"A experiência em 3-D possibilita atingir o público de forma diferente da Internet ou do mundo real."

Em função disso, o especialista afirma que as ações dentro do novo mundo precisam ser criativas e muito bem elaboradas. Segundo ele, a possibilidade de viver fantasias traz oportunidades muito interessantes.
"Quando a marca pode se apropriar dessa experiência, agrega valor na hora da venda ou construção da marca", explica. MacFarland aposta ainda na qualidade da audiência do Second Life. Para ele, tratam-se dos chamados "early adopters", consumidores de tecnologia que tendem a influenciar outras comunidades.
"É uma audiência super qualificada", avalia. Atualmente, a Talent monta uma estratégia para a entrada da SempToshiba no "in-world", que deve explorar as características inovadoras do meio para ampliar a experiência do usuário com a marca.
Por Carolina Chemin
Fonte: Convergência Digital.
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