Rumores indicam que Steve Jobs estaria simpático à idéia do navegador SL rodando no iPhone. Linden Lab já estaria formulando proposta à Jobs. Aparelho assiste requisitos técnicos mínimos para o navegador.
Estão sacudindo nesta segunda-feira, nos bastidores da tecnologia, recentes rumores dando conta de que o navegador Second Life poderá ser incluído, como no caso do leitor YouTube, entre os softwares nativos do 'iPhone', aparelho de telefonia móvel revolucionário lançado há alguns dias pela Apple. Segundo entrevista concedida semanas atrás por Steve Jobs, CEO da companhia e idealizador do smartphone, ele se considera um simpatizante das tecnologias 'mashup' (web 2.0), de convergência e compartilhamento de mídias na internet, e do fenômeno dos mundos virtuais, liderado pelo Second Life.

Questionado, Jobs disse que não criaria obstáculos para que o iPhone se tornasse também um navegador de metaversos. Como se sabe, o gadget suportará a inclusão de softwares fabricados por outras companhias. No caso mais recente, destaca-se o fechamento da parceria entre a Apple e o Google para inclusão de um leitor 'YouTube' no iPhone, que levou apenas 60 dias para ser produzido e incluído a tempo do seu lançamento, na última sexta-feira.
Fontes em São Francisco e em Londres indicam que a Linden Lab já estaria formulando uma proposta, destinada à mesa de Steve Jobs, de inclusão de uma versão especial do navegador do Second Life em seu iPhone. Um levantamento feito por especialistas em smarphones e PDAs indica que os motores de processamento e gráficos do iPhone, gerenciados pelo chip ARM1176JZF 620Mhz, e ainda somado a sua possibilidade de acesso a redes edge e wi-fi 11b/g, reunem no aparelho condições técnicas favoráveis para uma versão específica do cliente SL.

Vivo e Tim querem adiantar venda do iPhone no Brasil
Vivo e TIM negociam com a Apple a antecipação no país do lançamento do iPhone, segundo informações da Folha de São Paulo. A previsão original seria colocar o novo celular a venda no Brasil só em 2009. O principal entrave é a infra-estrutura de redes brasileira, já que não se sabe se ela será compatível com as exigências dos serviços previstos. Para fazer vender o iPhone no país também seria necessária uma versão nacional da loja virtual de música iTunes. Nesse caso, a dificuldade seria com a legislação, uma vez que a Justiça pode classificar o iPhone como um produto de venda casada, uma vez que para ter acesso a parte dos serviços é necessário ser cliente do iTunes.
Técnica para destravar o iPhone pode sair ainda hoje

Telefones bloqueados, como iPhone, só podem ser utilizados na rede de uma operadora específica, estratégia que protege os subsídios da operadora aos aparelhos. Mas o custo do telefone da Apple, que é de 500 ou 600 dólares (dependendo da capacidade), não é subsidiado pela AT&T. Além de pagar o valor integral do aparelho, os usuários ficam presos a um contrato de serviços de dois anos, que exige um pagamento de 60 a 100 dólares de serviços de dados por mês. Clique aqui, para ler a íntegra desta matéria.
Com informações do Baguete e IDG Now!.
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