Empresas tem investido, e até mesmo criado, outros mundos virtuais para fins de publicidade, devido aos altos custos do metaverso da Linden Lab.

Um exemplo é o novo seriado Gossip Girl, da TV americana CW. Para promover a série, a Warner Bros desistiu do Second Life e contratou a agência Millions of Us para criar uma Manhattan virtual, onde os visitantes podem fazer compras na elegante Madison Avenue ou visitar a escola em que as personagens da estória estudam.
Apesar do alvoroço inicial, o Second Life não conseguiu atrair um volume significativo de visitantes: em março, o número de internautas a visitar o programa nos Estados Unidos ficava em 207, crescendo para míseros 235 mil até setembro, conforme dados da comScore Media Metrix. Já o Webkinz, metaverso da Ganz USA, atraiu 6 milhões de visitantes únicos no mesmo período.
A Linden Lab, por sua vez, defende o filho: para a companhia, o Second Life é apenas um incompreendido. “Há um ano, o manual sobre como fazer uma campanha no mundo virtual estava completamente em branco. O que está acontecendo agora é que os primeiros capítulos do manual começam a surgir", declarou Chris Collins, principal assessor da presidência da empresa, ao Wall Street Journal.
Fonte: Baguete.
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