O metaverso já contabiliza 7% de usuários japoneses, colocando o Japão como o país com a terceira maior representação no Second Life depois do EUA e Brasil.

Conscientes de que a publicidade tradicional estava perdendo sua eficácia como ferramenta de marketing, as empresas nos EUA começaram estabelecer seus negócios no Second Life. Agora as companhias japonesas também estão no mundo virtual, entre elas a Nissan, a Mitsukoshi, loja de departamento e Softbank, empresa de telecomunicação. O Second Life já contabiliza 7% de usuários japoneses, colocando o Japão como o país com a terceira maior representação no Second Life depois do EUA e Brasil.

Até agora, os japoneses não quiseram empreender dinheiro real na troca entre virtual-real, pois não sabem como contabilizariam lucros e prejuízos. No Brasil, várias empresas já aderiram ao mundo virtual, como Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo), as universidades Anhembi-Morumbi e o Mackenzie, o grupo de comunicação católico Canção Nova; a TAM e as construtoras Tecnisa, Cyrela e Incorporadora Rossi.
Origem: InvestNews.
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