Uma das mais bem sucedidas empresas que atuam no Second Life, criadora de campanhas para marcas famosas como CSI, NBA, MTV, HBO, CineMAx, entre outras, tem problemas por não recolher taxas e tributos reais sobre seus trabalhadores virtuais.

Foi denunciado o não pagamento dos tributos referentes ao seguro social (aqui no Brasil equivalente ao pacote de tributos do INSS e do FGTS), de pessoas que trabalharam para a empresa através de seus avatares no Second Life, em campanhas para diversas marcas reais dentro do mundo virtual.

Aqui no Brasil avatares trabalham ou trabalharam sem formalidade para muitas empresas (Bradesco, Kaizen Games, Nokia, TAM, SESC, Sundown Motos, Rádios, etc) seria interessante ver como esta relação deve ser tratada pela Justiça Trabalhista, tendo em vista a falta de compromisso de muitos. Seria no mínimo estranho forçar uma empresa a formalizar um grupo de colaboradores, para dedicação exclusiva às suas ações no Metaverso.
Acreditamos que a contratação de prestadores de serviços no Second Life deve ser formalizada sim, mas de forma alternativa à atual legislação trabalhista, que inviabiliza e encarece esta contratação.
Está aberta a discussão deste tema delicado, será que o Ministério Público do Trabalho brasileiro tem interesse no assunto?
Origem: Equipe MundoLinden.com
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