A maior rede de notícias do mundo estréia no metaverso, oferecendo espaço para os residentes na geração de conteúdo informativo. A CNN entra como alternativa direta à Reuters, no campo da imprensa virtual.

No Second Life, além de uma sede virtual, a CNN pretende implantar uma variação do seu canal 'i-Reports', por onde sua audiência contribui enviando textos, vídeos e fotos sobre uma determinada ocorrência, em qualquer lugar do mundo, sendo depois transformada em notícia pela rede de notícias. No metaverso, os residentes também poderão enviar conteúdos, através de kits que a CNN distribuirá gratuitamente. Para quem quiser apenas 'consumir' o noticiário e os conteúdos do canal, serão espalhados centenas de quiosques por todo Second Life.
A ação da CNN funcionará como uma espécie de 'escola jornalística', por onde os aspirantes poderão obter auxílio e ferramentas afim para estrear no mundo da imprensa. Haverão também diversos encontros nos quais qualquer residente terá o privilégio e assistir, ao vivo, reuniões e palestras com os maiores nomes jornalísticos do canal. Apenas como exemplo, existem agendamentos de palestras com ninguém menos que Larry King (foto abaixo). A datas e horários serão divulgados em breve.

Em um momento no qual algumas mídias tentam depreciar o Second Life e retirar de si o estigma de 'nova hype', a CNN mostra que não segue exatamente a opinião de analistas de tendências, como o Yankee Group. Para o canal, o baixo custo empregado na sua inserção no metaverso, torna o Second Life um investimento de 'baixo risco', e seus objetivos institucionais equacionados à esta realidade refletem no metaverso resultados que podem ser obtidos de forma até mais rápida do que através dos meios físicos e reais. Ou seja, a CNN acredita que o Second Life pode ser um celeiro de novos talentos jornalísticos e uma ferramenta importante para aproximar as duas pontas de quem produz notícia como bem de consumo.
Com informações da MediaWeek.com
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