Empresa limitou número de cadastros por IP de rede. Universidades e cybercafés já relatam impossibilidade de se criar novos avatares em suas redes.

A maior parte dos relatos, desta anomalia, é originada nas universidades americanas e européias, além de inúmeros cybercafés. Estas instituições e empresas possuem grandes redes informatizadas, com compartilhamento de internet. O acesso público, nestes locais, geralmente ocorre em salas fechadas ou em hot spots abertos, com acesso sem fio. Nelas, um único endereço IP representa a rede local que está conectada à internet. Quando dois ou mais usuários tentam se cadastrar no site do Second Life, o sistema detecta que estas chamadas são feitas a partir de um mesmo IP, o que já era vedado pela Linden Lab, durante um certo período de tempo, para depois o IP ser novamente liberado.
Com o novo sistema, cada IP possui uma cota máxima de inscrições, que não poderá ser jamais ultrapassada. Com isso, em uma hipótese, uma rede de internet pública teria cerca de 50 cadastros livres para seu IP. Esgotados estes cadastros, a Linden 'bloqueia' esta rede para que nenhuma nova inscrição seja feita através dela. A instrução se aplica à universidades, escolas, cybercafés, lan houses ou qualquer local com acesso público à internet.
Especialistas vêem nestas restrições uma forma da Linden Lab tentar conter o crescimento do Second Life. Como se sabe, ela está tendo sérias dificuldades em manter o controle da sua infra-estrutura, afim de suportar este volume crescente de acessos. De qualquer forma, já se iniciam os protestos entre a comunidade acadêmica, maior afetada pela nova política restritiva da Linden. Algumas entidades já se mobilizam para iniciar manifestações contra a decisão da empresa em aumentar seu controle de novos cadastros no Second Life.
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