atrair novos recrutas. “Se você for bem nas atividades ganhará pontos e esses pontos podem ser usados para comprar camisetas e bonés virtuais”, explicou Wallace. Ele ainda diz que é realista quando o assunto é tecnologia de rede sociais, e admite que ela foi supervalorizada, mas não a desmerece. “Há 4 milhões de jovens que sempre entram no SL. Essa é a faixa etária jovens que queremos encorajar a entrar para o exército”, finaliza ele.
Além da presença no Second Life, o exército americano já investiu na criação de videogames com a série America’s Army, que foi distribuída gratuitamente e elogiada por ter a qualidade de um jogo de computador de alto nível.
Origem: iG
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